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Para Motta, atual momento é de unidade nacional para proteger o país

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a crise deflagrada pelo tarifaço imposto pelo presidente americano, Donald Trump, representa um momento de unidade nacional para proteger a nossa indústria, o nosso país e os nossos negócios.

Motta se encontrou com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, para debater a situação comercial do país. O encontro contou também com a presença da ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, e líderes partidários.

“Estamos prontos para ficar na retaguarda do poder Executivo, para que possamos tomar as decisões necessárias para agir com rapidez e agilidade. Não tenho dúvida de que nossa população entende que o Brasil não pode ser levado a situações em que decisões externas interfiram na nossa soberania”, afirmou Motta.

“O Brasil tem uma importância muito grande para o cenário mundial, e com união, compromisso e responsabilidade poderemos superar este momento”, disse.

O vice-presidente da República e ministro da Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, escalado pelo presidente Lula para buscar uma solução para o problema, afirmou que o governo tem trabalhado para reverter a situação.

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“Na questão comercial, há um equívoco. Eles [EUA] têm superávit na balança comercial do Brasil. A tarifa é totalmente inadequada e injusta, e vamos trabalhar para reverter essa situação”, disse.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que o Parlamento brasileiro está unido na defesa dos interesses nacionais. Segundo ele, o Poder Legislativo vai defender a soberania nacional e os empregos dos brasileiros.

“Tenho convicção de que esse processo tem que ser liderado pelo Poder Executivo, tem que ser feito pelo chefe de Estado, e acho que o presidente acertou com sua equipe seu posicionamento sem abrir mão da soberania do nosso povo”, afirmou Alcolumbre.

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira

Fonte: Câmara dos Deputados

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Três senadores concorrem ao cargo de deputado; quatro buscam a suplência

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Três senadores concorrem a cargos no Legislativo neste ano, mas fora do Senado: dois buscam o cargo de deputado federal e uma senadora tenta a vaga de deputada estadual.

Izalci Lucas (PL-DF) e Roberta Acioly (Republicanos-RR) são candidatos à Câmara dos Deputados. Já Mara Gabrilli (PSD-SP) concorre a uma vaga na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Os três estão na reta final de seus mandatos, que terminam em 31 de janeiro de 2027.

Suplência

Além disso, há quatro senadores, também em fim de mandato, que disputam a eleição deste ano como candidatos a suplente de senador:

  • Daniella Ribeiro (PP-PB) concorre na Paraíba na chapa de Nabor Wanderley (Republicanos). Nabor é pai do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta;
  • Dra. Eudócia (PSDB) concorre em Alagoas na chapa de Marina JHC (PSDB). Marina é casada com o filho de Dra. Eudócia, o ex-prefeito de Maceió João Henrique Caldas, conhecido como JHC;
  • Jader Barbalho (MDB) concorre no Pará na chapa do filho, Helder Barbalho (MDB), que foi governador desse estado até abril deste ano;
  • Nelsinho Trad (PSD) concorre em Mato Grosso do Sul na chapa de Reinaldo Azambuja (PL), que já foi governador desse estado. 
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Mudança de estado

Também há duas ex-senadoras que tentam voltar ao Senado, mas por estados diferentes daqueles que representaram em mandatos anteriores.

São Marina Silva (Rede), que foi senadora pelo Acre entre 2003 e 2011, e Simone Tebet (PSB), que atuou no Senado entre 2015 e 2023 representando Mato Grosso do Sul.

Desta vez, ambas são candidatas pelo estado de São Paulo.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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