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Brasil destaca potencial em terras raras e busca cooperação estratégica com os EUA, afirma Haddad
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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira que o Brasil detém minerais críticos e terras raras, recursos essenciais para a indústria tecnológica, e que o país pode estabelecer acordos de cooperação com os Estados Unidos. Entre as possibilidades mencionadas, está a produção conjunta de baterias mais eficientes, tema que pode ser incluído nas negociações tarifárias entre as duas nações.
Brasil quer ampliar parcerias, mas sem perder autonomia
Em entrevista à BandNews, Haddad destacou que o objetivo do Brasil é fortalecer parcerias estratégicas com os Estados Unidos, porém sem se posicionar como um satélite ou colônia do país norte-americano, reforçando a importância da autonomia nas relações bilaterais.
Fonte: Portal do Agronegócio
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Bolsas globais operam sob pressão enquanto Ibovespa tenta recuperação; petróleo, dólar e Fed dominam o mercado
Os mercados financeiros iniciam esta terça-feira (7) em clima de cautela. As bolsas asiáticas encerraram o pregão majoritariamente em queda, enquanto os mercados europeus apresentam desempenho misto e os índices futuros de Wall Street oscilam sem direção única, refletindo a combinação entre incertezas geopolíticas, expectativa pela política monetária do Federal Reserve (Fed) e a movimentação dos preços do petróleo.
No Brasil, o Ibovespa Futuro abriu em alta, buscando recuperar parte das perdas registradas na sessão anterior, quando o principal índice da B3 recuou 0,93%. O mercado também acompanha a valorização do dólar, os indicadores econômicos domésticos e os desdobramentos das tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos ao Brasil.
Bolsas da Ásia encerram sessão em queda
O pregão asiático foi marcado por aversão ao risco. Na China, o índice CSI 300 recuou 1,03%, enquanto o Shanghai Composite (SSEC) caiu 1,26%, pressionados principalmente pelo desempenho das empresas do setor imobiliário e pela cautela dos investidores antes da divulgação de novos sinais sobre a política monetária norte-americana.
No Japão, o Nikkei 225 fechou com queda de 2,12%. A Coreia do Sul registrou uma das maiores perdas do dia, com o Kospi recuando 4,91%, enquanto o Hang Seng, de Hong Kong, encerrou em baixa de 0,51%.
Europa e Wall Street acompanham petróleo e cenário geopolítico
Na Europa, os principais índices operam próximos da estabilidade, enquanto investidores monitoram os desdobramentos das tensões no Oriente Médio e a evolução das negociações envolvendo Estados Unidos e Irã.
Nos Estados Unidos, os contratos futuros apresentam comportamento misto, com investidores atentos ao início da temporada de balanços corporativos, aos próximos indicadores econômicos e às perspectivas para os juros americanos. A alta recente das ações de tecnologia continua sustentando parte do mercado norte-americano, embora o ambiente permaneça de elevada volatilidade.
Ibovespa tenta recuperação após queda
No mercado brasileiro, o Ibovespa Futuro iniciou o pregão aos 175.510 pontos, sinalizando recuperação após a realização de lucros observada na sessão anterior.
O dólar comercial opera ao redor de R$ 5,13, enquanto investidores acompanham indicadores domésticos, como a queda do IGP-DI, além das repercussões das medidas comerciais dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.
Empresas da B3 movimentam o mercado
Entre os principais destaques corporativos desta terça-feira estão:
- Raízen (RAIZ4) figura entre os destaques positivos do setor de energia.
- Petrobras (PETR3 e PETR4) acompanha a recuperação do petróleo Brent, negociado próximo de US$ 72 por barril, fator que influencia diretamente o desempenho das ações da companhia.
- Vale (VALE3) segue monitorando o comportamento do minério de ferro no mercado internacional, além das repercussões da mudança na presidência do Conselho de Administração da empresa.
- Engie Brasil (EGIE3) protocolou pedido na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para emissão de R$ 700 milhões em debêntures.
- Gafisa (GFSA3) voltou ao radar após a Redwood Administração de Recursos elevar sua participação acionária para 26,3%.
Mercado segue sensível aos próximos indicadores
Os investidores permanecem atentos aos próximos dados econômicos nos Estados Unidos, que poderão influenciar as expectativas para a trajetória dos juros pelo Federal Reserve. Ao mesmo tempo, os preços do petróleo, o comportamento do dólar, o desempenho das commodities e o fluxo de capital estrangeiro continuam sendo os principais vetores para os mercados globais e para a Bolsa brasileira ao longo desta semana.
O cenário permanece de elevada volatilidade, exigindo atenção redobrada dos investidores diante das mudanças no ambiente econômico internacional e dos reflexos sobre ativos ligados ao agronegócio, mineração, energia e exportações brasileiras.
Fonte: Portal do Agronegócio
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