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GMF apresenta avanços na profissionalização e educação de adolescentes do sistema socioeducativo

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Avanços na profissionalização, educação e cultura dos adolescentes do sistema socioeducativo de Mato Grosso estão entre os resultados apresentados pelo Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF). O encontro do GMF foi realizado nesta quarta-feira (15 de outubro), com o intuito de avaliar a atuação no último trimestre e definir estratégias para garantir atendimento humanizado, integrado e eficiente aos internos.
O GMF é uma iniciativa do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), que trabalha com o compromisso de fortalecer as políticas de ressocialização e o acompanhamento efetivo das medidas socioeducativas no estado. Para o sistema socioeducativo, o grupo é dividido pelos seguintes eixos: Justiça Restaurativa; Aprendizagem; Central de Vagas; Saúde Mental; Política sobre Drogas; Semiliberdade.
“São várias atividades que trabalhamos, não só na unidade de Cuiabá, mas também em Sinop, Cáceres, Barra do Garças e outras de todo o estado. Estamos implementando de uma forma que os adolescentes possam sair socializados, com emprego, com um aprendizado, para que eles possam ir para o mercado de trabalho e reconstruir sua vida de forma tranquila na sociedade”, explicou a juíza Leilamar Aparecida Rodrigues, coordenadora do socioeducativo do GMF.
Para o supervisor do GMF, desembargador Orlando de Almeida Perri, o encontro foi fundamental para debater temas relevantes. “O GMF socioeducativo tem colhido ótimos resultados, mas é evidente que ainda temos muito a avançar”, argumentou Perri.
Também participaram do encontro a juíza Melissa de Lima Araújo, responsável pelo eixo Justiça Restaurativa, o juiz Pierro de Farias Mendes, responsável pelo eixo Central de Vagas, o juiz Tiago Souza Nogueira de Abreu, responsável pelo eixo Saúde Mental, a juíza Maria das Graças da Costa, responsável pelo eixo Aprendizagem, o juiz Alexandre Meinberg, responsável pelo eixo Política sobre Drogas, e o juiz Ricardo Nicolino de Castro, responsável pelo eixo Semiliberdade.

Autor: Bruno Vicente

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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