BRASIL
Turismo de negócios fatura mais de R$ 11 bilhões em dez meses e mantém expectativa recorde para o ano
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O setor de viagens corporativas segue aquecido no Brasil: de janeiro a outubro de 2025, o segmento registrou um faturamento de R$ 11,6 bilhões. A informação consta de um levantamento da Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (ABRACORP), que analisa mensalmente 11 setores de mercado. Ainda de acordo com a entidade, o faturamento das viagens corporativas no país deverá somar R$ 14,3 bilhões neste ano, um recorde histórico do ramo.
O ministro do Turismo, Celso Sabino, aponta benefícios dos avanços no segmento. “O turismo de negócios está alcançando números expressivos, se mantendo como fundamental para o nosso setor, pois movimenta toda uma cadeia de serviços, estimulando investimentos e impulsionando o dinamismo dos negócios no nosso país, gerando emprego e renda para a população brasileira”, ressalta.
Em outubro, o faturamento das viagens corporativas alcançou R$ 1,34 bilhão, alta de 5,33% ante o mesmo mês de 2024. Conforme a pesquisa, hotéis (R$ 785,4 milhões) e serviços aéreos (R$ 423 milhões) responderam por 88% do total. Demais serviços colaboraram com R$ 85,7 milhões, e a locação de veículos somou R$ 35 milhões. Já o setor de cruzeiros, com o início antecipado da temporada, teve o maior aumento percentual ante outubro de 2024: 535,39%.
“Apesar de toda movimentação geopolítica no mundo no período, o mercado de viagens segue fortalecido, com expansão em diferentes frentes e evolução constante da demanda por serviços especializados”, observa Douglas Fernandes e Camargo, diretor executivo da ABRACORP.
AVANÇOS – Os dados da ABRACORP se somam a outros números positivos recentes do turismo nacional. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), o setor aéreo brasileiro movimentou mais de 9 milhões de passageiros em voos domésticos ao longo do último mês de outubro, maior número já registrado no período desde janeiro de 2000.
O segmento aéreo internacional também apresentou recorde de movimentação para outubro no Brasil, com 2,3 milhões de passageiros. O crescimento é de 9,3% na comparação com o mesmo mês do ano passado.
Por Marco Guimarães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
BRASIL
MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais
O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.
O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.
A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.
Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.
Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.
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