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Pimentão Raquel F1 se destaca no Brasil com produtividade e qualidade superiores

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O pimentão segue como uma das hortaliças mais importantes do Brasil, com produção estimada em 1,9 milhão de toneladas em 2023, cultivadas em aproximadamente 208 mil hectares. Os principais estados produtores são Minas Gerais, São Paulo, Bahia e Rio de Janeiro, com forte participação da agricultura familiar em grande parte da produção.

Raquel F1: produtividade e qualidade para campo aberto

O pimentão híbrido Raquel F1, da linha Topseed Premium, surge como alternativa para produtores que buscam alto rendimento e frutos de qualidade superior. Indicado para plantio em campo aberto, o híbrido combina características valorizadas em diferentes regiões:

  • Excelente enfolhamento, garantindo proteção natural contra queimaduras solares;
  • Sanidade da planta, mesmo em períodos chuvosos;
  • Pegamento uniforme de frutos, principalmente nas primeiras colheitas;
  • Frutos grandes e pesados, com parede espessa, aumentando o rendimento e prolongando a vida útil pós-colheita.
Especialista destaca desempenho consistente

Segundo Thiago Teodoro, especialista em tomates e pimentões, o Raquel F1 alia precocidade, frutos graúdos e padronização durante todo o ciclo. Ele afirma:

“O pimentão Raquel F1 é uma opção consolidada para campo aberto que atende tanto produtores quanto consumidores, oferecendo rentabilidade e resultados uniformes do início ao fim do ciclo.”

Topseed Premium reforça presença estratégica no mercado

Combinando desempenho agronômico e qualidade comercial, o pimentão Raquel F1 consolida a posição da Topseed Premium como parceira estratégica dos produtores de hortaliças em todo o país, contribuindo para produtividade elevada e produtos de alta qualidade no mercado brasileiro.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas no line-up e mantêm forte ritmo de embarques nos portos do Brasil

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O line-up de navios nos portos brasileiros aponta que o país deve exportar 1,606 milhão de toneladas de açúcar na semana encerrada em 17 de junho, mantendo o Brasil como um dos principais fornecedores globais da commodity.

O volume, apesar de expressivo, representa redução em relação à semana anterior, quando estavam programadas 1,860 milhão de toneladas para embarque. O levantamento considera embarcações já atracadas, em fila de espera ou com previsão de chegada até 13 de julho.

Porto de Santos concentra maior parte dos embarques

O Porto de Santos (SP) segue como principal hub exportador de açúcar do país, concentrando 1.325.530 toneladas programadas no período.

Na sequência aparecem o Porto de Paranaguá (PR), com 278.000 toneladas, Recife (PE), com 20.300 toneladas, e Maceió (AL), com 8.774 toneladas.

Predomínio do açúcar VHP nas exportações

A composição da carga mostra predominância do açúcar VHP, que responde pela maior parte dos embarques, com 1.461.304 toneladas.

Também estão previstos embarques de Crystal B150 (100 mil toneladas), TBC (32.300 toneladas), açúcar refinado A-45 (7 mil toneladas) e VHP ensacado, equivalente a 6.000 toneladas.

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas em junho

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) indicam que o Brasil exportou 1.603.237 toneladas de açúcar em junho, com receita de US$ 574,98 milhões no acumulado do mês.

A média diária exportada ficou em 178,137 mil toneladas, enquanto a receita média diária atingiu US$ 63,887 milhões, considerando nove dias úteis no período.

Receita diária recua, mas volume cresce na comparação anual

Na comparação com junho de 2025, houve aumento no volume exportado, mas queda na receita e nos preços médios.

A receita diária recuou 11,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o valor médio era de US$ 72,166 milhões.

Já o volume diário embarcado cresceu 5,8%, acima das 168,399 mil toneladas registradas em junho de 2025.

Preço médio do açúcar recua no mercado externo

O preço médio do açúcar exportado em junho de 2026 ficou em US$ 358,6 por tonelada, representando queda de 16,3% frente aos US$ 428,5 por tonelada observados em junho de 2025.

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O recuo reflete um cenário internacional mais pressionado, apesar da manutenção de um forte fluxo físico de exportações brasileiras, sustentado pela competitividade do país no mercado global.

O desempenho do setor reforça o Brasil como protagonista no comércio mundial de açúcar, com volumes elevados de embarque, ainda que sob pressão de preços no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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