Em Rondonópolis
Mais de 20 mil pessoas prestigiam o maior desfile de 7 de Setembro da história de Rondonópolis
MATO GROSSO
Rondonópolis viveu nesta segunda-feira (7) um momento histórico com a realização do tradicional desfile cívico-militar de 7 de Setembro. De acordo com a Prefeitura, mais de 20 mil pessoas estiveram presentes na Avenida Amazonas para acompanhar o evento, considerado o maior já realizado na cidade.
A celebração contou com a participação de escolas, entidades, forças de segurança e secretarias municipais. A primeira-dama e secretária municipal de Promoção e Assistência Social, Alessandra Ferreira, esteve à frente da equipe da pasta, que participou ativamente do desfile.
Pela primeira vez, a Prefeitura distribuiu água mineral e picolés gratuitamente à população durante a programação, medida que foi bem recebida pelo público e marcou a edição de 2025 como inovadora e inclusiva.
O prefeito Cláudio Ferreira destacou a importância do ato cívico para a cidade:
“Este foi o maior desfile da história de Rondonópolis. É emocionante ver milhares de famílias reunidas para celebrar nossa independência e reforçar o amor pela nossa pátria e pela nossa cidade. Nosso compromisso é fazer sempre mais e melhor pela população.”
A primeira-dama Alessandra Ferreira também falou sobre a participação especial da Secretaria de Promoção e Assistência Social:
“Estar à frente deste momento tão simbólico foi uma grande honra. Nossa equipe se dedicou muito para estar aqui hoje, e ver o brilho nos olhos das crianças e famílias é a maior recompensa. Esse desfile mostrou a força da união de todos os rondonopolitanos.”
O evento encerrou com o reconhecimento da comunidade à grandiosidade do ato, consolidando o 7 de Setembro de 2025 como uma data inesquecível para Rondonópolis.

Fonte: Rondonópolis
MATO GROSSO
Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos
Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.
Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.
Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.
Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.
Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.
Autor: Nadja Vasques
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
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