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Ministério da Pesca e Aquicultura apresenta Terminal Pesqueiro Público na Paraíba

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Nesta quarta-feira (30/7), a equipe de técnicos(as) da área de fomento e infraestrutura do Ministério da Pesca e Aquicultura estará no Terminal Pesqueiro Público (TPP) de Cabedelo, na Paraíba, para uma apresentação da estrutura do terminal, que é exemplo para os demais TPP’s brasileiros.

Durante a visita, serão apresentados ao público os serviços e as ações desenvolvidas neste terminal, que é um empreendimento estratégico para o fortalecimento da cadeia produtiva da pesca na região.

O TPP tem papel fundamental no apoio às atividades dos pescadores(as), como no processamento, no escoamento da produção e no desenvolvimento econômico local, onde serão debatidas políticas públicas para impulsionar o uso e a estruturação do terminal, a construção de estratégias voltadas aos pescadores(as) da região com escuta ativa das demandas e propostas do setor.

Também estarão presentes autoridades do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional, do Governo do Estado da Paraíba, das prefeituras municipais de João Pessoa, Cabedelo e Lucena, da Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiária (EMPAER), das colônias e associações de pesca.

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SERVIÇO

Visita e apresentação do Terminal Pesqueiro Público de Cabedelo (PB)
Dia: 30/07/2025
Hora: 14h
Local: Rua Presidente João Pessoa – Vila São João, Cabedelo – PB, 58310-000

Contato:

(61) 3276-5193 / 61 8141-7229
Erika Meneses – Coordenadora da Assessoria de Comunicação MPA

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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