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Judiciário alerta: golpistas usam nome de comarcas e do TJMT para aplicar fraudes virtuais

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A campanha Justiça Segura – Não Caia no Golpe, promovida pelo Poder Judiciário de Mato Grosso, segue reforçando os cuidados que a população deve ter para evitar cair em fraudes. Desta vez, o alerta é para um tipo recorrente de golpe em que os criminosos se passam por servidores do Tribunal de Justiça ou de fóruns do interior para enviar intimações falsas por e-mail ou WhatsApp.

Com mensagens que aparentam ser oficiais, os golpistas incluem nomes de comarcas, linguagem jurídica e links suspeitos que podem roubar dados, instalar vírus ou induzir ao pagamento de taxas inexistentes.

Essas mensagens não são verdadeiras: o Tribunal não envia boletos nem solicita dados bancários por e-mail, telefone ou aplicativos de mensagem, e não possui nenhum setor com o nome “Setor de Intimações”.

As intimações oficiais do Poder Judiciário são feitas exclusivamente por oficiais de justiça identificados, com nome, matrícula funcional e número do mandado judicial.

Em caso de dúvida, o cidadão não deve clicar em links, nem compartilhar a mensagem. A orientação é verificar diretamente com o fórum da comarca ou com o TJMT por meio dos canais oficiais: www.tjmt.jus.br ou telefone (65) 3617-3000.

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A campanha também está sendo amplamente divulgada no perfil oficial do TJMT no Instagram (@tjmtoficial) e por vídeos como o disponível no canal do TJMT no YouTube.

Assista ao vídeo

Confira outras matérias sobre a campanha:

Justiça Segura: TJMT divulga cartilha para prevenir fraudes usando nomes do Judiciário

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Judiciário de Mato Grosso lança campanha contra golpes virtuais: Justiça Segura – Não Caia no Golpe

Autor: Dani Cunha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família de juíza do Rio Grande do Sul

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“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).
O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.
Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.
O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.
Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.
A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.
Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.
Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.

Autor: Flávia Borges

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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