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Comissão debate reformas trabalhista e previdenciária e lei sobre terceirizações

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A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados realiza, nesta quinta-feira (14), audiência pública sobre as reformas trabalhista e previdenciária e a Lei das Terceirizações. O debate será realizado às 14 horas, no plenário 12, e atende a pedido da deputada Erika Kokay (PT-DF).

Veja quem foi convidado para o debate

Segundo a parlamentar, as medidas foram implementadas sem ampla participação popular e têm gerado impactos negativos, como a redução de salários, a retirada de direitos trabalhistas e o enfraquecimento das condições de aposentadoria e pensões.

Erika Kokay acrescenta que a reforma trabalhista alterou de forma significativa as relações de trabalho, ao permitir, por exemplo, parcelamento de férias, flexibilização da jornada, fim da ultratividade de acordos coletivos e ampliação de acordos individuais. Ela também aponta que a Lei das Terceirizações tem ampliado a precarização do trabalho e reduzido salários, além de afetar concursos públicos e regimes de previdência no setor público.

Em relação à reforma da Previdência, a deputada critica o aumento do tempo mínimo de contribuição e da idade para aposentadoria, especialmente para trabalhadores em situação de maior vulnerabilidade.

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Da Redação – RS

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Projeto cria regime especial de sanções ambientais para pequenos produtores

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O Projeto de Lei 2898/25 estabelece regime especial de sanções administrativas ambientais para pequenos produtores rurais que produzem para subsistência. O texto, em análise na Câmara dos Deputados, prevê prazo de 24 meses para a adoção das medidas necessárias à redução dos danos ambientais constatados.

A proposta altera a Lei de Crimes Ambientais.

Pela proposta, as sanções de apreensão, destruição, suspensão de venda ou fabricação de produtos e embargo de obra ou atividade não serão aplicadas nesse período.

Justiça social
De autoria do deputado Lucio Mosquini (PL-RO), o projeto define o pequeno produtor com base nos critérios da Lei da Agricultura Familiar.

Entre os requisitos, estão a exploração de área de até quatro módulos fiscais e o uso predominante de mão de obra familiar.

Segundo o deputado, a aplicação imediata e indiscriminada das penalidades previstas tem gerado graves prejuízos socioeconômicos para quem não dispõe de recursos para adequações imediatas.

Sem risco ambiental
Lucio Mosquini afirma que a mudança não comprometerá a proteção ao meio ambiente.

A fiscalização continuará ativa, e as sanções poderão ser aplicadas caso o pequeno produtor descumpra as exigências após o prazo de 24 meses.

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Próximos passos
O Plenário aprovou urgência para a proposta, o que permite que o texto seja votado mais rapidamente, sem aguardar a conclusão da análise nas comissões.

O projeto havia sido despachado, inicialmente, para as comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados

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