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Ao lado de Lula, Silveira reforça parceria estratégica com Reino Unido em encontro com Príncipe William, na Cúpula de Líderes da COP30

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Ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, participou da reunião bilateral com o Príncipe de Gales, William, nesta quinta-feira (6/11), durante a Cúpula de Líderes da COP30, em Belém. O encontro aproximou Brasil e Reino Unido em torno de agendas comuns como sustentabilidade, minerais críticos, inovação e descarbonização da matriz energética.

Ao destacar o papel do Brasil na construção de soluções energéticas de baixo carbono, foram apresentadas iniciativas conduzidas pelo Governo do Brasil para acelerar uma transição energética justa e inclusiva. Entre os temas abordados, estiveram o fortalecimento das fontes renováveis, a modernização das redes elétricas, a descarbonização de sistemas isolados e o avanço da economia do hidrogênio — áreas de interesse convergentes entre os dois países.

O Brasil vive uma oportunidade única de liderar a transição energética a partir de suas vantagens naturais e industriais. “Estamos comprometidos com uma política energética que gere emprego, renda e desenvolvimento, ao mesmo tempo em que amplia a participação de energias limpas e fortalece a segurança energética. O diálogo com o Reino Unido é estratégico para a cooperação internacional e para acelerar soluções inovadoras que beneficiem os dois países”, comentou Silveira.

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O encontro também tratou da aproximação entre o Brasil e a proposta britânica da Global Clean Power Alliance, iniciativa que busca ampliar investimentos privados, fomentar inovação e acelerar o cumprimento das metas globais de triplicar a capacidade renovável e dobrar a eficiência energética até 2030. Silveira reforçou que iniciativas multilaterais são essenciais para garantir transições energéticas equitativas, especialmente em países em desenvolvimento.

Outro ponto relevante foi a agenda de minerais críticos — insumos fundamentais para turbinas eólicas, baterias, painéis solares e outras tecnologias de baixo carbono. Silveira destacou o potencial brasileiro para ampliar a produção sustentável desses minerais, bem como iniciativas de cooperação já em andamento entre os serviços geológicos dos dois países.

O diálogo fortalece as relações entre os dois países e abre caminho para novas iniciativas em energias renováveis, hidrogênio verde, digitalização do setor elétrico e pesquisa mineral — áreas centrais para a agenda climática da COP30 e para o futuro energético global.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Brasil apresenta à OCDE avanços do primeiro Plano Nacional sobre Migração, Refúgio e Apatridia

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Paris, 30/6/2026 – O Brasil apresentou ao Grupo de Trabalho sobre Migração da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), entre 24 e 26 de junho, em Paris (França), os avanços da Política Nacional sobre Migração, Refúgio e Apatridia (PNMRA), com destaque para a elaboração do I Plano Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia (I PlaNaMigra), conduzida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Justiça (Senajus).

Atualmente em consulta pública, o I PlaNaMigra reúne medidas voltadas à integração socioeconômica de migrantes e refugiados, ao reconhecimento de qualificações profissionais, à ampliação do acesso ao mercado de trabalho, ao incentivo ao empreendedorismo e ao aprimoramento do uso de dados para a formulação de políticas públicas.

Experiência brasileira em grandes fluxos migratórios

O encontro reuniu representantes de governos e especialistas para debater governança migratória, integração, mobilidade laboral e respostas aos deslocamentos internacionais. Durante a agenda, o Brasil compartilhou experiências reconhecidas internacionalmente no acolhimento, na integração e na proteção de pessoas migrantes, refugiadas e apátridas.

O governo brasileiro destacou a resposta ao fluxo de pessoas provenientes da Venezuela, especialmente por meio da Operação Acolhida e da aplicação ampliada da definição regional de refugiado prevista na Declaração de Cartagena, que possibilitou mecanismos de reconhecimento mais ágeis e abrangentes para pessoas que fugiram de graves e generalizadas violações de direitos humanos.

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Também foi apresentado o Programa Brasileiro de Acolhida Humanitária por Patrocínio Comunitário para nacionais afegãos, recentemente institucionalizado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública e atualmente em fase de expansão.

A iniciativa é considerada referência internacional por combinar proteção humanitária, regularização migratória, documentação, acesso a serviços públicos, integração local e promoção da autonomia.

A delegação contou com a participação do diretor do Departamento de Migrações da Secretaria Nacional de Justiça (Demig), Victor Semple, e da representante da Polícia Federal, a delegada Juliana Teixeira. A equipe se reuniu com o embaixador Sarquis José Buainain Sarquis, representante permanente do Brasil junto à OCDE.

“Os desafios decorrentes dos deslocamentos em larga escala exigem cooperação com diferentes organismos internacionais, e a OCDE reúne grandes países receptores de migrantes e refugiados, como o Brasil”, afirma Victor Semple.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Cooperação internacional

A OCDE é um organismo internacional que reúne atualmente 38 países membros, com o objetivo de promover políticas públicas voltadas ao crescimento econômico sustentável, à geração de empregos, à inclusão social e ao aprimoramento da governança pública.

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A organização funciona como um importante fórum de cooperação e intercâmbio de experiências, produzindo estudos, indicadores e recomendações em áreas como economia, trabalho, educação, migração, meio ambiente e inovação. O Brasil participa de diversos comitês e iniciativas da OCDE e está em processo de adesão formal à organização.

A participação brasileira reforça o compromisso do MJSP com o fortalecimento da governança migratória, a promoção de vias regulares de migração e a ampliação da cooperação internacional. O intercâmbio de experiências com os países membros da OCDE contribui para o aperfeiçoamento das políticas públicas brasileiras e para o desenvolvimento de sistemas migratórios mais eficientes, inclusivos e resilientes.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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