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Justiça Eleitoral realiza mutirão na Aldeia Pé de Mutum, em Juara

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Considerada um local de difícil acesso, a Aldeia Pé de Mutum (300 km da cidade de Juara) receberá os serviços da Justiça Eleitoral, na próxima semana, por meio da 27ª Zona Eleitoral. Os atendimentos terão início na terça-feira (02.09) e seguirão até sexta-feira (05.09), sempre das 8h às 17h. Com foco no cadastro biométrico, a iniciativa contemplará a etnia Rikbaktsa. 

 

Para chegar até a aldeia, a equipe percorrerá apenas uma pequena parte de asfalto, sendo a maioria do trecho feita em estrada de terra e com mata fechada. O deslocamento contará com veículo cedido pela Prefeitura de Juara, parceira na realização do evento.  

 

A região fica às margens do rio Juruena, próxima à divisa entre os municípios de Juara e Juruena. Além dos indígenas, o mutirão pretende atender a população rural que reside em fazendas do entorno da aldeia. Dessa forma, a expectativa é atender aproximadamente 120 pessoas. 

 

Além do cadastro da biometria, serão realizados serviços de alistamento (confecção do 1º título), revisão, transferência eleitoral e expedição de segunda via do título de eleitor, além de emissão de certidões, emissão de guias para pagamento de multas eleitorais e consulta da situação eleitoral. 

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Com a ação, a 27ª Zona Eleitoral espera ampliar a cobertura biométrica local. Atualmente, do total de 24.322 pessoas aptas ao voto em Juara, apenas 18.105, ou seja, 74,44% cadastraram a biometria.  

 

O mutirão foi determinado pelo Edital nº 05/2025/27ªZE, assinado pelo juiz da 27ª Zona Eleitoral, Fabrício Savazzi Bertoncini. 

 

Jornalista: Nara Assis 

 

#PraTodosVerem: A imagem mostra uma construção rústica de madeira com cobertura de palha, típica de comunidades tradicionais ou indígenas. Neste caso, é da Aldeia Pé de Mutum. O chão é de terra batida e, ao fundo, é possível ver outras casas simples, além de árvores que compõem uma vegetação densa. O cenário transmite simplicidade, contato direto com a natureza e aspectos culturais da vida comunitária. 

Fonte: TRE – MT

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Governo pagou R$ 206 milhões por obras do BRT até o momento; apenas venda do VLT rendeu R$ 915 milhões

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O Governo de Mato Grosso pagou até o momento, R$ 206 milhões referentes às obras de implantação do Sistema BRT em Mato Grosso. No total, já foram contratados R$ 533 milhões para as obras de infraestrutura, construção de estações e terminais.

Este valor é inferior ao que foi arrecadado pelo Governo com a venda de vagões e equipamentos do VLT, que totalizam R$ 915 milhões.

O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, explica que os valores são a soma de quatro contratos feitos até o momento. “Precisamos esclarecer o que eu acredito que não seja má fé, mas talvez um equívoco sobre os valores gastos pelo Governo nas obras do BRT”, explica.

O primeiro contrato assinado, com o Consórcio Construtor BRT, previa a implantação total da infraestrutura do sistema, mas foi rescindido devido a não execução das obras por parte das empresas responsáveis. Este contrato tinha o valor de R$ 468 milhões, mas o Governo pagou R$ 130 milhões, incluindo os valores de reajustes inflacionários.

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Esse recurso foi utilizado na implantação total da infraestrutura nas Avenidas da FEB e João Ponce de Arruda, em Várzea Grande, além de trechos da Avenida do CPA em Cuiabá.

Após a rescisão deste contrato, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) dividiu o restante da contratação em diversos lotes, como forma de acelerar o ritmo das obras. As licitações foram todas abertas à participação de empresas interessadas, incluindo disputa de propostas entre os participantes.

A segunda licitação, que está em andamento, foi feita para a implantar o restante da infraestrutura nas Avenidas do CPA e na Prainha, além do trecho entre o Aeroporto de Várzea Grande e o novo Terminal da cidade. Este contrato tem o valor de R$ 155 milhões, dos quais o Governo já pagou R$ 76 milhões.

A terceira licitação foi realizada para construir as estações, em um valor de R$ 120 milhões – ainda sem pagamentos, devido ao fato de a execução estar em seu início.

O secretário Marcelo explica que essa licitação inicialmente teve uma proposta de R$ 68 milhões, que foi rejeitada pelo fato de a empresa não ter apresentado documentos técnicos e financeiros.

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“A partir disso, nós incluímos no projeto a mudança do tipo de piso, a inclusão de portas automáticas, vidros com maior capacidade de reflexão de calor e a climatização das estações. Por isso, elas passaram para esse valor de R$ 120 milhões”, disse.

Por fim, foi realizada uma nova licitação para a contratação de uma empresa para construir os terminais, obras ainda não iniciadas, no valor de R$ 128 milhões.

“Então, foram pagos R$ 206 milhões. E eu quero dizer mais uma coisa. Com a venda dos vagões e mais alguns materiais elétricos, o Estado já arrecadou R$ 915 milhões. Então nós estamos com um superávit de quase R$ 400 milhões. A Sinfra é transparente e republicana”, concluiu o secretário.

Fonte: Governo MT – MT

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