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Concessionárias realizaram mais de 15 mil atendimentos em rodovias estaduais em um ano

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As rodovias estaduais sob concessão em Mato Grosso registraram mais de 15 mil atendimentos a motoristas em 2024. Do total, 14.670 foram atendimentos mecânicos emergenciais e 998 atendimentos médicos, prestados pelas equipes operacionais das concessionárias responsáveis pela administração das estradas.

O volume de ocorrências acompanha o alto fluxo nas rodovias concedidas, que somaram 17 milhões de veículos ao longo de 2024, o equivalente a 41,6 milhões de eixos automotivos. Também foram registradas 31.932 inspeções de tráfego, o que demonstra a presença constante das equipes ao longo dos trechos atendidos.

Os atendimentos mecânicos emergenciais são um serviço obrigatório nas rodovias concessionadas, incluindo ações como: remoção de veículos com guincho, troca de pneus, recarga de bateria e outros auxílios. O serviço é gratuito e pode ser acionado pelo telefone da concessionária, 24 horas por dia. Não estão inclusos consertos ou troca de peças.

As rodovias concessionadas contam com 10 Bases de Serviço Operacional (BSO), que são estruturas físicas que funcionam como centros logísticos de apoio à operação e ao atendimento de ocorrências.

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No local, ficam estacionadas as viaturas de inspeção de tráfego, ambulâncias, guinchos leves e pesados e demais veículos operacionais. A partir dessas bases, as equipes podem ser acionadas de forma rápida para atender acidentes, panes ou qualquer outro tipo de incidente na via.

A distribuição das BSOs permite que qualquer ponto da rodovia seja atendido dentro de um tempo de resposta previamente estabelecido, garantindo agilidade no socorro, segurança e redução dos riscos de novos acidentes.

Já as Bases de Atendimento ao Usuário (SAUs) buscam remover rapidamente veículos parados na pista, evitando riscos de acidentes e garantindo fluidez ao tráfego.

As rodovias concessionadas ainda contam com 23 controladores de tráfego veicular, 27 câmeras de circuito fechado (CFTV), 12 Postos de Pesagem Veicular (PPV), 36 controladores de velocidade (radares), 21 praças de pedágio, 17 ambulâncias, 14 guinchos para veículos leves e 8 guinchos para veículos pesados.

Fonte: Governo MT – MT

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Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família de juíza do Rio Grande do Sul

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“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).
O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.
Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.
O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.
Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.
A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.
Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.
Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.

Autor: Flávia Borges

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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