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Comarca de Alta Floresta abre cadastro para entidades receberem recursos de penas pecuniárias

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O Edital nº 001/2025-GAB, divulgado pelos Juizados Especiais da Comarca de Alta Floresta, convoca instituições públicas e privadas com finalidade social a se habilitarem para o recebimento de recursos financeiros oriundos de prestações pecuniárias. A iniciativa visa apoiar projetos voltados à ressocialização de apenados, prevenção da criminalidade e promoção de serviços sociais de relevância pública.

As entidades interessadas têm o prazo de 30 dias a partir da publicação do edital para realizar o cadastro, que deve ser protocolado exclusivamente pelo e-mail: [email protected] . Podem participar instituições com mais de um ano de funcionamento, que atuem em áreas como execução penal, apoio às vítimas, prevenção de crimes, assistência social e saúde, entre outros.

Além do cadastro, as entidades deverão apresentar projeto detalhado contendo justificativa, objetivos, público-alvo, impacto social, orçamentos e cronograma de execução. Serão priorizados os projetos com maior relevância social e viabilidade de implementação, conforme diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso.

A seleção dos projetos aprovados será realizada pelo Juízo, com apoio técnico, e os recursos serão distribuídos conforme critérios estabelecidos pelas normativas vigentes.

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O edital completo, com requisitos, critérios de seleção e modelos de formulário e projeto, está disponível neste link.

Autor: Dani Cunha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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