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Ministro Luiz Marinho prestigia feirão Emprega Transporte em São Paulo

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, participou na manhã desta sexta-feira (15), em São Paulo, do feirão Emprega Transporte, organizado pelo SEST/SENAT e pela Federação das Empresas de Transporte de Carga do Estado de São Paulo e Região (FETCESP). O evento reuniu cerca de 50 empresas que oferecem, juntas, mais de 2 mil vagas no setor de transporte e logística para trabalhadores em busca de emprego.

“A feira aproxima cidadãos que buscam emprego e empregadores que oferecem vagas de trabalho. A intenção é ampliar oportunidades de inserção no mercado de trabalho e oferecer cursos de capacitação aos candidatos que não conseguem vagas por falta de qualificação”, explicou o ministro na abertura do evento.

Aos participantes, Luiz Marinho destacou que o Sistema Nacional de Emprego (Sine) oferece diversos cursos profissionalizantes, especialmente na área digital, por meio de parceria com a Microsoft, via Escola do Trabalhador 4.0. A plataforma disponibiliza gratuitamente, de forma online, 5,5 milhões de vagas em 176 cursos na área de tecnologia da informação.

“Estamos focados em eliminar o analfabetismo digital, oferecendo cursos gratuitos que vão do letramento digital a níveis avançados, como inteligência artificial e desenvolvimento de software. Mais de 1,82 milhão de pessoas já se inscreveram e mais de 250 mil delas já concluíram cursos de letramento digital e produtividade em todo o país”, ressaltou.

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Após concluir o curso, o aluno realiza uma prova online e precisa atingir pelo menos 50% de acertos para obter a certificação da Microsoft. As aulas são flexíveis e podem ser acessadas de qualquer lugar, pelo computador ou smartphone. Os inscritos também têm acesso ao pacote Office 365 para praticar o conteúdo aprendido. Acesse a plataforma e inscreva-se aqui.

Projeto nacional – O feirão começou às 9h, em Vila Maria, região que concentra grandes empresas e entidades do setor de transporte, e já contava com mais de 3 mil pessoas cadastradas para concorrer às vagas durante todo o dia.

Para o presidente do Sistema Transporte, Vander Costa, “a feira oferece aos visitantes a possibilidade de participar de processos seletivos no local, aumentando as chances de conquistar uma vaga nas mais de 50 empresas de transporte presentes ao evento”. A ação integra o projeto nacional Emprega Brasil, do SEST/SENAT, que tem o objetivo de gerar oportunidades e impulsionar a qualificação profissional. A previsão é realizar, ainda este ano, cerca de 60 feiras de emprego em todo o país.

Por meio de parcerias estratégicas e acordos de cooperação técnica com o Ministério do Trabalho e Emprego, a plataforma Emprega Transporte está integrada ao Sine, ampliando o alcance e os resultados para empregadores e candidatos. Pelo sistema, o trabalhador tem acesso a diversas vagas e aos cursos de qualificação profissional oferecidos na plataforma.

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Carteira assinada – O ministro também ressaltou o bom desempenho do emprego no país, que alcançou em junho um total de 48,4 milhões de postos formais, sendo mais de 4 milhões gerados apenas no atual governo. Ele destacou, especialmente, o interesse dos jovens pelas vagas com carteira assinada.
“Vejo muita gente dizendo que os jovens não querem emprego formal, o que não é verdade. Os dados do Novo Caged, que mede o emprego formal no país, demonstram que mais de 80% das vagas formais são para a faixa etária de até 24 anos. O que o jovem não quer é emprego que paga pouco pelo seu trabalho. Ofereça um bom salário que você terá mão de obra jovem”, acentuou o ministro.

Segundo dados do Novo Caged, no primeiro semestre de 2025 foram geradas 1,2 milhão de vagas de emprego no país, com saldo positivo nos cinco grandes setores da economia. “Somente em junho geramos mais de 166 mil novas vagas com carteira assinada”, frisou Luiz Marinho.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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MEC apresenta Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva

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O Ministério da Educação (MEC) realizou, nesta quinta-feira, 30 de abril, reunião com representantes da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e do Conselho Nacional de Secretários de Educação das Capitais (Consec) para apresentar a Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva, iniciativa que integra a Política Nacional de Educação Escolar Inclusiva (Pneei). 

Na ocasião, a pasta apresentou dados sobre a educação especial inclusiva no Brasil. Entre os avanços divulgados estava o aumento de 81%, em relação a 2021, de matrículas nessa modalidade de ensino: foram computadas 2,5 milhões de matrículas em 2025. Também teve destaque os investimentos realizados por meio do PDDE Equidade – Sala de Recursos Multifuncionais (SRM)

A secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão do MEC, Zara Figueiredo, ressaltou a importância do crescimento de matrículas, ponderando os próximos passos para atender à demanda. “Esse aumento também cria uma pressão maior nas redes, no que diz respeito à oferta adequada de ensino. Precisamos fazer um desenho bem formulado e detalhado das ações que serão tomadas, porque a gestão é fundamental para qualificar a permanência e o aprendizado de alunos nesta modalidade de ensino”, completou. 

Como resposta à essa necessidade, o encontro tratou da implementação da Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva, que visa garantir o direito à educação sem discriminação e com base na igualdade de oportunidades para os alunos que são o público da educação especial. “Desde 2025, o MEC tem trabalhado pela normatização da Rede, sempre em contato com as secretarias de educação e com os demais agentes governamentais”, explicou a secretária. 

“Recolhemos diversas sugestões e adotamos várias medidas para construir uma nova portaria regulamentadora, que será publicada em breve. Esse documento reúne esforços na tentativa de criar um material que atenda a todas as demandas da educação inclusiva e que gere os instrumentos necessários para a implementação da Política Nacional de Educação Especial Inclusiva”, adiantou. 

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O MEC investiu, desde o início dessa gestão, no fortalecimento da educação especial inclusiva. Ao todo, foram destinados R$ 2,3 bilhões para estruturar o Atendimento Educacional Especializado (AEE) e para a formação de professores. Via PDDE Equidade – SRM, transferiu valores de R$ 654,8 milhões entre 2023 e 2025, com previsão de mais R$ 204 milhões em 2026. 

Cadernos – Durante a reunião, o MEC disponibilizou também o primeiro volume dos Cadernos de Gestão da Educação Especial Inclusiva, que buscam apoiar redes de ensino na formulação e implementação de políticas educacionais com foco em equidade. Os materiais funcionam como guias práticos para a gestão, conectando diretrizes nacionais aos desafios concretos enfrentados por estados e municípios. 

A coleção reúne seis volumes, cada um dedicado a uma modalidade: educação de jovens e adultos, educação do campo, educação escolar quilombola, educação escolar indígena, educação especial inclusiva e educação bilíngue de surdos. 

Rede – A Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva será composta por: Centros de Referência em Formação Continuada e em Serviços; Observatório da Educação Especial Inclusiva; Núcleos de Apoio Técnico e Disponibilização de Materiais; Programa Nacional de Autodefensoria contra o Capacitismo; e Núcleo Intersetorial de Educação Especial Inclusiva:  

  • Centros de Referência em Formação Continuada e em Serviço: serão 27 centros, um em cada UF, que ofertarão formação em serviço de modo contínuo para atender às especificidades das redes de cada estado. 
  • Observatório da Educação Especial Inclusiva: será efetivado por meio de parceria com universidade federal e deverá estar articulado aos centros de formação e à rede de governança. 
  • Núcleos de Apoio Técnico e Disponibilização de Materiais: já estavam previstos em legislação, os núcleos serão responsáveis pela produção de materiais acessíveis, tecnologias assistivas e orientações de profissionais da educação. 
  • Rede Nacional de Autodefensoria contra o Capacitismo: movimento protagonizado por autodefensoras e autodefensores, membros de organizações representativas das pessoas com deficiência intelectual, síndrome de Down e autismo, com a finalidade de realizar ações de sensibilização coletiva sobre o combate ao capacitismo no contexto escolar. 
  • Estratégia de Articulação Intersetorial: rede de governança que contará com 2.003 articuladores intersetoriais para ajudar as redes e escolas em atividades. Eles atuarão como ponto focal do MEC nos territórios, apoiando as redes na elaboração e aprovação de normativos da política, além de promover e coordenar as atividades de formação em cada UF. Haverá também o apoio à Undime e às secretarias estaduais de educação no planejamento e na implementação do Plano de Ação para a formação de gestores e professores, dentre outros. 
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Pneei – A Política Nacional de Educação Escolar Inclusiva, instituída por meio dos Decretos nº 12.686/2025 e 12.773/2025, tem por objetivo reafirmar o compromisso com um sistema educacional inclusivo em todos os níveis, etapas e modalidade, assegurando o direito à educação de qualidade e condições de igualdade com os demais estudantes. A Pneei define como modalidade oferecida na rede regular de ensino, transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, para estudantes com deficiência, estudantes autistas e estudantes com altas habilidades ou superdotação, assegurando recursos e serviços educacionais para apoiar, complementar e suplementar o processo de escolarização. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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