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COP30 já tem 61 países confirmados após o início da Força-Tarefa
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O governo federal, por meio da força-tarefa organizada pelo Ministério do Turismo, apresentou o primeiro balanço das ações para garantir a plena realização da COP30, em Belém, em novembro de 2025. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (29.08), em Belém. O esforço, coordenado Secretaria Extraordinária da COP (SECOP), em parceria com o Ministério do Turismo e Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), e tem como foco ampliar a cooperação internacional, atrair investimentos e preparar a capital paraense com soluções logísticas, de infraestrutura e de sustentabilidade.
Até o momento, 61 países já confirmaram presença na Conferência, sendo mais de 40 por meio da plataforma oficial do governo brasileiro. Outros 33 países estão em tratativas para viabilizar sua participação. Entre as confirmações destacam-se Japão, Espanha, Noruega, Portugal, Arábia Saudita, Egito, República Democrática do Congo e Singapura, que negociaram diretamente com a rede hoteleira e plataformas de hospedagem. O Panamá também já garantiu sua presença, com uma comitiva de nove representantes, enquanto Bahrein e Omã ampliam o grupo de países árabes que marcarão presença no evento.
“A COP30 será um divisor de águas para o turismo, a economia e a sustentabilidade do Brasil. Estamos trabalhando para que Belém receba o mundo com excelência, garantindo estrutura, logística e hospitalidade, mas, acima de tudo, mostrando que a Amazônia pode liderar a agenda global do clima e do desenvolvimento sustentável”, afirmou o ministro do Turismo e presidente do Conselho Executivo da ONU Turismo, Celso Sabino.
A operação de confirmação das partes é coordenada pela Secretaria de Organização da Conferência das Partes (SECOP), em articulação com equipes de Relações Internacionais, que têm intensificado o contato com embaixadas e organismos multilaterais. Um dos pontos prioritários tem sido o suporte às delegações dos Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento (SIDS) e dos Países Menos Desenvolvidos (LDCs), grupo de 72 nações que já recebem orientações para esclarecer dúvidas e garantir participação efetiva.
“Será uma COP muito participativa e uma grande oportunidade para o mundo vir, viver, sentir o sabor da nossa rica gastonomia e discutir como preservar nossas florestas tropicais”, finalizou o ministro.
LOGISTÍCA – O governo brasileiro colocou à disposição 1.080 quartos para delegações do Grupo 1, com valores entre US$ 100 e US$ 200 a diária. O modelo prevê flexibilidade: as delegações podem revezar seus representantes na ocupação durante o período da Conferência. Além disso, duas embarcações transatlânticas, com capacidade total de 6 mil leitos, chegam a Belém em 5 de novembro, ampliando a oferta de hospedagem.
APOIO – Para fortalecer a infraestrutura local, o Ministério do Turismo já destinou R$ 172 milhões do Fundo Geral do Turismo (Fungetur) para apoiar a construção de novos empreendimentos e a reforma de hotéis já existentes, garantindo qualidade no atendimento e expansão da rede de serviços turísticos.
Com a confirmação crescente de países, os investimentos em infraestrutura e a articulação internacional, o Brasil reforça sua liderança no enfrentamento da crise climática e na promoção do desenvolvimento sustentável.
HISTÓRICO – No último dia 12 de agosto, o ministro Celso Sabino se reuniu com em Belém (PA), com embaixadores de seis países do Golfo Pérsico – Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Qatar, Kuwait, Omã e Bahrein. A agenda, organizada pelo Ministério do Turismo, teve como objetivo estreitar laços, ampliar a cooperação e atrair investimentos para logística, infraestrutura e soluções sustentáveis, compondo a preparação da COP30 de 2025 na capital paraense.
Por Fabio Marques
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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Governo do Brasil anuncia programa para adimplentes dos Fies
O governo federal anunciou, nesta segunda-feira, 29 de junho, a criação do Fies Empreendedor como parte das ações do Desenrola Adimplentes. O programa é destinado para egressos adimplentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) que estão em período de amortização do empréstimo estudantil e busca oferecer crédito para financiar as próximas etapas da trajetória profissional de estudantes recém-formados, com foco em atividades empreendedoras. Por meio da iniciativa, entre 50 mil e 125 mil pessoas terão acesso a uma linha de crédito reembolsável.
O orçamento previsto para a ação é de até R$ 1 bilhão. A cerimônia de assinatura da Medida Provisória que cria o Desenrola Adimplentes teve a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e dos ministros da Educação, Leonardo Barchini, e da Fazenda, Dario Durigan.
Barchini ressaltou que o Fies Empreendedor é um investimento inédito que trará inúmeros ganhos para o país. “Pela primeira vez, estamos auxiliando esses jovens egressos de escola pública, que conseguiram, com muita dificuldade, acessar o ensino superior, se formar e ficar em dia com os pagamentos do Fies. É muito difícil empreender no Brasil, mas com essa nova linha de crédito, vamos conseguir dar oportunidades para que eles possam estabelecer seu negócio e ter igualdade de condições. Daqui a alguns anos, esses jovens poderão dar retornos para o país”, defendeu.
Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal serão os agentes financeiros responsáveis pelo programa, de acordo com as seguintes condições: juros de 11% ao ano; limite de financiamento de R$ 180 mil para pessoas jurídicas e R$ 80 mil para pessoas físicas; e prazo máximo de 96 meses para pessoas jurídicas e de 60 meses para pessoas físicas.
Desenrola Adimplentes – O programa é uma expansão do Novo Desenrola Brasil e foi concebido para reduzir o risco de inadimplência entre cidadãos que estão na informalidade e mantêm as obrigações financeiras em dia, ou possuem dívidas com atraso de até 90 dias, oferecendo condições mais favoráveis para a reorganização financeira e preservação da capacidade de pagamento. Com essa medida, inaugura-se a linha de crédito subsidiado, voltada aos trabalhadores informais e ao público que enfrenta juros elevados e condições desfavoráveis de acesso ao crédito.
Para estar apto ao programa, o trabalhador não pode ter vínculo CLT, ser servidor público e beneficiário de aposentadoria ou de pensão do INSS. As condições estabelecidas são: taxa máxima de juros de 1,99% ao mês; prazos equivalentes à data remanescente da dívida original; limite de prestação; possibilidade de crédito adicional de até 50% do saldo devedor; e garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO).
Nova linha de crédito – Durante o evento, também foi anunciada a linha de crédito consignado privado com garantia do FGTS, voltada ao trabalhador com vínculo formal de emprego. A ação consiste na disponibilização parcial do saldo do FGTS para garantir operações do crédito do trabalhador (crédito consignado privado). Com o uso das garantias, a taxa máxima de juros será limitada a 1,99% ao mês, sendo que as operações contratadas via CTPS poderão ter cobertura do FGTS de até 100% do valor nominal do crédito. Nas contratações feitas em canal próprio, a cobertura poderá ser de até 50%.
Desenrola Brasil – Desenvolvido pelo governo federal, a política visa apoiar famílias brasileiras na renegociação de dívidas em atraso. O programa permite a renegociação de débitos de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal (CDC), contratados até 31 de janeiro de 2026 e com atraso entre 91 dias e dois anos. Os participantes podem obter descontos de até 90%, taxa máxima de juros de 1,99% ao mês, prazo de até 48 meses para pagamento, e possibilidade de utilização de parte do saldo do FGTS para amortização parcial ou quitação das dívidas. O objetivo é promover a recuperação financeira das famílias e reduzir os índices de inadimplência no país.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Ministério da Fazenda
Fonte: Ministério da Educação


