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EUA mantêm tarifa de 50% sobre carne bovina brasileira; arroba registra alta após queda em julho

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Tarifa de 50% para carne bovina brasileira

Os Estados Unidos mantiveram a tarifa de 50% sobre a carne bovina importada do Brasil. A decisão foi confirmada no Boletim de Conjuntura Agropecuária do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

Expectativa frustrada de negociação

Havia esperança de que o governo federal conseguisse reverter a taxação adicional imposta pelos EUA a vários produtos brasileiros. Apesar de alguns itens terem sido excluídos da lista, a carne bovina permaneceu sujeita à tarifa elevada, que entrou em vigor sem alterações.

Demanda crescente nos EUA e possível flexibilização futura

O Deral destacou que, mesmo com as restrições, a demanda por carne bovina nos Estados Unidos tem aumentado devido à redução do rebanho norte-americano nos últimos anos. Os preços elevados ao consumidor local podem abrir caminho para futuras negociações visando a redução das tarifas. Segundo o boletim, “existe a possibilidade de que o governo americano aceite discutir tarifas menos agressivas no futuro”.

Impacto no mercado interno brasileiro

No Brasil, o mercado já sente os efeitos da nova conjuntura. Após uma queda acumulada de 7,3% no preço da arroba em julho, os valores voltaram a subir. Conforme o Deral, “as cotações estão se ajustando à nova realidade imposta pelas tarifas americanas e à prorrogação da investigação de salvaguarda pela China”. Na primeira semana de agosto, a arroba foi cotada a R$ 301,00, com alta de 2,3%.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Torneio em Fortaleza promove pesca esportiva e sustentabilidade

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participou do I Torneio 12 Horas de Pesca de Praia, realizado na Beira-Mar de Fortaleza (CE). O evento reuniu pescadores esportivos, representantes de entidades do setor e entusiastas da pesca recreativa em uma iniciativa voltada à promoção da prática responsável e sustentável da atividade. 

 Durante o torneio, além do suporte técnico, a equipe do MPA realizou ações de divulgação dos principais instrumentos e políticas públicas voltados à pesca amadora e esportiva. Assim, foram apresentados o Plano Nacional para o Desenvolvimento Sustentável da Pesca Amadora e Esportiva (PNPAE), o Panorama da Pesca Amadora e Esportiva no Brasil, o Painel do Pescador Amador e Esportivo e materiais educativos sobre boas práticas na atividade.  

De acordo com a chefe de serviço do Desenvolvimento da Pesca Industrial, Amadora e Esportiva, Giovana Curcio, “essas iniciativas integram os esforços do Ministério para ampliar o conhecimento sobre o setor, apoiar a formulação de políticas públicas e incentivar o desenvolvimento sustentável da pesca esportiva em todo o país. 

 Ela acrescenta que a participação do Ministério no evento reforça seu compromisso com o desenvolvimento sustentável da pesca amadora e esportiva, reconhecendo a atividade como importante ferramenta de lazer, turismo, geração de renda e conservação dos recursos pesqueiros. O MPA segue trabalhando para ampliar o acesso à informação, fortalecer a governança do setor e incentivar práticas que conciliem o esporte, a educação ambiental e a sustentabilidade”, concluiu.

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Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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