CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

AGRONEGOCIOS

Preço do Milho Reage no Brasil com Redução de Oferta pelos Produtores

Publicados

AGRONEGOCIOS

O mercado brasileiro de milho apresentou movimentação limitada durante a última semana, mas os preços voltaram a reagir diante da retenção de oferta por parte dos produtores. Segundo a Safras Consultoria, a conjuntura econômica e tensões internacionais favoreceram o câmbio, melhorando a paridade de exportação nos portos.

Demanda interna ainda tímida

Os compradores domésticos estão mais ativos, mas de forma pontual, adquirindo volumes suficientes apenas para atender às necessidades imediatas. O alto custo do frete continua sendo um fator que limita a movimentação do milho para longas distâncias.

Colheita da safrinha avança em regiões atrasadas

A colheita da safrinha tem evoluído principalmente em áreas que estavam atrasadas, como algumas regiões de São Paulo, garantindo melhor perspectiva para o fornecimento do cereal.

Cenário internacional e impacto na Bolsa de Chicago

No âmbito externo, o Crop Tour da Pro Farmer acompanhou a produtividade da safra norte-americana de milho, que se mantém em níveis recordes. A boa demanda pelo cereal nos Estados Unidos contribuiu para uma semana de valorização nos preços da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT).

Leia Também:  Pecuária de cria deve liderar rentabilidade no agronegócio brasileiro em 2026
Preços internos do milho

Média nacional: R$ 62,01/saca, alta de 1,21% frente à semana anterior (R$ 61,28).

  • Cascavel/PR: R$ 60,00, estável.
  • Campinas/CIF: R$ 66,00, avanço de 1,54%.
  • Mogiana/SP: R$ 60,00, alta de 3,45%.
  • Rondonópolis/MT: R$ 55,00, alta de 1,85%.
  • Erechim/RS: R$ 70,00, queda de 1,41%.
  • Uberlândia/MG: R$ 61,00, alta de 1,67%.
  • Rio Verde/GO: R$ 55,00, avanço de 3,77%.
Exportações brasileiras de milho

Até o momento em agosto, o Brasil registrou receita de US$ 614,217 milhões com exportações de milho, em 11 dias úteis, com média diária de US$ 58,292 milhões. O volume total exportado foi de 3,126 milhões de toneladas, com preço médio de US$ 205,10/tonelada.

Em comparação com agosto de 2024, houve alta de 9,7% no valor médio diário, 3,1% na quantidade média diária exportada e 6,4% no preço médio da tonelada, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGOCIOS

Exportação de algodão do Brasil bate recorde histórico e supera 3 milhões de toneladas na temporada

Publicados

em

As exportações brasileiras de algodão seguem em ritmo recorde e consolidam o protagonismo do país no comércio mundial da fibra. Em maio, o Brasil embarcou 291,2 mil toneladas de algodão, gerando receita de US$ 449,6 milhões, o maior volume já registrado para o mês na série histórica.

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), e analisados pela Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea).

Apesar da redução em relação a abril, quando os embarques alcançaram 370,4 mil toneladas, o desempenho de maio representou crescimento expressivo de 51,5% em volume e de 45,3% em receita na comparação com o mesmo período do ano passado.

Temporada histórica ultrapassa 3 milhões de toneladas

Com o resultado de maio, o acumulado da temporada 2025/26, iniciada em julho de 2025, atingiu 3,129 milhões de toneladas exportadas, estabelecendo um novo recorde para o setor algodoeiro brasileiro.

Segundo a Anea, a desaceleração observada entre abril e maio está alinhada ao comportamento sazonal do mercado, sem comprometer o forte desempenho das exportações ao longo da temporada.

Leia Também:  Ministro Carlos Fávaro assina contrato para banco de antígenos da febre aftosa

O algodão representou 1,41% de todas as exportações brasileiras realizadas em maio e ocupou a terceira posição entre os produtos agropecuários mais exportados pelo país no período.

Brasil fortalece posição como fornecedor global durante todo o ano

Para o presidente da Anea, Dawid Wajs, os números reforçam a capacidade do Brasil de atender ao mercado internacional de forma contínua, independentemente da época do ano.

Segundo ele, o país já ultrapassou a marca de 3 milhões de toneladas exportadas no acumulado da temporada e registra mais um recorde mensal. Além disso, o segundo trimestre de 2026 já é o maior da história para o setor, mesmo antes da contabilização dos embarques de junho.

A avaliação da entidade é de que o algodão brasileiro vem ampliando sua presença global graças à competitividade, à qualidade da fibra e à eficiência logística dos exportadores, mesmo diante das incertezas provocadas pelos atuais conflitos geopolíticos internacionais.

Bangladesh e Paquistão lideram compras da fibra brasileira

Entre os principais destinos do algodão brasileiro em maio, Bangladesh manteve a liderança, respondendo por 21,1% dos embarques. Na sequência aparecem:

  • Paquistão: 19,0%;
  • Turquia: 14,2%;
  • Vietnã: 13,4%.
Leia Também:  Pecuária de cria deve liderar rentabilidade no agronegócio brasileiro em 2026

Juntos, Bangladesh e Paquistão concentraram cerca de 40% de todas as exportações realizadas no mês.

A China, tradicionalmente um dos maiores compradores da fibra brasileira, reduziu sua participação para 9,6% dos embarques de maio, após responder por aproximadamente um terço das compras ao longo da temporada.

A Índia também apresentou retração na demanda. A participação do país caiu de 11% em abril para 6,3% em maio, reflexo do encerramento da isenção tributária para importação de algodão.

Perspectivas seguem positivas para o setor

Com a safra brasileira em expansão e a crescente diversificação dos mercados compradores, as perspectivas permanecem favoráveis para as exportações de algodão nos próximos meses.

O desempenho recorde reforça a competitividade do agronegócio brasileiro e fortalece a posição do país como um dos principais fornecedores globais da fibra, atendendo mercados estratégicos na Ásia, Oriente Médio e Europa.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA