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Pacheco destaca liberação de empréstimo de US$ 200 milhões para Minas Gerais

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Durante a sessão plenária desta terça-feira (15), o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), comunicou a liberação de um empréstimo internacional de US$ 200 milhões destinado a Minas Gerais. O valor será aplicado por meio do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) em projetos voltados a pequenos e médios municípios e ao apoio a micro e pequenos empreendedores.

A operação foi firmada junto ao Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), instituição financeira vinculada ao bloco dos Brics e presidida pela ex-presidente Dilma Rousseff. A aprovação do Ministério da Fazenda já foi obtida e o trâmite agora depende de despacho da Casa Civil ao Senado. 

Pacheco também reforçou outras medidas de impacto direto para o estado, aprovadas nos últimos anos com protagonismo do Senado. Ele citou a inclusão de 81 municípios mineiros na área de abrangência da Sudene, ampliando o acesso a políticas públicas regionais. Outro ponto mencionado foi a desoneração da folha de pagamento para municípios com até 156 mil habitantes, que reduziu a alíquota de contribuição previdenciária de 20% para 8%. Pacheco ressaltou que a medida foi essencial para o equilíbrio fiscal de pequenas prefeituras, especialmente em 2024.

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— Isso foi muito importante para as finanças desses municípios mineiros e brasileiros, especialmente no ano de 2024, quando puderam fechar as contas — afirmou.

O senador ainda lembrou a aprovação do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), que oferece melhores condições de negociação das dívidas estaduais com a União, o que, segundo ele, é fundamental para Minas Gerais, um dos estados mais endividados do país.

— Nos permite ter uma negociação mais condizente, mais palatável, mais razoável com a União. O tempo urge, e as necessidades de Minas Gerais são muito grandes e precisam da união política de todos nós para que sejam efetivamente realizadas — concluiu.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão aprova ampliação para 180 dias do prazo para transferência de domicílio eleitoral

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que amplia o prazo de antecedência mínima do pedido de transferência do domicílio eleitoral de 150 para 180 dias antes da data da eleição. Pelo texto, o tempo de residência mínima no novo município também passa de 3 para 6 meses.

A CCJ aprovou o parecer da relatora, deputada Julia Zanatta (PL-SC), favorável ao Projeto de Lei 3562/25, do deputado Cobalchini (MDB-SC), com emenda. Zanatta fez ajuste para aplicar as alterações à Lei das Eleições (Lei 9.504/97), além do Código Eleitoral e da Lei 6.996/82.

A proposta segue agora para análise do Plenário da Câmara. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pelos deputados e pelo Senado Federal.

Segurança jurídica
A relatora afirmou que a proposta protege a soberania popular ao evitar distorções na representatividade local. “A fraude de domicílio rompe o nexo de pertinência essencial entre o eleitor e a comunidade política local, cujos rumos ele pretende definir”, destacou Zanatta em seu parecer.

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Comprovação de residência
O texto altera a forma de comprovação de vínculo com a localidade. A proposta exige a apresentação de comprovante de residência oficial em nome do eleitor, emitido nos últimos seis meses. São listados como exemplos contas de água, luz, gás, telefone fixo ou correspondência oficial de órgãos governamentais.

A lei atual permite a comprovação por meio de declaração do próprio eleitor ou outros meios considerados convincentes pelo juiz eleitoral, critérios que são suprimidos pelo projeto.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra

Fonte: Câmara dos Deputados

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