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MEC participa de conferência para educação profissional
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O Ministério da Educação (MEC) participou da 1ª Conferência Regional da América Latina e Caribe para Educação e Formação Profissional, realizada em Quito, no Equador. O tema do evento, realizado entre os dias 16 e 18 de julho, foi “Educação e Formação Técnica e Profissional de Qualidade para o Emprego Sustentável e uma Indústria Competitiva”.
Na conferência, a diretora de Programa da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do MEC, Luciana Massukado, apresentou dados sobre a educação profissional e tecnológica (EPT) brasileira e um panorama dos programas e ações desenvolvidos pela pasta, tais como o Pé-de-Meia e o Juros por Educação, dividindo a mesa com México, Equador e Peru. Já a assessora de Assuntos Internacionais da Setec, Fernanda Dusse, abordou a experiência do Pronatec e do Programa Mulheres Mil para a inclusão social pela EPT.
“O encontro evidenciou como os países da América Latina enfrentam desafios sociais, econômicos e educacionais semelhantes e que podem se fortalecer quando trabalham em cooperação. Além disso, foi uma oportunidade de promover a integração dos diferentes centros da região”, afirmou Fernanda.
A programação reuniu temas diversos, como a qualidade na oferta da Educação Profissional e Tecnológica, a formação e valorização de docentes, o reconhecimento de aprendizagens, a integração entre instituições de ensino e empresas, a regulação de certificações e a revisão curricular da EPT.
Cooperação – O evento foi organizado pela Unesco-Unevoc, centro que conecta os Estados-membros da Unesco em todo o mundo para desenvolver e fortalecer a educação profissional. O Centro Internacional para Educação e Treinamento Técnico e Profissional (Unevoc) atua no desenvolvimento da educação técnica e profissional, no contexto mundial, e é um dos sete institutos da Unesco. A Setec do MEC integra a Rede Unevoc.
Participantes – A conferência contou com a presença de 12 países da região, além de representantes do Banco Mundial, do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) e da Agência Francesa de Cooperação. O evento teve a participação de ministérios, organizações nacionais, instituições de ensino e instituições privadas.
Para saber mais, acesse o site do evento.
Assessoria de Comunicação do MEC, com informações da Setec
Fonte: Ministério da Educação
BRASIL
Ministro Luiz Marinho defende a redução de jornada e o fim da escala 6×1 em Audiência Pública na Câmara
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, participou nesta quarta-feira (6), da primeira Audiência Pública na Comissão Especial da Câmara dos Deputados que discute a PEC 221/2019 que analisa a redução da jornada de trabalho e o fim da jornada 6×1 no Brasil
O ministro falou aos deputados e as entidades presentes na Audiência Pública da importância da aprovação da PEC de redução de jornada encaminhada pelo governo, com urgência constitucional, que estipula uma redução para 40 horas semanais e com dois dias de folga remunerados. A proposta do governo é de implementação imediata. A mudança, segundo o ministro, vai gerar mais produtividade, redução do absenteísmo e melhora no ambiente de trabalho.
“Já poderíamos estar trabalhando há muitos anos com jornada de 40 horas semanais”, afirmou o ministro, lembrando que a proposta de redução já ocorreu anteriormente, mas acabou não sendo aceita pelas entidades na época por ser uma proposta fracionada. “Foi um erro, não aceitamos a proposta fracionada e nem conseguimos garantir de forma imediata, ou seja, ficamos sem nada. Já poderíamos estar com a redução da jornada de 40 horas há muitos anos”, lembrou.
Vantagens
Durante sua palestra “Diagnósticos sobre o uso do tempo para o trabalho”, o ministro pontuou as vantagens da redução da jornada, que como salientou, “já é realidade em quase todos os países. A jornada 5×2 é a regra, a 6×1 é a exceção. A maioria dos países já não mais utiliza a jornada de 44 horas”, disse.
Para Luiz Marinho, o parlamento precisa estar em sintonia com a sociedade, “que clama pelo fim da jornada 6×1”. Ele citou experiências práticas em empresas que adotaram a escala 5×2 e obtiveram aumento de desempenho e redução de faltas. O diagnóstico produzido pelo Ministério, explicou o ministro, demonstra que a proposta é economicamente viável e necessária para melhorar a qualidade de vida da classe trabalhadora brasileira”.
A discussão sobre jornada, avaliou, não pode ser limitada apenas ao impacto direto na folha salarial. “Existem custos invisíveis relacionados ao adoecimento físico e mental dos trabalhadores, ao absenteísmo, à rotatividade e aos acidentes de trabalho. A discussão da regulamentação deve ser construída em conjunto com negociações coletivas entre trabalhadores e empregadores, respeitando especificidades de cada setor”, avaliou.
Luiz Marinho também comentou sobre uma compensação pedida por empregadores de algumas frentes do setor produtivo, que desejam desonerações para compensar a redução da jornada. “O fim da escala 6×1 será compensada pelo ganho no ambiente do trabalho. Ela é compensada pelo ganho de melhoria da qualidade e da produtividade. É comprovado que quando você reduz a jornada, você elimina absenteísmo, evita acidentes, evita doenças. Tem um custo oculto aqui que os empregadores estão carregando. Eles vão eliminar esse custo oculto e essa é a compensação”, afirmou.
O diretor da Organização Internacional do Trabalho no Brasil, Vinícius Carvalho, pontuou posicionamentos da OIT a favor da redução da jornada, que segundo afirmou está associada a melhores indicadores de saúde e produtividade dos trabalhadores. “Há um esforço de todos os países de redução gradual da jornada, seguindo as convenções da OIT. É preciso ressaltar aqui que 745 mil das mortes por ano no mundo estão relacionadas ao excesso de trabalho, principalmente AVC e doenças cardíacas”, lembrou.
Para o deputado Pedro Uczai (PT-SC), líder da bancada, a redução da jornada precisa ser implementada de imediato, sem transição “O povo quer ver o cansaço e o adoecimento resolvidos agora. Não é sensato adiar uma resposta para 71% dos trabalhadores brasileiros”, afirmou.
Presente na Audiência a vice-procuradora-geral do Ministério Público do Trabalho, Tereza Cristina Basto, afirmou que “o fim da escala 6×1 promove o trabalho decente e contribui para a construção de um meio ambiente de trabalho seguro, a redução de irregularidades trabalhistas e o fortalecimento das relações coletivas de trabalho”.
As audiências na Comissão Especial que discute a PEC continuam por todo o mês, com votação do relatório previsto para o dia 26 de maio.
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