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Aumento de tarifas nos EUA preocupa setor de frutas brasileiro e impacta exportações

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Setor de frutas brasileiro alerta para aumento de tarifas nos EUA

A Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (ABRAFRUTAS), que representa a fruticultura nacional, expressa profunda preocupação com as recentes notícias sobre o aumento das tarifas aplicadas a produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos.

Importância econômica da relação comercial Brasil-EUA no segmento de frutas

Em 2024, o comércio de frutas entre Brasil e Estados Unidos movimentou cerca de US$ 148 milhões, valor significativo para o setor e a economia brasileira. A expectativa é de crescimento para 2025, reforçando os EUA como parceiro comercial estratégico para a fruticultura nacional.

Modelo de negócios ganha-ganha entre exportadores e importadores

A relação entre exportadores brasileiros e importadores americanos tem sido marcada pelo respeito mútuo, equilíbrio e alto profissionalismo. O modelo comercial estabelecido permite que consumidores norte-americanos tenham acesso a frutas tropicais saborosas e seguras, contribuindo para a saúde e o bem-estar da população dos EUA.

Desejo de continuidade e fortalecimento das exportações

A ABRAFRUTAS reforça o desejo de manter e ampliar a presença dos produtos brasileiros no mercado americano, que também valoriza a oferta constante e diversificada dessas frutas. A continuidade dessa parceria é vista como um benefício legítimo para ambos os países.

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Confiança nas negociações e no diálogo entre os governos

A entidade incentiva as negociações em curso entre representantes dos governos brasileiro e norte-americano, acreditando que o diálogo transparente permitirá alcançar um consenso sobre as questões tarifárias. O objetivo é retomar o ciclo virtuoso de negócios, em harmonia com a tradição histórica das relações comerciais entre Brasil e EUA.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Meliponicultura ganha força no Rio Grande do Sul e destaca papel das abelhas sem ferrão na produção de alimentos

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A meliponicultura, atividade voltada à criação racional de abelhas sem ferrão, voltou a ganhar destaque em São Paulo das Missões, no Rio Grande do Sul. A iniciativa tem mobilizado estudantes, idosos e técnicos em ações de educação ambiental e conscientização sobre a importância desses insetos para a polinização, a biodiversidade e a sustentabilidade da produção agropecuária.

Nos últimos dias, encontros promovidos no município reuniram diferentes gerações em atividades de capacitação e troca de conhecimentos sobre as espécies nativas de abelhas sem ferrão e sua contribuição para os ecossistemas e para a agricultura.

As ações ocorreram em escolas e comunidades rurais da região. No dia 17 de junho, participaram integrantes do Grupo da Terceira Idade e alunos do 5º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Cristo, localizada na Linha Lavina. Já no dia 10 de junho, a temática foi debatida com grupos da terceira idade e estudantes da Escola Estadual de Educação Básica Professor Francisco José Damke, na comunidade de Linha Dona Helena Sul.

Abelhas sem ferrão são fundamentais para a polinização

Durante os encontros, o engenheiro agrônomo e supervisor microrregional da Emater/RS-Ascar, Joney Braun, apresentou informações sobre as principais espécies de abelhas sem ferrão encontradas na região, os diferentes tipos de mel produzidos e a relevância desses polinizadores para a manutenção da agrobiodiversidade.

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Segundo o especialista, as abelhas desempenham papel essencial na reprodução de inúmeras espécies vegetais e contribuem diretamente para a produtividade agrícola, favorecendo culturas alimentares e a conservação dos recursos naturais.

Braun também destacou uma importante novidade para os meliponicultores gaúchos. A partir deste ano, a Declaração Anual de Rebanho, coordenada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), passou a incluir o registro das abelhas sem ferrão. O cadastramento é obrigatório para produtores que mantêm criações animais no Estado e deve ser realizado até o dia 30 de junho.

Rio Grande do Sul possui 24 espécies nativas utilizadas na meliponicultura

O Rio Grande do Sul abriga uma rica diversidade de abelhas sem ferrão, com 24 espécies nativas utilizadas na meliponicultura. Entre as mais conhecidas estão:

  • Jataí;
  • Uruçu;
  • Mandaçaia;
  • Guaraipo;
  • Iraí;
  • Borá;
  • Canudo;
  • Manduri;
  • Boca-de-sapo;
  • Irapuã;
  • Mirim-preguiça;
  • Mirim-emerina.

Além da produção de mel diferenciado e de alto valor agregado, essas espécies exercem função estratégica na polinização de plantas nativas e culturas agrícolas, contribuindo para o equilíbrio ambiental e a segurança alimentar.

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Projeto ambiental une gerações em defesa das abelhas

As atividades desenvolvidas em São Paulo das Missões fazem parte de uma parceria entre a Emater/RS-Ascar, grupos da terceira idade e a Federação Estadual dos Clubes da Terceira Idade do Rio Grande do Sul (Fectirgs).

O trabalho integra o projeto ambiental “Um Planeta Melhor para Nossos Netos e Bisnetos”, desenvolvido anualmente pela entidade em diversos municípios gaúchos. Em 2026, o foco das ações está voltado à preservação das abelhas e à conscientização sobre a importância da polinização para a produção de alimentos, a manutenção dos ecossistemas e a qualidade de vida das futuras gerações.

A iniciativa reforça que a proteção das abelhas sem ferrão vai além da conservação ambiental, representando também um investimento estratégico para a agricultura sustentável e para o fortalecimento da biodiversidade no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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