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Holding em testamento: saiba como essa estratégia pode organizar a sucessão patrimonial
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O que é uma holding familiar
A holding familiar é uma pessoa jurídica criada para administrar e proteger o patrimônio de uma família, facilitando a transmissão de bens aos herdeiros e simplificando procedimentos como inventário.
Ao invés de manter imóveis e ações no nome de indivíduos, esses ativos são integralizados no capital social da holding, permitindo:
- Proteção patrimonial: separa os bens pessoais das responsabilidades operacionais da empresa;
- Gestão centralizada: a administração dos ativos familiares fica concentrada;
- Planejamento tributário: possibilidade de reduzir impostos sobre aluguéis, vendas e sucessão.
A função do testamento
O testamento é um instrumento legal e revogável que permite ao titular declarar sua última vontade sobre a distribuição de bens após sua morte. Ele garante que a parte disponível do patrimônio (50% no Brasil) seja destinada a pessoas específicas, respeitando a legítima dos herdeiros necessários (descendentes, ascendentes e cônjuge).
Como a holding e o testamento se conectam
O conceito de “holding em testamento” surge da interação entre holding familiar e testamento. Ao criar a holding, o titular transforma seus bens em quotas ou ações da empresa, que passam a ser objeto do testamento.
O testamento, então, pode ser usado para:
- Dispor sobre as quotas da holding;
- Definir regras de governança e sucessão da administração da empresa;
- Beneficiar pessoas específicas com a parte disponível do patrimônio.
Limites e cuidados
Embora a holding facilite a sucessão e, muitas vezes, reduza a necessidade de inventário, ela não abrange toda a totalidade do patrimônio. Bens não integralizados na holding e a metade legítima dos herdeiros necessários ainda precisarão ser formalmente inventariados.
Dessa forma, a estratégia de holding em testamento deve ser cuidadosamente planejada, respeitando a legislação vigente, para definir a destinação das quotas da holding e estabelecer regras claras para administração e sucessão dos bens familiares.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Vacinação in ovo impulsiona produtividade e sustentabilidade na avicultura e já imuniza 20 bilhões de frangos por ano
Vacinação in ovo consolida avanço tecnológico na avicultura moderna
A vacinação in ovo vem se consolidando como uma das principais inovações da avicultura mundial ao permitir a imunização dos embriões ainda dentro do incubatório, antes da eclosão. A tecnologia alia produtividade, precisão sanitária e sustentabilidade, com impacto direto no desempenho das aves ao longo do ciclo produtivo.
Segundo dados técnicos da Embrapa, os primeiros dias de vida dos pintinhos representam uma fase crítica na avicultura, exigindo rigor no manejo, ambiência, nutrição e sanidade. Qualquer falha nesse período pode comprometer o desenvolvimento das aves e reduzir a eficiência produtiva do lote.
Tecnologia já imuniza cerca de 20 bilhões de frangos por ano
A vacinação in ovo é utilizada há mais de 30 anos e já está presente em mais de 90% dos incubatórios comerciais dos Estados Unidos. Atualmente, a tecnologia é responsável pela imunização de aproximadamente 20 bilhões de frangos por ano em todo o mundo.
Ao antecipar a proteção imunológica, o sistema fortalece a sanidade desde o início da vida das aves, reduzindo a incidência de doenças e contribuindo para melhor desempenho zootécnico durante todo o ciclo de produção.
Automação reduz manejo e melhora uniformidade dos lotes
Além dos ganhos sanitários, a tecnologia também traz benefícios operacionais relevantes para a cadeia produtiva. Ao substituir a vacinação manual após a eclosão, o processo reduz a manipulação dos pintinhos, diminui o estresse e contribui para maior uniformidade dos lotes.
Equipamentos automatizados, como o Inovoject® NXT, permitem alto nível de eficiência, com capacidade de vacinação de até 50 mil ovos por hora, garantindo precisão e padronização do processo no incubatório.
Redução de custos e ganhos de eficiência na produção
De acordo com levantamentos técnicos do setor, a adoção da vacinação in ovo pode reduzir em até 10% os custos operacionais das granjas, principalmente pela diminuição da necessidade de mão de obra na etapa de vacinação manual.
A automação do processo também elimina variabilidades humanas, aumentando a consistência dos resultados e contribuindo para melhor aproveitamento do potencial genético das aves.
Sustentabilidade e eficiência caminham juntas na avicultura
A tecnologia também contribui para sistemas produtivos mais sustentáveis, ao otimizar recursos, reduzir perdas e melhorar a conversão alimentar. Esses fatores tornam a vacinação in ovo uma solução alinhada às novas exigências do agronegócio global, que busca eficiência com menor impacto ambiental.
Segundo especialistas do setor, a integração entre automação e sanidade é um dos principais caminhos para aumentar a competitividade da avicultura moderna.
Zoetis destaca inovação como estratégia para o futuro da produção
A Zoetis, líder global em saúde animal, reforça que o investimento em tecnologias como a vacinação in ovo faz parte de uma estratégia voltada à inovação e à sustentabilidade da produção animal.
Para a companhia, o avanço da saúde animal é essencial para garantir maior eficiência produtiva, bem-estar e resultados consistentes no campo, integrando tecnologia e responsabilidade na cadeia avícola global.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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