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MME reforça inclusão energética e sustentabilidade com sistemas solares em Surucucu (RR)

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Luz, tecnologia e dignidade: a chegada da energia solar segue transformando a realidade nas regiões remotas da Amazônia. Em outubro de 2025, o Ministério de Minas e Energia (MME), por meio do programa Luz para Todos (LPT), entregou três sistemas fotovoltaicos no Centro de Referência em Saúde Indígena de Surucucu, no município de Alto Alegre, em Roraima (RR). A iniciativa garante energia limpa e contínua a uma unidade que atende 46 aldeias Yanomami, beneficiando cerca de 2,7 mil pessoas no coração da floresta amazônica.

“Levar energia a quem mais precisa é iluminar vidas e criar oportunidades. Cada sistema instalado representa um passo concreto rumo a um Brasil mais justo e sustentável. Na Amazônia, essa luz significa saúde, cidadania e dignidade para as comunidades atendidas. Esse é um compromisso do Ministério de Minas e Energia com a inclusão energética, com o uso de fontes renováveis e com o desenvolvimento que respeita as pessoas e o meio ambiente”, afirmou o secretário Nacional de Energia Elétrica, João Daniel Cascalho.

A ação integra os programas Luz para Todos e Luz do Povo, que têm levado energia elétrica a milhares de famílias brasileiras. Em Roraima, os resultados já são expressivos, o Luz do Povo beneficia 45,7 mil unidades consumidoras, representando 23% das residências no estado. Já o Luz para Todos, desde o início do programa, beneficiou mais de 100 mil pessoas, com R$ 332 milhões em investimentos.

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Essas iniciativas reforçam o compromisso do MME na promoção da inclusão energética, da transição para o uso de fontes renováveis e da integração social de comunidades que, por muito tempo, estiveram à margem do acesso à energia, um direito fundamental que transforma vidas e impulsiona o desenvolvimento sustentável.

Para o atendimento de forma plena ao centro de referência da Secretaria de Saúde Indígena, há previsão, ainda em 2025, de construção de uma usina solar pelo Programa Luz para Todos com capacidade de gerar 12.744 kWh. O empreendimento tem investimento avaliado em R$ 31 milhões, assegurando o funcionamento de serviços essenciais de saúde e melhorando a qualidade de vida das comunidades indígenas atendidas.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Ministro Wellington Lima apresenta ações do MJSP à Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado na Câmara dos Deputados

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Brasília, 9/6/2026 – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, participou, nesta terça-feira (9), de audiência na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados para apresentar iniciativas da pasta e responder a questionamentos de parlamentares sobre segurança pública.

A audiência contou com a presença de outros integrantes da gestão do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), entre os quais o secretário nacional de Segurança Pública (Senasp), Chico Lucas; o secretário nacional de Assuntos Legislativos, Paulo Modesto; o secretário nacional de Direitos Digitais, Victor Oliveira Fernandes; a secretária nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos, Marta Machado; e o secretário nacional de Políticas Penais, André Garcia.

Na reunião, o ministro mencionou a atuação integrada entre União, estados, municípios, Poder Judiciário, Ministério Público (MP) e forças de segurança para o enfrentamento da criminalidade organizada.

Segundo Wellington Lima, a formulação de políticas públicas eficazes depende da cooperação institucional e do diálogo permanente com as Casas Legislativas. “Não há segurança pública sem o Congresso Nacional. A construção de políticas públicas eficazes exige diálogo permanente com o Parlamento, com o Judiciário, com o Ministério Público e com os profissionais que estão na ponta do sistema de segurança”, afirmou.

Entre os temas abordados estiveram as estratégias de combate ao crime organizado, as ações de fortalecimento do sistema prisional, as medidas de combate ao tráfico ilícito de armas e as iniciativas voltadas à descapitalização financeira de organizações criminosas.

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Ao tratar das medidas de enfrentamento às facções criminosas, Wellington Lima ressaltou a importância do enfraquecimento financeiro desses grupos.

“O primeiro eixo é exatamente a reprodução e o aperfeiçoamento dos mecanismos de asfixia financeira. É preciso tirar o oxigênio do crime organizado.”

O ministro também apresentou iniciativas voltadas ao aprimoramento da inteligência e da investigação criminal, com foco na ampliação da capacidade de esclarecimento de homicídios e das operações de repressão às organizações criminosas.

Ao abordar o sistema penitenciário, defendeu investimentos em tecnologia, inteligência e protocolos de segurança para impedir a comunicação de lideranças criminosas com grupos que atuam fora das unidades prisionais. “Esse é um problema que não poderia ser adiado de modo algum”, enfatizou.

Operações em unidades prisionais

Durante a audiência, Wellington Lima anunciou que o MJSP realizará, até o final de 2026, uma operação nacional e duas regionais por mês em unidades prisionais de todo o País.

A medida busca reforçar o controle do sistema penitenciário, combater a atuação de organizações criminosas e ampliar a integração entre as forças de segurança e as administrações penitenciárias estaduais.

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Plataformas digitais

Sobre plataformas digitais, parlamentares também questionaram os decretos relacionados à atuação das plataformas digitais e às medidas de enfrentamento de crimes praticados no ambiente virtual.

O ministro explicou que as normas foram elaboradas com base em análises técnicas e dados relacionados ao crescimento de ilícitos praticados pela internet, como fraudes eletrônicas, exploração sexual de crianças e adolescentes e divulgação não autorizada de conteúdo íntimo.

“Os decretos foram elaborados a partir de evidências concretas sobre a crescente centralidade da internet na vida dos brasileiros e sobre a urgência de enfrentar o aumento de crimes, atos ilícitos e condutas abusivas que vêm se multiplicando no ambiente digital”, disse.

De acordo com Wellington Lima, as medidas buscam ampliar a capacidade de resposta do Estado diante desses crimes, sem afastar o papel do Congresso Nacional na discussão e eventual definição de regras permanentes para o setor.

“O Parlamento é sempre quem melhor legisla, mas muitas vezes a sociedade clama por alguma providência mais imediata”, completou.

A audiência integra as atividades de fiscalização e de acompanhamento das políticas públicas conduzidas pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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