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Ministério do Turismo promove curso gratuito de Gestão da Acessibilidade no Turismo
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O Ministério do Turismo promoveu, nesta quinta-feira (30.10), em parceria com o Programa Mais Acesso da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), uma capacitação online com orientações práticas sobre inclusão e atendimento acessível no setor. O encontro contou com a participação de mais de 200 profissionais.
“Este curso reforça o compromisso do Ministério do Turismo com um setor verdadeiramente inclusivo. Queremos que cada pessoa se sinta bem-vinda, respeitada e segura ao conhecer os destinos que o nosso país tem a oferecer”, disse Ana Carla Lopes, secretária-executiva da Pasta.
A qualificação, elaborada com foco nos profissionais que atuam nos setores de hotelaria, transporte, gastronomia, eventos e receptivo turístico, faz parte dos preparativos do Brasil para a COP30, que será realizada em novembro, em Belém (PA).
Aldo Valentim, diretor do departamento de Qualidade, Sustentabilidade e Ações Climáticas no Turismo do Ministério do Turismo, agradeceu e parabenizou a parceria com a UEA.
“Estar aqui é uma oportunidade de promover a inclusão e a acessibilidade para que possamos construir um turismo mais acessível. É importante que todos estejam incluídos nesse processo e estamos trabalhando arduamente para que o máximo de pessoas participe da COP30”, finalizou.
O curso apresentou boas práticas de hospitalidade inclusiva e orientações sobre o atendimento a pessoas com deficiência física, visual, auditiva, intelectual, autismo e a idosos.
O link para assistir à transmissão do curso permanecerá disponível até domingo (02/11). Para receber o certificado de participação, é necessário assistir ao vídeo completo no YouTube e assinar a lista de presença que aparecerá ao final, por meio do QR Code. Após esse prazo, o curso continuará disponível apenas para exibição.
Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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Escola Nacional de Políticas sobre Drogas do MSP amplia formação e pesquisa com R$ 24 milhões em investimentos
Durante a cerimônia, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington Lima, afirmou que a criação da Esnad representa uma escolha estratégica pelo conhecimento científico, pela qualificação das decisões públicas e pela formação continuada dos profissionais que atuam na área.
“A criação desta Escola representa uma opção muito clara por uma política pública baseada em evidências, capaz de qualificar decisões, produzir conhecimento e investir na formação permanente dos profissionais”, explicou o ministro.
A secretária nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos, Marta Machado, destacou que a Escola consolida e amplia um trabalho de capacitação que a Senad já desenvolve em todo o País. Nos últimos anos, as ações promovidas pela secretaria alcançaram milhares de profissionais de áreas como segurança pública, assistência social, justiça, educação e direitos humanos.
Segundo a secretária, a Esnad foi criada para estruturar e ampliar esse trabalho, reunindo em uma estrutura permanente iniciativas de ensino, pesquisa e inovação desenvolvidas pela Senad. “O que celebramos hoje vai além da criação de uma nova escola. Simboliza um avanço concreto na forma como o Estado brasileiro enfrenta o tema das drogas: com dados, cooperação e responsabilidade.”
Durante a cerimônia, o ministro ressaltou ainda que a efetividade das políticas sobre drogas depende da articulação entre conhecimento científico e qualificação profissional. Nesse sentido, a nova escola fortalece a capacidade do Estado de formular e implementar políticas públicas mais eficientes e alinhadas às evidências produzidas pela pesquisa.
Escola reúne ações de ensino e pesquisa
A Esnad reúne iniciativas voltadas à capacitação de profissionais e ao desenvolvimento de pesquisas sobre políticas sobre drogas e gestão de ativos. Entre elas estão a parceria com a Escola Nacional de Administração Pública (Enap) para oferta de cursos na Escola Virtual de Governo (EV.G); a ampliação dos cursos de educação a distância desenvolvidos com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); a segunda edição da pós-graduação em Segurança Pública e Políticas sobre Drogas, realizada em parceria com a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp); e a criação de uma especialização em Toxicologia Forense com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Também foram anunciadas ações voltadas ao fortalecimento da pesquisa aplicada, incluindo um edital do projeto Pensando o Direito, em parceria com a Secretaria de Assuntos Legislativos (SAL) do MJSP, e uma edição especial da Revista Susp dedicada ao tema “Prevenção Ampliada, Segurança Pública e Políticas sobre Drogas”.
Qualificação apoia enfrentamento ao crime organizado
Ao relacionar a criação da Esnad às ações de segurança pública do Governo Federal, Wellington Lima afirmou que o enfrentamento ao crime organizado exige inteligência, planejamento e políticas públicas baseadas em evidências. Para o ministro, “nenhuma estratégia será efetiva sem profissionais capacitados para compreender a complexidade dos desafios contemporâneos e atuar com rigor técnico, eficiência e compromisso democrático”.
O ministro também ressaltou que os desafios relacionados às drogas, à segurança pública e ao crime organizado exigem cooperação permanente entre instituições, investimento em qualificação técnica e desenvolvimento tecnológico.
Parcerias ampliam alcance da formação
A presidenta da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), Betânia Lemos, enfatizou que a nova escola fortalece a integração entre governo, academia e sociedade civil, ampliando a capacidade do Estado de formular políticas públicas mais consistentes e eficazes para enfrentar um dos desafios mais complexos da sociedade.
Para Juliana Santos, diretora de Assuntos Legislativos do MJSP, a parceria entre a SAL e a Senad é de extrema importância para fortalecer a produção de conhecimento aplicado às políticas sobre drogas.
“Para problemas complexos, precisamos de conhecimento de qualidade. A pesquisa tem que ocupar um lugar central na formulação de políticas públicas.”, afirmou.
Já a diretora de Ensino e Pesquisa (DEP) da Senasp, Michele dos Ramos, destacou que a nova estrutura amplia a troca de experiências entre diferentes áreas do setor público e fortalece a qualificação técnica dos profissionais, contribuindo para políticas públicas mais eficazes e orientadas por evidências.
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