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Prefeitura de Sinop inicia instalação de lombadas modulares em vias públicas

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Segurança e Trânsito, iniciou nesta terça-feira (16) a instalação de lombadas modulares nas vias públicas do município. A primeira unidade foi implantada em frente à Escola Maria de Fátima Gimenez. A ação tem como objetivo aumentar a segurança viária e garantir mais tranquilidade para pedestres, alunos, pais e motoristas que circulam pela região.
 
De acordo com a pasta, 100 unidades foram adquiridas e serão distribuídas em pontos estratégicos da cidade. A escolha levou em conta locais de maior risco, como travessias de pedestres, proximidades de escolas, creches, unidades de saúde e regiões com histórico de acidentes ou reclamações frequentes da comunidade.
 
O investimento foi de R$ 848 mil, destinados à compra de peças pré-moldadas, consideradas mais duráveis, ecológicas e de rápida instalação em comparação com as tradicionais lombadas de asfalto ou concreto. Segundo a Secretaria de Segurança e Trânsito, a adoção do modelo modular atende ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e representa uma solução sustentável, que alia eficiência, padronização e menor impacto à mobilidade urbana.
 
O secretário de Segurança e Trânsito, Wesney Sodré, destacou que a medida atende a uma demanda crescente da população e acompanha a expansão do município. “A mobilidade em Sinop se tornou mais complexa nos últimos anos. O número de veículos em circulação aumentou e, junto com isso, cresce a necessidade de garantir a segurança das pessoas. Esse é o papel da gestão pública: adotar soluções modernas, eficazes e sustentáveis para reduzir acidentes e organizar melhor o tráfego”, afirmou.
 
Ele reforçou ainda que as lombadas modulares representam uma evolução em relação ao modelo tradicional. “As lombadas de concreto ou asfalto apresentam muitas limitações. Elas não têm padronização dimensional, dificultam a fiscalização e a sinalização, além de não poderem ser removidas ou realocadas sem causar desperdício de recursos públicos. Já o modelo modular é prático, durável, fácil de instalar e pode ser adaptado conforme a necessidade. É uma solução mais inteligente e que respeita o dinheiro público”, disse o secretário.
 
O secretário também ressaltou que as lombadas modulares permitem intervenções rápidas e evitam transtornos à população. “Um dos grandes problemas das lombadas convencionais é o tempo de execução e o bloqueio prolongado das vias. Com os módulos, conseguimos implantar a estrutura em pouco tempo, sem grandes interdições e sem gerar prejuízos para a mobilidade”, disse.
 
Nos próximos dias, as demais lombadas modulares devem ser instaladas em pontos estratégicos da cidade para garantir mais segurança no trânsito.

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Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Jhayne Lima

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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Programação do VIII SIMAMCA encerra hoje (13) em Sinop com debates sobre conservação ambiental e ciência cidadã

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e em parceria com instituições de ensino e pesquisa, acompanha, hoje (13), o encerramento da programação do VIII Simpósio da Amazônia Meridional em Ciências Ambientais (SIMAMCA).

Com o tema “Conexões Amazônicas: Ciência, Biodiversidade e Sustentabilidade”, o evento – considerado o maior da área em Mato Grosso – reuniu, ao longo da semana, pesquisadores, estudantes, gestores públicos e representantes de diversas instituições para discutir os desafios e as oportunidades relacionados ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.

O encontro teve início na última quarta-feira (10), no Centro de Eventos Dante de Oliveira. Ao longo dos dias, foram promovidos debates sobre ciência, inovação, formação de recursos humanos, conservação ambiental, biodiversidade, mudanças climáticas, desenvolvimento regional, políticas públicas e integração entre instituições de pesquisa.

Para o coordenador do VIII SIMAMCA, Domingos Rodrigues, o evento tem papel estratégico. “Hoje o SIMAMCA é o maior evento de ciências ambientais do Estado de Mato Grosso. Cada ano ele tem uma temática diferente e, neste ano, trabalhamos as ‘Conexões Amazônicas’. Juntamos instituições que fazem pesquisa e formação de recursos humanos para fortalecer cada vez mais a região de Sinop com pesquisa de qualidade e expertise”, destacou.

Segundo ele, a posição estratégica de Sinop contribui para atrair pesquisadores e investimentos em ciência e tecnologia. “A região de Sinop, por essa pujança que tem, precisa cada vez mais unir a produção com a ciência e também com a tecnologia. O agronegócio é muito tecnológico e também depende das questões ambientais para manter sua produtividade”, acrescentou.

Cooperação científica

Entre os participantes da programação esteve o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Henrique Pereira, que destacou a relevância do simpósio para a integração científica na região amazônica. “O SIMAMCA é um seminário que abrange toda a região da Amazônia Meridional para o tema de ciências ambientais. Há uma forte relação entre essa temática, a região e a missão do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia”, afirmou.

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Além da participação no evento, o dirigente também cumpriu agenda voltada ao fortalecimento da cooperação técnica e científica entre o INPA e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

O pesquisador do INPA, William Magnusson, ressaltou a importância da integração entre programas de pós-graduação e grupos de pesquisa. “Hoje em dia você não faz ciência individual. As mudanças no conhecimento vêm do trabalho em conjunto com muitas pessoas e pesquisadores de áreas diferentes. É só quando as pessoas comuns têm essas informações em mãos que a ciência, ou a atuação da ciência, vai avançar”, pontuou.

Último dia da programação

A programação deste sábado (13) inicia com uma palestra sobre ciência cidadã na Amazônia, conduzida pela professora Dra. Antonia do Socorro Pena da Gama, da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) e do Instituto SAPOPEMA. A apresentação abordará aprendizados, desafios e oportunidades para a participação da sociedade na produção do conhecimento científico.

Na sequência, o professor Dr. Fabio de Oliveira Roque, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), discutirá a inclusão interseccional como princípio para programas de pesquisa em biodiversidade.

Outro destaque da manhã será a mesa-redonda voltada às ações de conservação na Amazônia, reunindo representantes de organizações, universidades e órgãos ambientais. O debate abordará experiências relacionadas à Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, iniciativas de conservação e desenvolvimento sustentável promovidas pelo Imazon, os desafios das unidades de conservação da Amazônia Legal e as estratégias adotadas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) para fortalecer áreas protegidas na Amazônia mato-grossense.

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Especialistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) apresentarão discussões sobre financiamento da pesquisa científica, biodiversidade, serviços ecossistêmicos e políticas públicas voltadas à ciência e à inovação.

Durante a tarde, a programação seguirá com uma mesa-redonda dedicada à relação entre conservação ambiental e turismo sustentável. Pesquisadores e especialistas da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Mato Grosso (Sebrae-MT) e do Escritório Nacional das Florestas (ONF) discutirão temas como observação de aves, utilização de borboletas e herpetofauna no ecoturismo, conservação de mamíferos amazônicos, biodiversidade e estratégias para fortalecer o turismo sustentável como ferramenta de desenvolvimento regional.

A última mesa-redonda do simpósio será dedicada aos povos originários, abordando a proteção dos territórios indígenas, os saberes tradicionais e a justiça socioambiental. O debate contará com representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), além de lideranças dos povos Kuikuro e Rikbaktsa.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Weslley Mtchaell

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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