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Mosaic Abre Inscrições para Programa de Estágio Técnico com Vagas em 5 Estados
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A Mosaic, uma das maiores produtoras globais de fosfatados e potássio combinados, está com inscrições abertas para seu programa de estágio técnico remunerado. As candidaturas podem ser realizadas até 3 de novembro pelo aplicativo ou site do CIEE.
Vagas distribuídas em operações de cinco estados
As oportunidades estão disponíveis nas unidades da Mosaic em:
- Araxá (MG)
- Tapira (MG)
- Uberaba (MG)
- Cajati (SP)
- Candeias (BA)
- Rosário do Catete (SE)
- Paranaguá (PR)
Áreas de atuação e requisitos
O programa é direcionado a estudantes de cursos técnicos nas seguintes áreas: Automação, Elétrica, Eletrotécnica, Enfermagem, Logística, Manutenção – Técnico Mecânico, Meio Ambiente/Gestão Ambiental, Mineração, Mineroquímico, Química e Segurança do Trabalho.
Os candidatos devem ter previsão de conclusão do curso a partir de dezembro de 2027 e disponibilidade para estágio presencial de seis horas diárias, de segunda a sexta-feira. O início está previsto para fevereiro de 2026.
Benefícios oferecidos
Os estagiários da Mosaic terão direito a bolsa auxílio e benefícios que incluem:
- Assistência médica
- Seguro de vida
- Vale transporte ou fretado (dependendo da localidade)
- Refeitório
- Acesso à academia e atividades físicas
- Programa de Assistência ao Empregado (EAP)
Experiência prática e desenvolvimento profissional
Segundo Flávia Angelon, gerente de Talent Acquisition da Mosaic, “o estágio técnico oferece aos estudantes a oportunidade de vivenciar os desafios reais da profissão, ampliar seus conhecimentos e se desenvolver em uma das maiores empresas de agromineração do país. É uma chance de construir conexões significativas com especialistas e investir em um futuro promissor”.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Celulose rende R$ 11 bilhões e assume liderança nas exportações industriais
A celulose tornou-se o principal produto industrial de Mato Grosso do Sul no mercado internacional. Entre janeiro e agosto de 2026, as exportações do segmento renderam aproximadamente R$ 11 bilhões e responderam por 40% da receita industrial obtida pelo Estado no exterior.
Os valores foram convertidos pela cotação de R$ 5,11. Os dados são do Observatório da Indústria da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul (Fiems), com base no sistema Comex Stat, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
No período, as exportações industriais sul-mato-grossenses alcançaram o recorde de R$ 27,5 bilhões, crescimento de 5% sobre os oito primeiros meses de 2025. A indústria respondeu por 66% de tudo o que o Estado vendeu ao exterior.
O avanço da celulose está ligado à formação de um polo florestal e industrial no leste de Mato Grosso do Sul, especialmente na região de Três Lagoas e Ribas do Rio Pardo. A cadeia conecta os plantios de eucalipto às fábricas, transportadoras, prestadores de serviços e estruturas de armazenamento e escoamento.
As pastas químicas de madeira concentraram 99,4% das exportações do segmento. O resultado demonstra a especialização alcançada pelo Estado, que deixou de atuar apenas como fornecedor de matérias-primas agropecuárias e passou a abrigar uma das maiores estruturas de transformação de madeira plantada do País.
Para o produtor rural, a expansão abre espaço para contratos florestais, arrendamentos e diversificação de renda. O aproveitamento dessas oportunidades, contudo, depende da proximidade das fábricas, do custo do transporte e do planejamento financeiro de uma cultura com ciclo mais longo que o das lavouras anuais.
A celulose superou o complexo frigorífico, que exportou R$ 9,66 bilhões e respondeu por 35% da receita industrial. A diferença entre as duas cadeias chegou a R$ 1,33 bilhão. Juntas, celulose e carnes concentraram três quartos das vendas industriais externas do Estado.
Outros segmentos também contribuíram para o resultado. As exportações de óleos vegetais renderam R$ 2,97 bilhões; açúcar e etanol movimentaram R$ 1,39 bilhão; e os produtos da indústria extrativa mineral somaram R$ 814,5 milhões.
Somente em agosto, as vendas industriais ao exterior alcançaram R$ 3,6 bilhões, alta de 3% na comparação anual e o melhor resultado já registrado pelo Estado para o mês.
A manutenção desse crescimento exigirá expansão planejada das florestas cultivadas, capacidade logística e disponibilidade de mão de obra. O desempenho até agosto, entretanto, confirma a celulose como novo eixo da economia sul-mato-grossense e mostra como a integração entre produção rural e indústria pode ampliar o valor gerado dentro do Estado.
Fonte: Pensar Agro



