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Exportações de carne bovina do Brasil crescem 59% em volume e 80% em faturamento na primeira semana de dezembro

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As exportações brasileiras de carne bovina começaram dezembro com forte alta. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (8) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o país embarcou 76,7 mil toneladas do produto apenas na primeira semana de dezembro de 2025, mostrando um avanço expressivo frente ao mesmo período de 2024.

No ano passado, o Brasil exportou 202,5 mil toneladas ao longo de todo o mês de dezembro, e o desempenho atual indica ritmo acelerado para um novo recorde.

Volume exportado cresce 59% em relação a 2024

A média diária de embarques ficou em 15,3 mil toneladas, o que representa alta de 59,1% em relação à média diária registrada em dezembro de 2024, que havia sido de 9,6 mil toneladas.

O resultado confirma o forte apetite do mercado internacional pela carne bovina brasileira, sustentado pela demanda contínua de grandes compradores, como China e Oriente Médio, além da valorização do produto no mercado global.

Faturamento aumenta 80% e supera US$ 430 milhões

No mesmo período, o faturamento total com as exportações de carne bovina atingiu US$ 430,9 milhões, de acordo com a Secex. A média diária de receita chegou a US$ 86,19 milhões, um crescimento expressivo de 80,5% em comparação com dezembro de 2024, quando o valor médio diário ficou em US$ 47,76 milhões.

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Esse desempenho reforça a importância da carne bovina nas exportações do agronegócio brasileiro, que seguem como um dos pilares da balança comercial do país.

Preço médio da carne bovina sobe 13,4%

Os preços médios pagos pela carne bovina brasileira também apresentaram valorização. Até a primeira semana de dezembro, o valor médio por tonelada alcançou US$ 5.617,3, representando um aumento de 13,4% em relação aos US$ 4.952,4 praticados em dezembro do ano anterior.

Essa alta reflete o aumento da demanda internacional e a valorização da carne premium, especialmente em mercados que priorizam cortes de maior valor agregado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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El Niño 2026: saiba detalhes sobre o monitoramento, previsões e os possíveis impactos do fenômeno no Brasil

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O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (CEMADEN), o Serviço Geológico do Brasil (SGB) e a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (SEDEC) divulgaram nesta segunda-feira (29), o Boletim nº 1 com o objetivo de apresentar o monitoramento, previsões e os possíveis impactos do El Niño no Brasil em 2026.

O documento é resultado do trabalho realizado em parceria pelos órgãos nacionais e oficiais sobre monitoramento, regulação do uso das águas, gestão de riscos e previsão do clima e tempo. Mensalmente, o conteúdo será atualizado para disponibilizar informações acerca do fenômeno e, assim, apoiar os órgãos federais e estaduais além de contribuir para a tomada de decisões governamentais referentes ao País.

De acordo com o boletim, em junho de 2026 as condições observadas de temperatura da superfície do mar mostram um padrão típico do fenômeno El Niño. Este padrão se apresenta na forma de uma faixa de águas quentes em grande parte do Oceano Pacífico Equatorial que, próximo à costa da América do Sul, são superiores a 2°C.

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Previsão para os próximos meses

A previsão climática para o trimestre julho-agosto-setembro de 2026 indica, de forma geral, chuvas acima da média em áreas da Região Sul do Sul e, chuvas abaixo da média no centro-norte do País.

Ainda, as previsões indicam alta probabilidade de temperaturas acima de média no segundo semestre que, podem aumentar os eventos de onda de calor e a ocorrência de incêndios florestais.

Sobre a previsão da persistência do El Niño e sua intensidade, os modelos indicam probabilidade acima de 90% de permanência do fenômeno até, pelo menos o início de 2027, com alta probabilidade de ocorrência de um El Niño muito forte, quando as anomalias/desvios de temperatura da superfície do mar (TSM) no Oceano Pacífico Equatorial ficam acima de 2,0°C, entre a primavera e o verão de 2026.

Monitoramento contínuo e previsão de impactos

O boletim destaca a importância do acompanhamento das atualizações diárias e mensais dos órgãos para informações acerca de possíveis impactos na agricultura, níveis de rios e reservatórios prioritários além de riscos para inundações e deslizamentos.

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Importante também as recomendações e orientações da Defesa Civil Nacional, especialmente sobre as medidas de autoproteção para a população.

A atuação antecipada e coordenada entre os diferentes níveis de governo e instituições parceiras é fundamental para reduzir os impactos do fenômeno El Niño sobre a população brasileira. O monitoramento contínuo, o planejamento integrado e a adoção tempestiva de medidas de preparação e resposta constituem elementos essenciais para o fortalecimento da gestão de riscos e desastres no país.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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