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Trouw Nutrition investe em tecnologias de desinfecção para fortalecer a avicultura brasileira
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Manter o elevado status sanitário da avicultura brasileira é um dos principais desafios do setor. O Brasil, maior exportador mundial de frangos, é livre de doenças importantes em granjas comerciais, como Influenza Aviária e Doença de Newcastle, garantindo acesso a mais de 160 países.
Segundo Luciano Zanolo, gerente Técnico de Avicultura da Trouw Nutrition, um programa de biosseguridade eficiente é fundamental para proteger a saúde das aves e a competitividade da produção nacional.
Desinfecção estratégica: primeiro passo para segurança sanitária
Para Zanolo, a base de qualquer programa de biosseguridade começa com uma desinfecção adequada das instalações. “A escolha do desinfetante é estratégica. Ele precisa ser de amplo espectro e atuar por oxidação na parede celular dos microrganismos, evitando que vírus e bactérias desenvolvam resistência”, explica.
O especialista ressalta que o aumento da produção animal e a expansão do número de aviários trazem novos desafios para a manutenção da saúde avícola.
Halamid: eficiência contínua em diferentes aplicações
Entre as tecnologias recomendadas, o Halamid se destaca por sua versatilidade. “Pode ser utilizado continuamente, sem perda de eficácia, em diferentes formas de aplicação – nebulização, atomização ou bomba de alta pressão. Isso garante segurança e eficiência sanitária, mesmo em ambientes de alta pressão de contaminação”, afirma Zanolo.
Em um cenário de produção cada vez mais intensiva, investir em biosseguridade e utilizar ferramentas de ação ampla torna-se essencial para assegurar saúde das aves e sustentabilidade dos resultados na avicultura moderna, conclui o especialista.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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USDA projeta exportação de 49 milhões de sacas e safra recorde no Brasil
O Brasil deve exportar 49 milhões de sacas de café (60 kg) na safra 2026/27, volume que sinaliza uma retomada robusta do protagonismo brasileiro no mercado global. A projeção, divulgada nesta quarta-feira (03.06) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), fundamenta-se na expectativa de uma safra nacional recorde, estimada em mais de 70 milhões de sacas.
O dado é um divisor de águas: enquanto o primeiro quadrimestre de 2026 acumulou apenas 11,5 milhões de sacas exportadas — uma queda de 24% frente ao mesmo período de 2025, fruto de estoques internos exauridos por safras anteriores limitadas — o USDA identifica, a partir de abril, o início de uma reversão dessa tendência, com a oferta crescendo para atender à forte demanda internacional.
Um dos pontos de maior atenção é a sinalização de avanço no acordo entre União Europeia e Mercosul. Atualmente, o Brasil já tem isenção tarifária para o café verde na Europa. Contudo, o produto de maior valor agregado — o solúvel, sobre o qual incide uma taxa de 9%, e o torrado e moído (7,5%) — ainda enfrenta barreiras que favorecem concorrentes como o Vietnã. A expectativa é que, com a gradativa redução dessas tarifas a zero nos próximos quatro anos, o café brasileiro ganhe um fôlego extra para dominar o mercado europeu.
O USDA projeta que os estoques finais da safra 2026/27 alcancem 4,4 milhões de sacas, um aumento frente aos 3,8 milhões previstos para o ciclo atual. Com a promessa de uma colheita volumosa, superando a marca de 70 milhões de sacas, o Brasil tem potencial para elevar suas exportações em até 30%. O desafio agora é equilibrar essa oferta recorde com a volatilidade cambial e as variações climáticas que ditam o ritmo da porteira para fora.
Fonte: Pensar Agro
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