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Esperidião Amin pede proteção à testemunha e questiona atuação do STF

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Em pronunciamento nesta quarta-feira (3), o senador Esperidião Amin (PP-SC) pediu proteção para o ex-chefe da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação (AEED) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Eduardo Tagliaferro, após depoimento prestado na Comissão de Segurança Pública (CSP) na terça (2). Segundo o parlamentar, o depoente apresentou documentos e denúncias que podem “provocar um abalo jurídico inédito” no país. 

De acordo com o senador, Tagliaferro deixou o país e está na Itália após denunciar supostas irregularidades na coleta de dados e diligências conduzidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Esperidião Amin criticou o pedido de extradição do ex-assessor, apresentado pelo ministro Alexandre de Moraes, e defendeu que o Senado busque mecanismos para garantir a sua segurança. 

— Se o que ele está falando for verdade, nós vamos ter uma cambalhota jurídica no Brasil, inclusive em relação a esse julgamento que está acontecendo [no STF], porque são denúncias que colidem com a coleta de dados e informações, com diligências — afirmou. 

O senador também questionou os critérios adotados nos processos relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023. Segundo ele, algumas prisões teriam sido mantidas com base em posicionamentos políticos dos investigados e não em provas de participação nos atos de vandalismo. 

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Esperidião Amin concluiu defendendo a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os fatos. Ele citou o Regimento Interno e a Constituição, que, conforme destacou, garantem à minoria parlamentar o direito de instalar a comissão.  

— Para descobrir, com compromisso único, descobrir a verdade, para saber se nós não estamos cometendo injustiças lá e se não estamos acobertando fraudes aqui — afirmou. 

Camily Oliveira, sob supervisão de Patrícia Oliveira. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Cleitinho rechaça troca de votos por emendas parlamentares

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Em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (29), o senador Cleitinho (Republicanos-MG) questionou reportagens que relacionam a liberação de emendas parlamentares à aprovação, pelo Senado, do nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Cleitinho negou qualquer negociação de votos com o Palácio do Planalto. 

O senador citou informações divulgadas na imprensa que apontam a liberação de R$ 12 bilhões em emendas pelo governo federal, supostamente para que a Casa aprovasse o indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

— Saiu matéria dizendo que o governo está comprando senadores para a votação hoje do Messias, com R$ 12 bilhões em emendas. Eu não recebi nada, eu não negociei nada. Eu queria que todos os senadores pudessem subir aqui também e falar: “Não recebemos”. Toda hora é essa ladainha, aí a população cobra, com direito de cobrar mesmo. Tem senador recebendo emenda para poder votar? Eu nunca vou fazer isso na minha vida, nunca vou negociar voto, não, gente. Meu voto, minha consciência. — afirmou.

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O parlamentar também voltou a defender o fim de benefícios concedidos a senadores, como o plano de saúde vitalício, e afirmou que o Congresso precisa adotar medidas de austeridade. Segundo ele, a manutenção desse tipo de benefício não condiz com a realidade enfrentada pela população.

— O povo brasileiro fica até dois anos esperando uma cirurgia no SUS, enquanto o Senado já gastou mais de R$ 300 milhões com plano [de saúde] vitalício para senadores. Isso é um verdadeiro murro na cara da população brasileira — disse.

tem Senador recebendo emenda para poder votar? Eu nunca vou fazer isso na minha vida, não, nunca vou negociar voto, não, gente. Meu voto minha consciência.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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