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Carne bovina: pilar econômico e experiência gastronômica no Brasil

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A carne bovina se destaca como um dos setores mais relevantes da economia nacional, gerando empregos, divisas e movimentando toda a cadeia produtiva do campo à mesa. O Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de carne bovina do mundo, beneficiado pela dimensão territorial e condições climáticas favoráveis que permitem a criação de vastos rebanhos.

Segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), em 2024, o país produziu 11,7 milhões de toneladas de carne bovina, exportando 2,89 milhões de toneladas e gerando US$ 12,8 bilhões em receita. A pecuária de corte, de acordo com o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), é um dos principais motores do PIB do agronegócio brasileiro.

Do pasto ao prato: a cadeia produtiva completa

A produção de carne envolve etapas complexas, que incluem a produção de grãos para ração, transporte, logística, processamento em frigoríficos e distribuição para supermercados e restaurantes. Cada fase contribui para a qualidade do produto final, garantindo que a carne chegue ao consumidor com segurança e padrão elevado.

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Restaurantes transformam carne em experiência gastronômica

Nos restaurantes especializados em carnes, a carne bovina se torna uma experiência culinária. Um exemplo é a rede brasileira Fogo de Chão, que internacionalizou o típico churrasco brasileiro, com mais de 100 unidades no mundo.

Para Paulo Antunes, Country Manager do Fogo de Chão, cada etapa da produção reflete na qualidade servida ao cliente. “Cada degustação oferece uma explosão de sabores, mostrando a dedicação de todos os envolvidos no processo”, afirma.

A rede investe em cortes premium, como Dry Aged e Wagyu, para oferecer experiências diferenciadas aos consumidores. “O público de hoje busca mais do que um prato bem servido; ele quer experiências memoráveis. Por isso, precisamos inovar constantemente”, completa Antunes.

Carne bovina conecta tradição, modernidade e sustentabilidade

A carne bovina não é apenas alimento; é um elo entre campo e cidade, tradição e modernidade. Quando a produção é feita de forma responsável, ela promove desenvolvimento econômico, sustentabilidade e prazer à mesa, reforçando o papel estratégico do setor para a economia brasileira e para a cultura gastronômica do país.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas no line-up e mantêm forte ritmo de embarques nos portos do Brasil

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O line-up de navios nos portos brasileiros aponta que o país deve exportar 1,606 milhão de toneladas de açúcar na semana encerrada em 17 de junho, mantendo o Brasil como um dos principais fornecedores globais da commodity.

O volume, apesar de expressivo, representa redução em relação à semana anterior, quando estavam programadas 1,860 milhão de toneladas para embarque. O levantamento considera embarcações já atracadas, em fila de espera ou com previsão de chegada até 13 de julho.

Porto de Santos concentra maior parte dos embarques

O Porto de Santos (SP) segue como principal hub exportador de açúcar do país, concentrando 1.325.530 toneladas programadas no período.

Na sequência aparecem o Porto de Paranaguá (PR), com 278.000 toneladas, Recife (PE), com 20.300 toneladas, e Maceió (AL), com 8.774 toneladas.

Predomínio do açúcar VHP nas exportações

A composição da carga mostra predominância do açúcar VHP, que responde pela maior parte dos embarques, com 1.461.304 toneladas.

Também estão previstos embarques de Crystal B150 (100 mil toneladas), TBC (32.300 toneladas), açúcar refinado A-45 (7 mil toneladas) e VHP ensacado, equivalente a 6.000 toneladas.

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas em junho

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) indicam que o Brasil exportou 1.603.237 toneladas de açúcar em junho, com receita de US$ 574,98 milhões no acumulado do mês.

A média diária exportada ficou em 178,137 mil toneladas, enquanto a receita média diária atingiu US$ 63,887 milhões, considerando nove dias úteis no período.

Receita diária recua, mas volume cresce na comparação anual

Na comparação com junho de 2025, houve aumento no volume exportado, mas queda na receita e nos preços médios.

A receita diária recuou 11,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o valor médio era de US$ 72,166 milhões.

Já o volume diário embarcado cresceu 5,8%, acima das 168,399 mil toneladas registradas em junho de 2025.

Preço médio do açúcar recua no mercado externo

O preço médio do açúcar exportado em junho de 2026 ficou em US$ 358,6 por tonelada, representando queda de 16,3% frente aos US$ 428,5 por tonelada observados em junho de 2025.

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O recuo reflete um cenário internacional mais pressionado, apesar da manutenção de um forte fluxo físico de exportações brasileiras, sustentado pela competitividade do país no mercado global.

O desempenho do setor reforça o Brasil como protagonista no comércio mundial de açúcar, com volumes elevados de embarque, ainda que sob pressão de preços no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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