MATO GROSSO
Polícia Militar prende faccionados em garimpo irregular no Rio Teles Pires
MATO GROSSO
Três homens e uma mulher foram presos, nesta terça-feira (11.11), por policiais militares do 9º Comando Regional, suspeitos por crime ambiental, em um trecho do Rio Teles Pires, em Alta Floresta (790 km de Cuiabá).
A quadrilha integra uma facção criminosa no município, que operava com extração irregular de minérios e extorsão de garimpeiros da região. As equipes apreenderam dois barcos com motor e outros pertences utilizados na prática criminal.
Os policiais militares receberam informações de que haveria balsas operando de forma irregular. Diante da denúncia, militares do Batalhão de Proteção Ambiental, 8º Batalhão, Força Tática do 2º, 9º CR e e a Agência Regional de Inteligência reforçaram o policiamento na região e flagraram uma estrutura fluvial de madeira, utilizada como apoio para a prática de garimpo ilegal.
Os suspeitos foram detidos em flagrante. A quadrilha confessou que não havia nenhuma documentação que autorizava a atividade na região.
Em razão da constatação, foram adotadas as medidas legais cabíveis, consistindo na apreensão dos equipamentos utilizados na atividade ilícita e inutilização da balsa garimpeira e condução dos envolvidos à Delegacia Municipal de Polícia Judiciária Civil de Alta Floresta.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes
O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.
Fonte: Ministério Público MT – MT



