BRASIL
MEC seleciona 800 municípios para uso do MEC Gestão Presente
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O Ministério da Educação (MEC) anunciou hoje, 10 de julho, a seleção das 800 redes municipais de ensino que participarão da primeira etapa de implementação do módulo Gestão Presente na Escola (GPE), da plataforma MEC Gestão Presente. A ação tem como objetivo fortalecer a gestão escolar ao promover o uso estratégico de dados educacionais, com impacto direto na permanência dos estudantes e na melhoria do acompanhamento pedagógico para toda a comunidade escolar.
A iniciativa integra o esforço do governo federal em garantir uma gestão educacional mais eficaz, equitativa e digital, conforme previsto na Portaria MEC nº 234, de 2 de abril de 2025.
O GPE é um sistema gratuito desenvolvido para a organização de processos administrativos nas escolas públicas brasileiras. Ele permite a digitalização de atividades rotineiras, como a gestão de matrículas, enturmação, calendário letivo, quadro de horários, cadastro e alocação de profissionais da educação e diário de classe, com notas e controle da frequência escolar. Além disso, por meio do Sistema Gestão Presente (SGP), o GPE promove a integração dos dados escolares com o MEC, facilitando o planejamento e o monitoramento das políticas públicas educacionais.
Critérios de seleção – Tendo em vista o interesse de mais de duas mil redes em aderir ao GPE, foi necessário adotar critérios técnicos para selecionar as 800 redes de ensino participantes, conforme previsto na Portaria MEC nº 234, de 2 de abril de 2025. Esses critérios foram validados pelo Comitê Tripartite, instância colegiada criada para coordenar a implementação e a gestão da Plataforma MEC Gestão Presente e composta por representantes da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal.
A escolha considerou os seguintes fatores:
- Redes aderentes ao GPE que formalizaram sua participação;
- Redes sem oferta de ensino médio;
- Redes com nível mínimo de conectividade, permitindo o uso adequado da tecnologia, segundo os indicadores da Estratégia Nacional Escolas Conectadas;
- Municípios de pequeno e médio porte (até 100 mil habitantes), priorizando contextos com desafios administrativos; e
- Municípios com maior taxa de abandono escolar nos anos finais do ensino fundamental, reforçando o compromisso com o enfrentamento das desigualdades educacionais.
A distribuição das vagas também considerou a representatividade regional e a proporção de matrículas. A região Nordeste, por exemplo, recebeu 464 vagas (58% do total), enquanto o Norte foi contemplado com 125 redes.
Formação – A formação dos operadores locais e o envio de dados via SGP já começaram para as redes-piloto e terão continuidade com os 800 municípios selecionados ao longo do mês de julho. A partir de 10 de julho, as equipes locais das redes de ensino receberão capacitação técnica para o uso do GPE, com foco na autonomia e digitalização da gestão escolar.
Além disso, os municípios serão incluídos em canais de comunicação e acompanhamento direto via grupos organizados pelo MEC, o que garante suporte contínuo às equipes envolvidas na implementação do sistema.
Segundo ciclo – O MEC informa que haverá um novo ciclo de seleção para a expansão da implementação do GPE previsto para o ano de 2026, permitindo que mais redes públicas municipais tenham acesso à ferramenta. A expectativa é que o processo siga os aprendizados do primeiro ciclo, com base em critérios técnicos e na escuta das redes educacionais.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)
Fonte: Ministério da Educação
BRASIL
Silveira projeta liderança brasileira em segurança energética e transição sustentável na Alemanha
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, defendeu nesta segunda-feira (20/4), em Hanôver, na Alemanha, o fortalecimento da cooperação internacional em biocombustíveis como estratégia para ampliar a segurança energética e acelerar a transição sustentável. A declaração foi feita na reunião bilateral com a ministra federal de Assuntos Econômicos e Energia da Alemanha, Katherina Reiche, durante agenda oficial na feira mundial de tecnologia industrial, Hannover Messe.
Para o ministro Alexandre Silveira, a experiência brasileira demonstra como a diversificação da matriz energética pode fortalecer a segurança e reduzir vulnerabilidades externas. “A pluralidade energética é um grande desafio e, ao mesmo tempo, nossa maior força motriz. O Brasil já é exportador de petróleo e avançou para a autossuficiência na gasolina com a ampliação da mistura de etanol para E30. Quando utilizávamos E27, ainda havia necessidade de importação. Com o avanço do etanol, passamos a ser autossuficientes nesse segmento”, afirmou.
Na reunião, o ministro destacou a posição do Brasil como referência global em energia limpa, com uma matriz diversificada, sustentável e superavitária, especialmente no setor elétrico.
No campo dos combustíveis, Alexandre Silveira ressaltou o avanço do Brasil rumo à autossuficiência no refino, com destaque para o diesel. Atualmente, cerca de 80% do consumo nacional é atendido pela produção interna, o que amplia a resiliência diante de cenários internacionais de instabilidade. O ministro de Minas e Energia defendeu também que existe uma expectativa de que o país alcance a autossuficiência nesse segmento nos próximos anos.
O ministro ainda afirmou que o atual contexto internacional, marcado por instabilidades no setor energético, exige maior integração entre países com capacidades complementares. Nesse cenário, segundo Alexandre Silveira, o Brasil se apresenta como parceiro estratégico, especialmente na agenda de descarbonização dos transportes e da indústria.
Parcerias estratégicas
O diálogo bilateral evidenciou oportunidades concretas de parceria entre Brasil e Alemanha em áreas como pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação. Entre os destaques estão os combustíveis sustentáveis de aviação e novas rotas para biocombustíveis avançados. A experiência brasileira na produção, certificação e uso em larga escala desses combustíveis foi apontada como diferencial competitivo no cenário global.
Ao defender o aprofundamento da cooperação, o ministro Alexandre Silveira reforçou a importância de avançar em soluções conjuntas para o setor. “Contem com o Brasil e com a sinergia que devemos criar, especialmente neste momento de instabilidade energética, com suas consequências e desafios. Precisamos aproximar nossas equipes, trocar informações e avançar na construção de soluções conjuntas que garantam segurança energética aos nossos países”, destacou.
Durante o encontro, Silveira também propôs maior integração entre as equipes técnicas e o fortalecimento da cooperação institucional, com foco na articulação de políticas públicas que viabilizem investimentos, inovação e desenvolvimento no setor energético. O ministro de Minas e Energia ressaltou que o Brasil reúne condições favoráveis para esse avanço, com estabilidade regulatória, segurança jurídica e ampla capacidade produtiva.
A reunião integra um contexto mais amplo de fortalecimento da Parceria Energética Brasil-Alemanha, consolidada como instrumento estratégico para alinhar prioridades em temas como transição energética, descarbonização industrial e modernização dos sistemas energéticos.
Ao final, o ministro Alexandre Silveira reiterou o convite para que a delegação alemã visite o Brasil e aprofunde o diálogo sobre projetos conjuntos. A expectativa é que a cooperação avance com foco em resultados concretos, ampliando investimentos e contribuindo para uma transição energética equilibrada, justa e sustentável.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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