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MME e EPE apresentam a proposta de metodologia para seleção de áreas de geração eólica offshore
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O Ministério de Minas e Energia (MME), em parceria com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), realizou, nesta sexta-feira (18/07), o webinar “Eólicas Offshore: Proposta de Metodologia de Seleção de Áreas para Oferta” que teve como objetivo apresentar os principais pontos da metodologia da Consulta Pública nº 191/2025 e detalhar os próximos passos do processo vão guiar o desenvolvimento da geração eólica offshore no Brasil. A consulta está aberta até o dia 4 de agosto para contribuições da sociedade, do setor produtivo e das instituições.
“Estamos todos diante de um grande potencial para a transição energética por meio do aproveitamento do potencial eólico offshore no Brasil. Quero destacar também que com a inserção do tema na Política Energética Nacional, a partir da Lei nº 15.097, temos a oportunidade de contribuir com a diversificação da matriz e a continuidade da trajetória de baixa emissão da geração de energia elétrica no país. No MME, discutiremos sobre os procedimentos relativos à regulamentação da lei, seguindo diretrizes do CNPE em relação à responsabilidades das instituições, prazos e condições”, disse Gustavo Cerqueira, secretário Nacional de Transição Energética e Planejamento.
Desenvolvida pela EPE após a solicitação do MME, a metodologia busca estabelecer critérios técnicos, ambientais, sociais e econômicos para identificação de áreas aptas para instalação de projetos de geração eólica offshore. O documento propõe um processo transparente, coordenado e alinhado com as melhores práticas internacionais e com as diretrizes do Planejamento Espacial Marinho (PEM), conforme previsto na Lei nº 15.097/2025.
Durante o evento, o MME destacou o papel estratégico desempenhado na coordenação federal do marco regulatório do setor. Desde 2018, a Pasta tem atuado na estruturação de instrumentos que viabilizem os projetos offshore, incluindo o Decreto nº 10.946/2022 que definiu etapas de acesso aos prismas marítimos, a instituição do Grupo de Trabalho (GT) das Eólicas Offshore e o estabelecimento do marco legal robusto no início desse ano com a sanção da Lei nº 15.097/2025, responsável por articular iniciativas com diferentes instituições.
A metodologia está organizada em três etapas que buscam promover uma ocupação ordenada do espaço marinho:
● Etapa 1 – visa identificar regiões viáveis com base em critérios legais e tecnológicos;
● Etapa 2 – foca na seleção de áreas de interesse, avaliando restrições energéticas, ambientais e socioeconômicas; e
● Etapa 3 – prioriza essas áreas, gerando os setores que poderão ser ofertados em futuros leilões.
A iniciativa é resultado de um esforço conjunto entre MME e EPE para garantir o uso eficiente do espaço marinho, reduzir impactos socioambientais e promover a geração de energia limpa de forma planejada e segura.
Assista ao webinar:
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]
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BRASIL
Abertas inscrições para curso gratuito sobre financiamento educacional
Profissionais da Educação de todo o Brasil podem se inscrever, a partir desta segunda-feira, 5 de outubro, na nova turma do curso gratuito “Financiamento e Gestão Financeira para a Equidade na Educação Básica”. Com 80 horas de duração, a formação é realizada de forma online e assíncrona pela plataforma AVAMEC, onde também estão disponíveis as inscrições e o conteúdo do curso.
A formação é desenvolvida pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), em parceria com o Laboratório de Tecnologia da Informação e Mídias Educacionais da Universidade Federal de Goiás (LabTIME/UFG).
O curso apresenta conceitos sobre orçamento público, fontes de financiamento da educação básica, funcionamento do Novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), bem como regras para utilização dos recursos destinados às redes e escolas públicas. A formação busca ampliar os conhecimentos de profissionais da educação sobre o financiamento público e as possibilidades de utilização dos recursos para enfrentar desigualdades educacionais.
Com abordagem didática e exemplos práticos, a formação também discute como as decisões orçamentárias impactam as condições de oferta do ensino, considerando as diferentes realidades dos territórios brasileiros. Entre os temas estão os custos de funcionamento das escolas, a valorização dos profissionais da educação, a infraestrutura escolar, o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) e os mecanismos de participação e controle social dos recursos públicos.
Formação – O curso é organizado em dez módulos autoinstrucionais, com carga horária de oito horas cada. O conteúdo inclui materiais textuais e audiovisuais, exercícios de produção autoral e atividades avaliativas. Para obter o certificado, os participantes devem concluir os módulos e alcançar aprovação na avaliação final.
A formação é destinada às equipes técnicas pedagógicas e financeiras das secretarias de educação, gestores escolares, docentes, profissionais de escolas do campo, indígenas e quilombolas, agentes territoriais da Secadi e demais profissionais da educação interessados no tema.
Ao abordar a relação entre financiamento e equidade, a iniciativa busca contribuir para que os profissionais identifiquem desigualdades nas condições de oferta do ensino, avaliem a aplicação dos recursos em suas redes e escolas e elaborem propostas de ação alinhadas às necessidades das comunidades escolares.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação



