POLITÍCA NACIONAL
Comissão de Segurança discute combate à pedofilia digital no Brasil
POLITÍCA NACIONAL
A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados realiza, na próxima terça-feira (16), audiência pública para discutir o combate à pedofilia digital no Brasil. O debate está marcado para as 16h30, no plenário 6.
A reunião foi solicitada pela deputada Delegada Ione (Avante-MG). O objetivo é:
- apresentar dados atualizados sobre pedofilia digital no País;
- discutir os desafios e os avanços nas investigações e no processo penal;
- propor estratégias de prevenção; e
- avaliar se há necessidade de mudança nas leis.
O que é pedofilia digital
Segundo a deputada, a pedofilia digital envolve crimes como:
- aliciamento on-line (também chamado de grooming);
- exploração sexual; e
- manipulação psicológica das vítimas.
“Estatísticas recentes apontam crescimento expressivo das denúncias de crimes dessa natureza”, afirma a parlamentar.
Ainda de acordo com Delegada Ione, o combate a esses crimes enfrenta desafios, como o uso de tecnologia avançada por redes criminosas, a dificuldade de rastreamento em ambientes virtuais e a necessidade de atualização constante das leis e dos recursos utilizados pelas autoridades.
Da Redação – ND
Fonte: Câmara dos Deputados
POLITÍCA NACIONAL
Comissão aprova regras nacionais de segurança para escolas de natação infantil
A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 7119/25, que estabelece diretrizes nacionais de segurança, prevenção de acidentes e primeiros socorros em escolas de natação para crianças.
A proposta determina que esses estabelecimentos devem contar permanentemente com profissionais habilitados e capacitados especificamente para o público infantil. O texto também define limites técnicos de quantidade de crianças por instrutor para garantir uma supervisão individualizada e contínua.
Pelo projeto, as academias e escolas de natação deverão dispor de equipamentos de segurança aquática e manter um plano de emergência estruturado para casos de afogamento ou mal súbito. As regras de infraestrutura incluem a obrigatoriedade de pisos antiderrapantes, cercamento de piscinas e controle rigoroso de acesso às áreas aquáticas. Além disso, os profissionais deverão realizar treinamentos periódicos em técnicas de ressuscitação cardiopulmonar.
O autor da proposta, deputado Amom Mandel (Republicanos-AM), argumenta que a falta de diretrizes nacionais uniformes contribui para diferenças de padrão entre as escolas.
O relator, deputado Luiz Lima (Novo-RJ), que é ex-atleta olímpico e formado em Educação Física, defendeu o projeto por considerar que o ambiente aquático exige protocolos rigorosos. “A piscina é espaço de aprendizado, disciplina e superação, mas também exige preparo técnico, supervisão constante e protocolos rigorosos de segurança, sobretudo quando se trata do público infantil”, pontuou.
O texto aprovado contém apenas uma mudança técnica sugerida pelo relator, que excluiu o prazo fixo de regulamentação, permitindo que o Poder Executivo estabeleça livremente os critérios para a fiscalização da lei.
Estabelecimentos que não seguirem as novas diretrizes estarão sujeitos a sanções administrativas, civis e penais.
Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub
Fonte: Câmara dos Deputados
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