MATO GROSSO
Politec identifica estuprador e assassino em série em Cuiabá
MATO GROSSO
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) identificou o homem suspeito de ter estuprado e matado Solange Aparecida Sobrinho, de 52 anos, no campus da UFMT, no dia 23 de julho, por meio de exames de DNA em vestígios biológicos do suspeito encontrados no corpo da vítima.
Inicialmente, as amostras coletadas indicaram a presença de um mesmo DNA masculino no corpo de Solange, e em uma bituca de cigarro que foi encontrada no local do crime.
Exames realizados em outras três vítimas de estupro e feminicídio ocorridos em diferentes anos identificaram o mesmo homem que estuprou e matou Solange.
Na ocasião, a Politec comparou este perfil genético com os perfis de seis suspeitos indicados pela Polícia Civil, e todos os resultados deram negativo para a identificação do agressor. A partir de então, o perfil genético masculino coletado no corpo de Solange foi incluído no Banco de Perfis Genéticos, obtendo resultado coincidente para outros três crimes cometidos pelo mesmo homem, cuja identidade ainda era desconhecida. Um destes foi um feminicídio e estupro cometido no ano de 2020, ocorrido no Bairro Parque Ohara. O segundo foi um estupro ocorrido no ano de 2021 no Bairro Tijucal. O terceiro, para um estupro cometido contra outra vítima, em 2022, no bairro Jardim Leblon.
Para auxiliar na busca e difusão das informações do suspeito, a Unidade de Inteligência da Politec foi acionada e durante as pesquisas em sistemas de segurança pública foi encontrado o nome do suspeito, que havia sido preso por ter cometido o estupro ocorrido no Bairro Tijucal de 2021.
A Unidade de Inteligência da Politec explica que a ação tinha como objetivo transmitir a informação sobre o agressor comum confirmado pelo exame de perfil genético.
Durante as buscas, descobriu-se que uma das vítimas já havia denunciado um suspeito, que, em decorrência de um outro caso, já havia passado por exames e, na ocasião, teve o perfil genético inserido no banco de dados da Politec. Em nova análise, foi realizado o confronto deste suspeito com a amostra masculina do caso Solange e dos outros três casos, obtendo resultado positivo para a identificação do agressor.
Mediante os resultados, os laudos periciais foram concluídos e disponibilizados às autoridades responsáveis pelos inquéritos na quinta-feira (28.8).
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado
Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.
O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.
Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.
Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.
Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.
Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.
A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.
Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.
Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.
Fonte: Governo MT – MT
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