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Plantio da safra 2025/26 de soja começa em Dourados (MS) e já atinge 3% da área
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O plantio da safra de soja 2025/26 começou recentemente em Dourados, no sul de Mato Grosso do Sul, e já cobre cerca de 3% da área estimada em 223 mil hectares, conforme dados do departamento técnico da NovaConsult – Serviços em Agronomia.
O engenheiro-agrônomo Raul Campos aponta que os produtores estão prontos para avançar no plantio, mas aguardam chuvas mais consistentes. “Há previsão de precipitações para hoje na região, mas ainda não se sabe se se confirmarão. Para a segunda metade de outubro e novembro, as expectativas são mais positivas”, explica.
Tecnologias e irrigação impulsionam produtividade
Segundo Raul Campos, a adoção de tecnologias mais avançadas e o aumento da área irrigada devem contribuir para maior produtividade. A expectativa é de que o rendimento médio da safra varie entre 3.600 e 3.900 quilos por hectare.
Expansão da área cultivada em Mato Grosso do Sul
Levantamento da Safras & Mercado indica que a área total de soja no estado deve alcançar 4,54 milhões de hectares na temporada 2025/26, um aumento de 0,9% em relação aos 4,5 milhões de hectares plantados em 2024/25.
Produção estimada para 2025/26
A produção prevista para a nova safra é de 16,94 milhões de toneladas, representando um crescimento de 16,1% frente às 14,597 milhões de toneladas colhidas na temporada anterior. O rendimento médio esperado das lavouras é de 3.750 quilos por hectare, acima dos 3.260 quilos registrados em 2024/25.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Risco de geada faz mercado internacional de café operar em alta
O mercado internacional de café abriu a semana com uma correção de preços impulsionada pelo prêmio de risco climático. A possibilidade de formação de geada nas áreas produtoras de arábica — Sul de Minas Gerais, Mogiana Paulista e Paraná — desencadeou um movimento de cobertura de posições por parte de fundos de investimento, elevando os contratos futuros nas bolsas de Nova York e Londres.
O arábica, cotado na Bolsa de Nova York, encerrou o último pregão com valorização, atingindo o equivalente a R$ 41,48 por quilo. O café conilon, negociado na Bolsa de Londres, também acompanhou a trajetória de alta, fechando o contrato de julho cotado a R$ 21,01 por quilo (considerando a cotação de R$ 5,17).
Análise de fundamentos:
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Gestão de risco: O mercado incorporou o temor de geada como fator de volatilidade de curto prazo. A sensibilidade dos fundos às previsões meteorológicas é o motor atual dos preços.
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Oferta: Independentemente da variação de temperatura, a sustentação das cotações permanece ancorada no cenário de oferta global restrita. O movimento de alta atual reflete o ajuste do mercado a um patamar de preço que compensa a escassez de produto.
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Estratégia do produtor: Analistas indicam que a volatilidade deve perdurar até a consolidação dos dados sobre eventuais danos às lavouras. A recomendação técnica é de cautela na comercialização: enquanto a alta for movida estritamente pela especulação climática, o mercado está sujeito a correções rápidas; caso o frio confirme perdas reais de produtividade, a tendência de alta se consolida como um novo patamar estrutural de preços.
O mercado físico no Brasil mantém a cautela. Produtores e tradings monitoram o comportamento das temperaturas nas próximas 48 horas como balizador para novas negociações. O cenário de preços segue atrelado à capacidade da safra brasileira em atender à demanda global, com o risco climático atuando como o principal limitador de oferta no curtíssimo prazo.
Fonte: Pensar Agro


