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Para Motta, atual momento é de unidade nacional para proteger o país

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a crise deflagrada pelo tarifaço imposto pelo presidente americano, Donald Trump, representa um momento de unidade nacional para proteger a nossa indústria, o nosso país e os nossos negócios.

Motta se encontrou com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, para debater a situação comercial do país. O encontro contou também com a presença da ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, e líderes partidários.

“Estamos prontos para ficar na retaguarda do poder Executivo, para que possamos tomar as decisões necessárias para agir com rapidez e agilidade. Não tenho dúvida de que nossa população entende que o Brasil não pode ser levado a situações em que decisões externas interfiram na nossa soberania”, afirmou Motta.

“O Brasil tem uma importância muito grande para o cenário mundial, e com união, compromisso e responsabilidade poderemos superar este momento”, disse.

O vice-presidente da República e ministro da Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, escalado pelo presidente Lula para buscar uma solução para o problema, afirmou que o governo tem trabalhado para reverter a situação.

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“Na questão comercial, há um equívoco. Eles [EUA] têm superávit na balança comercial do Brasil. A tarifa é totalmente inadequada e injusta, e vamos trabalhar para reverter essa situação”, disse.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que o Parlamento brasileiro está unido na defesa dos interesses nacionais. Segundo ele, o Poder Legislativo vai defender a soberania nacional e os empregos dos brasileiros.

“Tenho convicção de que esse processo tem que ser liderado pelo Poder Executivo, tem que ser feito pelo chefe de Estado, e acho que o presidente acertou com sua equipe seu posicionamento sem abrir mão da soberania do nosso povo”, afirmou Alcolumbre.

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira

Fonte: Câmara dos Deputados

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CAE vota benefícios para pesquisadores, ‘soldados da borracha’ e microempresas

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A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) agendou reunião para a terça-feira (16), a partir das 10h, com cinco projetos de lei na pauta de votação. Entre eles há propostas que tratam de incentivo a pesquisas de ciência e tecnologia, abono natalino para os “soldados da borracha” e facilitação do crédito produtivo para microempreendedores.

O PL 5.926/2023, do senador Confúcio Moura (MDB-RO), dá aos soldados da borracha direito a abono natalino. Os chamados soldados da borracha são os brasileiros enviados à Amazônia durante a 2ª Guerra Mundial para a produção do látex. O bônus anual terá o mesmo valor da pensão mensal a que eles já têm direito e será pago até 20 de dezembro. A relatoria está com o senador Alan Rick (Republicanos-AC).

Entre 1943 e 1945, cerca de 60 mil cidadãos brasileiros foram alistados, recrutados e transportados para a Amazônia, para extrair borracha destinada aos Estados Unidos. O objetivo era suprir a grande demanda dos Aliados no período da guerra contra o nazifascismo. 

Segundo Confúcio, foi prometido aos soldados da borracha que, após a guerra, eles retornariam à terra de origem. Contudo, grande parte morreu de doenças, e muitos sobreviventes ficaram na Amazônia por não terem dinheiro para pagar a viagem de volta ou por estarem endividados com os donos de seringais.

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Ciência e tecnologia

Apresentado pelo senador Romário (PL-RJ), o PL 2.374/2019 cria um cadastro nacional de pesquisadores com liberação imediata para importar mercadorias destinadas a estudos científicos e tecnológicos. A ideia é acelerar a liberação de materiais estrangeiros usados nos estudos. O relator é o senador Laércio Oliveira (PP-SE).

Microcrédito

O PL 1.472/2026 altera o Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado para preservar o poder de compra dos microempresários, permitindo que eles tenham acesso a mais crédito para investir no próprio negócio. A autora da proposta é a ex-senadora Augusta Brito. A intenção é aumentar o valor máximo das operações de crédito, que, explica Augusta na justificativa do projeto, está sem atualização desde 2020. A relatoria também está com Laércio Oliveira.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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