MATO GROSSO
Jogos Olímpicos da Rede Estadual reúnem mais de 5,5 mil estudantes em Cuiabá
MATO GROSSO
Os Jogos Olímpicos da Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso começaram oficialmente na manhã desta terça-feira (9.11), reunindo estudantes e professores na área de lazer e esportes dos Colégios Estaduais Integrados 03 e 04, Mário de Castro e Malik Didier, no bairro Pedra 90, em Cuiabá. Organizado pela Secretaria de Estado de Educação, o evento segue até 14 de dezembro e promete movimentar a comunidade escolar com diversas modalidades esportivas.
A competição reúne 5.572 estudantes e 418 professores das 12 Diretorias Regionais de Educação (DREs) e da Diretoria Metropolitana de Educação (DME), envolvendo escolas de todas as regiões do estado. As disputas acontecem nas modalidades de futsal, natação individual e revezamento livre, tênis de mesa (individual e dupla), vôlei de quadra, vôlei de areia e badminton (duplas).
Além dos CEIs 03 e 04, as provas e partidas são realizadas nos complexos esportivos Aecin Tocantins, Gustavo Cid Nunes Cunha (Lixeira) e Manoel Soares de Campos (Dom Aquino), além das escolas estaduais Rafael Rueda, Eliane Digigov, Ana Maria do Couto, Diva Hugueney, Dione Augusta, João Crisostomo de Figueiredo (CEI 02), Welson de Mesquita, EEM Tiradentes, EEM Dom Pedro II, na Arena Juventus e na Escola Técnica Estadual (ETEC).
Todas as partidas contarão com arbitragem da Federação Mato-grossense de Desporto Escolar, garantindo o cumprimento das normas técnicas das modalidades.
Durante a solenidade de abertura, o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, destacou que os atletas que chegaram à etapa estadual já são vencedores por terem superado as fases municipais e regionais.
Segundo ele, a expressiva participação de professores é um dos pontos fortes do evento. “São mais de 400 docentes envolvidos diretamente com as equipes, incentivando os estudantes desde as escolas. O esporte é uma ferramenta que fortalece a formação educacional e contribui para melhores resultados”, afirmou.
A presidente da Federação Mato-grossense de Desporto Escolar, Carine Nascimento, também ressaltou o papel educativo das competições. “Estamos fortalecendo o esporte como instrumento pedagógico, que contribui para a disciplina, o respeito e o desenvolvimento dos jovens”, disse.
A premiação prevê medalhas de ouro para os atletas e professores das equipes campeãs, além de troféu para a escola vencedora. Os segundos colocados recebem medalhas de prata e os terceiros, de bronze, também contemplando estudantes e professores.
Entre os participantes, a motivação é a conquista de títulos. O estudante Gilberto Vinicius, de 14 anos, do 8º ano da Escola Estadual São José, de São José do Rio Claro (DRE Diamantino), integrante da equipe de vôlei, afirmou que a delegação entrou na disputa com foco no resultado. “Viemos para ganhar, não apenas para participar. O esporte é levado muito a sério na nossa escola”, afirmou.
Já a estudante Kauane Gabriela Martins da Silva, de 13 anos, do Ensino Médio da Escola Estadual Fernando Leite, de Várzea Grande (DME), atleta de xadrez, destacou a importância da modalidade para o desempenho escolar. “O xadrez ajuda muito no raciocínio lógico. Viemos para disputar e vencer”, declarou.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Artesanato indígena de MT vira destaque nacional e movimenta R$ 68 mil em um dia na Bienal de SP
O artesanato indígena de Mato Grosso se tornou um dos destaques da 22ª edição do Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras, realizado no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera, em São Paulo, de 13 a 17 de maio. Em apenas um dia de evento, bancos esculpidos em madeira produzidos pelo artesão indígena Peti Waura movimentaram R$ 68 mil em vendas e encomendas durante uma rodada voltada a arquitetos, decoradores e lojistas de várias regiões do país.
Mato Grosso participa da feira em dois espaços distintos dentro do evento, um no estande institucional dos Estados brasileiros, com apoio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), e outro do Sebrae/MT, que acompanha os artesãos durante toda a programação. A delegação mato-grossense reúne 11 artesãos individuais, associações e núcleos produtivos de municípios como Cuiabá, Tangará da Serra, Nova Mutum, São José do Rio Claro, Santo Antônio de Leverger, Gaúcha do Norte e Paranatinga.
Além das esculturas indígenas, o Estado levou ao evento peças em cerâmica, sementes, madeira, reciclagem e outras tipologias que representam diferentes regiões e culturas mato-grossenses. Segundo a coordenadora de Artesanato da Sedec, Lourdes Josafa Sampaio, a participação no salão é estratégica para ampliar mercado, fortalecer comunidades e mostrar o potencial econômico do artesanato produzido no Estado.
Ela explica que a presença de Mato Grosso em um dos maiores eventos do segmento no país também demonstra como o artesanato tem se transformado em oportunidade de negócios para comunidades indígenas e pequenos produtores do interior.
“O artesanato indígena tem uma aceitação enorme. Ontem, um dos nossos artesãos vendeu sozinho R$ 68 mil em bancos diretamente da aldeia dele para arquitetos e lojistas. Isso mostra a força do artesanato mato-grossense e como essas comunidades conseguem transformar cultura em renda e empreendedorismo”, afirmou.
Lourdes também destacou que o apoio do Governo do Estado é fundamental para garantir que os artesãos consigam participar de feiras nacionais, já que os custos logísticos dificultariam a presença sem suporte institucional.
Segundo ela, o Governo Federal disponibiliza os espaços expositivos, mas cabe aos Estados oferecer estrutura, transporte e apoio operacional para que os artesãos consigam levar seus produtos até os grandes centros consumidores.
“Sem o apoio do Governo do Estado muitos deles jamais conseguiriam estar aqui. São comunidades indígenas e artesãos de municípios distantes, que precisam dessa estrutura para apresentar seus produtos e fazer negócios em um evento nacional como esse”, ressaltou.
Morador da Aldeia Álamo, em Paranatinga, Peti Waura trabalha há mais de 20 anos com esculturas em madeira. Cada banco produzido leva cerca de uma semana para ficar pronto e pode custar entre R$ 800 e R$ 5 mil. O artesão conta que começou a esculpir ainda na infância e hoje já ensina o filho a continuar o trabalho artesanal da família.
A participação na feira em São Paulo, segundo ele, representa não apenas oportunidade de venda, mas também reconhecimento do trabalho produzido dentro da aldeia.
“Desde criança eu trabalho esculpindo madeira. Hoje fico muito feliz vendo minhas peças sendo valorizadas aqui. Tem muitos clientes, arquitetos e decoradores comprando meu trabalho”, relatou.
A ceramista Valéria Menezes participa pela primeira vez da feira em São Paulo e também comemora os resultados obtidos durante o evento. Há 19 anos trabalhando com cerâmica, ela afirma que a presença em feiras nacionais é essencial para ampliar a visibilidade do trabalho artesanal mato-grossense.
Para a artesã, o apoio institucional faz diferença justamente porque permite que os produtos cheguem a novos públicos e mercados consumidores.
“Esse incentivo é muito importante porque não tem como o cliente conhecer nosso trabalho sem mostrar. Estar aqui está sendo muito importante para mim. Estou vendendo bem e sendo muito elogiada”, disse.
O Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras reúne mais de 700 artesãos de 26 Estados e do Distrito Federal. A expectativa da organização é superar os R$ 4,7 milhões em negócios registrados na edição anterior.
Fonte: Governo MT – MT
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