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MTur promove lives sobre a importância da qualificação para o desenvolvimento do Turismo Rural

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Evidenciar benefícios da qualificação profissional para alavancar empreendimentos do campo e favorecer a geração de emprego e renda no país a partir da associação entre agricultura familiar e turismo. Este é objetivo de uma série de lives promovidas no âmbito do Projeto Experiências do Brasil Rural, iniciativa do governo federal voltada ao desenvolvimento do turismo rural. Quem abrirá a série, às 18h30 desta terça-feira (20/07), com transmissão ao vivo pelo YouTube do MTur, será Silvia Pinheiro, proprietária do Sítio Pinheiros, referência em turismo rural na cidade de Brazlândia (DF).

Os seminários virtuais “Visões de Mercado” são uma parceria entre os ministérios do Turismo (MTur), da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e da Universidade Federal Fluminense (UFF). E vão reunir empreendedores que, a partir de capacitações, transformaram os seus negócios em cases de sucesso no segmento.

Aberto ao público em geral, o “Visões de Mercado” contará ainda, na quinta-feira (22/07), também às 18h30, com Marcelo Weiler, sócio do Restaurante Pitanga ao Ar Livre, de Itacoatiara, em Niterói (RJ).

O ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, frisa que a exposição de exemplos bem-sucedidos pode inspirar ações inovadoras e contribuir com a retomada do setor no pós-pandemia. “A tendência no mundo é de forte procura pelo turismo de natureza, e nada se compara aos nossos atrativos do campo. Este é um ótimo momento para enxergar oportunidades de empreender, diversificar a nossa oferta turística e ajudar a movimentar a economia dos destinos rurais”, aponta.

O Experiências do Brasil Rural busca impulsionar produtos e serviços da agricultura familiar ligados ao turismo, de forma a proporcionar vivências memoráveis a visitantes e gerar alternativas de renda, a partir da formatação e do posicionamento de roteiros. Por meio do projeto, oito roteiros turísticos rurais selecionados em quatro regiões do país, que produzem queijos, vinhos, cervejas e frutos da Amazônia, receberão apoio técnico para estruturar e comercializar destinos e empreendimentos.

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Os roteiros atendidos pelo projeto são a Rota Amazônia Atlântica, do Pará; a Terra Mãe do Brasil, Seus Caminhos, Segredos e Saberes, da Bahia; o Agroturismo do Espírito Santo; a Rota do Queijo Terroir Vertentes e a Rota Gourmet das Terras Altas da Mantiqueira, em Minas Gerais; o Caminhos do Campo, em Santa Catarina, e a Ferradura dos Vinhedos e o Roteiro Farroupilha Colonial, no Rio Grande do Sul.

O secretário nacional de Desenvolvimento e Competitividade do Turismo do MTur, William França, explica que os painéis virtuais integram o processo de capacitação dos roteiros contemplados.

“Após uma fase inicial de diagnóstico, quando foram levantados pontos fortes e pontos em que é possível avançar, passamos agora à qualificação dos roteiros e dos vários empreendedores associados ao turismo. Este é um processo que certamente vai levar à consolidação de uma política sustentável de desenvolvimento do turismo rural, com reflexos positivos na inclusão social e na oferta de produtos e serviços a visitantes”, destaca William França.

Os seminários virtuais também vão reunir a diretora do Departamento de Inteligência Mercadológica e Competitiva do Turismo do MTur, Nicole Facuri; o coordenador-geral de Acesso a Mercados do MAPA, Mateus Rocha, e Osiris Marques, professor do Departamento de Turismo da UFF e coordenador do Experiências do Brasil Rural. Os conteúdos serão compartilhados com os roteiros envolvidos e outros empreendimentos turísticos semelhantes, de maneira a ampliar a abrangência das informações.

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CONVIDADOS – Sílvia Pinheiro administra há 17 anos o Sítio Pinheiros, que antes da pandemia oferecia turismo pedagógico, com educação ambiental para crianças. As restrições da Covid-19, porém, afetaram as atividades e a levaram a buscar capacitação. Inspirada pela criatividade de outros empresários na mesma situação, Sílvia transformou o sítio em uma hospedagem familiar em meio à natureza, palco de vivências que mantêm o foco na conscientização ambiental.

Igualmente impactado por efeitos da pandemia, Marcelo Weiler, também proprietário da operadora de turismo Transmundi, aproveitou a interrupção de atividades da empresa diante da pandemia para converter um espaço ocioso em um restaurante inovador, repleto de jardins. Hoje, no Pitanga ao Ar Livre, ele e a sócia vão às mesas dos clientes contar a história dos pratos e propor harmonizações com vinhos e cervejas, jogando luz sobre produtos do campo.

CRONOGRAMA – Uma segunda etapa do “Visões de Mercado”, entre 21 e 30 de setembro deste ano, vai envolver a promoção de seis palestras virtuais com especialistas sobre temas apontados nos diagnósticos realizados pelo projeto. A penúltima fase da iniciativa consistirá nas “Oficinas de Experiências”, voltadas à formatação de experiências turísticas. Por fim, o Experiências do Brasil Rural vai ter como foco ações de apoio à promoção e à comercialização de roteiros.

Por André Martins

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Dia Internacional de Combate à Pirataria alerta para relação entre mercados ilícitos e crime organizado

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Brasília, 10/6/2026 – O Dia Internacional de Combate à Pirataria, celebrado em 10 de junho, chama atenção para os impactos da comercialização de produtos falsificados, do contrabando e de outras práticas ilegais que violam a propriedade intelectual.

A pirataria movimenta recursos que podem financiar organizações criminosas envolvidas em atividades como contrabando, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e outros delitos. Por isso, a compra de produtos falsificados não é uma prática sem consequências e pode contribuir para a manutenção de redes ilícitas que atuam fora dos mecanismos de controle do Estado.

Além dos impactos econômicos, produtos falsificados podem representar riscos à saúde e à segurança dos consumidores. Como não passam por processos regulares de fiscalização e controle de qualidade, esses itens podem apresentar falhas de fabricação, composição inadequada e descumprimento de requisitos técnicos exigidos pela legislação. Medicamentos, cosméticos, bebidas, eletrônicos, peças automotivas, roupas e acessórios estão entre os produtos frequentemente alvo de falsificação.

No Brasil, as ações de enfrentamento à pirataria são coordenadas pelo Conselho Nacional de Combate à Pirataria e aos Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), vinculado à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O Conselho atua na articulação entre órgãos públicos e entidades da sociedade civil para fortalecer ações de fiscalização, prevenção, capacitação e conscientização.

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As iniciativas integram a Política Nacional de Combate à Pirataria (PNCP), que reúne ações voltadas à proteção da propriedade intelectual, ao enfrentamento dos mercados ilícitos e ao fortalecimento da cooperação entre os setores público e privado.

A orientação aos consumidores é comprar produtos em estabelecimentos regulares, verificar a procedência das mercadorias, exigir nota fiscal e desconfiar de preços incompatíveis com os praticados no mercado. Denúncias sobre a comercialização de produtos falsificados também auxiliam o trabalho dos órgãos responsáveis pela fiscalização e repressão dessas práticas.

O combate à pirataria depende da atuação coordenada do poder público, do setor produtivo e da sociedade. A conscientização dos consumidores contribui para reduzir a circulação de produtos ilegais, fortalecer a economia formal e dificultar o financiamento de atividades criminosas.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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