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Humberto Costa celebra inauguração de fábrica de hemoderivados em Pernambuco

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Nesta quarta-feira (13), o senador Humberto Costa (PT-PE) comemorou a inauguração de uma fábrica da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás) no município de Goiana (PE). Para ele, a inauguração é um marco da soberania nacional, da ciência aplicada e do fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

A unidade inaugurada nesta quinta-feira (14) será a maior fábrica de medicamentso hemoderivados da América Latina, com 17 prédios e capacidade de processar até 500 mil litros de plasma por ano. Para Humberto, o investimento de R$ 1,9 bilhão insere o estado de Pernambuco e o Brasil no mapa global da indústria farmacêutica de alta tecnologia.

— Estamos falando de uma conquista que unirá ciência, tecnologia, compromisso social e visão estratégica — disse.

Humberto afirmou que a nova instalação permitirá que o Brasil processe integralmente o plasma coletado em território nacional. Para ele, isso significa a autossuficiência na produção de medicamentos vitais e insumos indispensáveis para pacientes do SUS.

O senador parabenizou o compromisso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva por retomar investimentos na Hemobrás após o que chamou de “boicotes” em governos passados. A empresa foi criada em 2004, durante a gestão de Humberto Costa no Ministério da Saúde.

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Lúrya Rocha, sob supervisão de Rodrigo Baptista.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Deputados de oposição comemoram e governistas criticam rejeição do Senado a Messias no STF

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A rejeição do Senado à indicação de Jorge Messias para ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) foi comemorada por deputados da oposição, em discursos no Plenário da Câmara. Parlamentares da base do governo, porém, avaliaram que o Senado “virou as costas” para o povo com a decisão. O nome de Messias foi rejeitado nesta quarta-feira (29) por 42 a 34 votos dos senadores.

A oposição classificou a rejeição de Messias como “vitória da democracia” contra o que chamam de tentativa de aparelhamento do Judiciário. Para o líder da oposição, deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), a votação marca “a maior vitória” dentro do Congresso em defesa do Estado Democrático de Direito. “Esta vitória não é nossa, não é da oposição, não é do Senado nem da Câmara. Esta vitória é do povo brasileiro”, declarou.

A base do governo, por sua vez, acusou o Senado de virar as costas para o povo brasileiro e para a democracia. “Os inimigos do povo não respeitaram o voto soberano e popular na indicação do ministro do Supremo, de uma pessoa ilibada, decente, coerente, evangélico”, disse o líder do PT, deputado Pedro Uczai (SC). Segundo ele, a democracia e o povo brasileiro vão derrotar os que estão contra o governo nas próximas eleições.

Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados
Homenagem ao Dia Mundial do Livro. Dep. Pedro Uczai (PT-SC)
Pedro Uczai, líder do PT

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O líder do PL, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou que o Executivo viu, com a votação, “as costas” do Senado Federal. “Parabéns aos senadores pelo recado duro que hoje deram ao governo”, disse.

Já o deputado Helder Salomão (PT-ES) reforçou que a ação do Senado foi contra o povo brasileiro. “Hoje rejeitam a indicação de um homem íntegro, preparado, com todas as qualificações para ser um ministro”, lamentou.

Indicação
Atual advogado-geral da União, Jorge Messias foi indicado para o cargo pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na vaga decorrente da aposentadoria antecipada de Luís Roberto Barroso, que deixou o tribunal em outubro de 2025.

Com a rejeição, a mensagem indicando Messias foi arquivada, e o presidente Lula terá de encaminhar um novo nome para preencher a vaga deixada por Barroso no STF.

Esta foi a primeira vez que uma indicação ao STF foi rejeitada em 132 anos. Antes, apenas cinco indicações feitas pelo então presidente da República foram derrubadas pelos senadores. Todas as rejeições ocorreram em 1894, no governo do marechal Floriano Peixoto. O STF foi criado em 1890, após a Proclamação da República.

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Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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