TECNOLOGIA
MCTI lança Plano de Transformação Digital para modernizar serviços até 2027
TECNOLOGIA
Com o objetivo de tornar os serviços para a população mais simples, acessíveis e transparentes, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) lançou o Plano de Transformação Digital (PTD) 2025–2027. O documento que orienta a modernização dos serviços digitais oferecidos pela pasta segue as diretrizes da Estratégia Federal de Governo Digital, conjunto de normas que guia a digitalização de serviços públicos no País.
O PTD está organizado em quatro eixos principais:
– Serviços Digitais e Melhoria da Qualidade, que busca simplificar processos, facilitar o uso dos serviços e garantir maior acessibilidade
– Unificação de Canais, que prevê que cada vez mais serviços do MCTI utilizem o gov.br, plataforma única do Governo do Brasil, com login unificado e integração a sistemas oficiais de pagamento
– Governança e Gestão de Dados, que trabalha a interoperabilidade, ou seja, a capacidade de diferentes sistemas trocarem informações entre si, além de incentivar o uso inteligente de dados públicos para melhorar políticas e serviços
– Segurança e Privacidade, que reúne ações para proteger informações sensíveis, fortalecer práticas de segurança digital e consolidar o Plano de Proteção e Segurança da Informação do ministério
A governança do plano será estruturada, com reuniões de acompanhamento a cada dois meses, gestão de riscos e definição clara das responsabilidades entre MCTI e Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). O PTD inclui ainda iniciativas de inovação e a participação das unidades vinculadas ao ministério, com o objetivo de acelerar a digitalização e melhorar a experiência do cidadão em todos os canais de atendimento.
O documento foi elaborado em parceria com a Secretaria de Governo Digital e a Secretaria-Executiva do MGI.
TECNOLOGIA
Projeto Entre Ciências seleciona seis propostas sobre sociobiodiversidade
Como cuidar melhor da floresta, da terra e da biodiversidade? Parte dessa resposta está no diálogo entre diferentes formas de conhecimento. Com o objetivo de fortalecer a participação de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares na produção de conhecimento sobre a sociobiodiversidade, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) vai selecionar seis iniciativas para o projeto Entre Ciências: Territórios de Saber em Diálogo.
Foram avaliadas 60 propostas de arranjos de pesquisa colaborativa, envolvendo comunidades e academia, vindas de diferentes regiões da Amazônia e do Cerrado. Os trabalhos foram selecionados por uma comissão formada por especialistas e representantes das próprias comunidades, levando em conta não só critérios técnicos, mas também a diversidade dos territórios e protagonismo de mulheres, jovens e anciãos.
Projetos selecionados
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Associação dos Seringueiros do Seringal Cazumbá. Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Acre (Ifac) — Campus Rio Branco;
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Associação Quilombo Kalunga. Parceiro acadêmico: Universidade de Brasília (UnB) – Programa de Mestrado Profissional em Sustentabilidade junto a Povos e Terras Tradicionais (Mespt) e Programa da Licenciatura em Educação do Campo (Ledoc);
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Organização Baniwa e Koripako — Nadzoeri. Parceiros acadêmicos: UnB, Universidade Federal Fluminense (UFF) e Universidade de São Paulo (USP);
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Associação de Mulheres Indígenas em Mutirão (Amim). Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Amapá;
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Centro de Agricultura Alternativa Vicente Nica. Parceiro acadêmico: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) — Campus Almenara;
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Coletivo Mulheres Retireiras do Araguaia. Parceiro acadêmico: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao MCTI, e Instituto Juruá.
Com os novos arranjos selecionados, o projeto passa a apoiar oito experiências em diferentes territórios, ampliando uma rede que conecta ciência dos povos e comunidades com a ciência acadêmica, cultura e meio ambiente.
Para a secretária de Políticas e Programas Estratégicos do MCTI, Andrea Latgé, a iniciativa reforça a importância de integrar diferentes formas de conhecimento na produção científica. “O Entre Ciências mostra que o conhecimento também nasce nos territórios. Ao valorizar saberes de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares, fortalecemos uma ciência mais diversa e conectada aos desafios do País”, destaca.
O Entre Ciências aposta em uma ideia simples e poderosa: quem vive nos territórios também produz conhecimento. O projeto fortalece o papel de povos indígenas e comunidades tradicionais na pesquisa sobre biodiversidade, em temas prioritários para o próprio território, incentivando a parceria com atores acadêmicos comprometidos e com respeito às diferentes formas de conhecimento.
Além do apoio aos projetos, a iniciativa oferece formação, bolsas para pesquisadores locais das comunidades, intercâmbios e suporte para a gestão de dados e informações produzidas pelas próprias comunidades.
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