MATO GROSSO
Comunidade Salobra Grande, em Porto Estrela, recebe mutirão eleitoral
MATO GROSSO
A comunidade de Salobra Grande, zona rural de Porto Estrela (190 km da Capital), receberá mutirão eleitoral nesta quarta (10) e quinta-feira (11), das 8h às 16h30. Os atendimentos serão realizados nas dependências da Escola Estadual “São Pedro”, naquela comunidade. O foco da ação é o cadastramento biométrico de eleitores.
O município possui 3.316 indivíduos aptos a votar, com 2.808 eleitores que já fizeram o cadastramento biométrico, o correspondente a 84,68%. O cartório eleitoral está em busca dos 508 (15,32%) eleitores e eleitoras que ainda não cadastraram suas digitais junto à Justiça Eleitoral.
No mutirão, a população do município pode ter acesso a outros serviços, como alistamento eleitoral (primeiro título), revisão de dados cadastrais, transferência de domicílio, emissão de segunda via do título de eleitor e de guia para recolhimento de multa eleitoral, além da possibilidade de regularização da situação eleitoral.
Foram produzidos materiais informativos voltados à imprensa local para divulgação do mutirão e da importância da biometria, bem como peças virtuais e gráficas destinadas ao eleitorado. O cartório eleitoral também utilizou carro de som para avisar a população sobre a ação no município.
“O não cadastramento da biometria poderá resultar, futuramente, no cancelamento do título eleitoral, conforme previsto na Resolução TSE nº 23.659/2021. O cancelamento pode gerar diversas consequências e restrições em serviços públicos. Para evitar transtornos, compareça e regularize seu título de eleitor”, explicou a chefe do cartório da 13ª Zona Eleitoral, Sandra Regina Silva da Costa Ramos.
A Justiça Eleitoral levará toda a estrutura necessária para o atendimento dos eleitores com conforto e comodidade. Serão dois servidores e dois kits biométricos para a assistência. O kit é composto por computador portátil, scanner para coleta da biometria, câmera digital, pad para assinatura e cases para ambientação e transporte dos equipamentos. Os itens são padronizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Documentos necessários
Apresente um documento oficial com foto, na versão física ou digital. Em casos de alistamento, transferência ou mudança de domicílio, é necessário apresentar um comprovante de endereço, que pode ser em documento físico ou digital. O eleitor ou eleitora já sai do mutirão com o título eleitoral em mãos e com a recomendação de baixar o e-Título (app) para ter o título digital.
Entenda o que é a biometria
A biometria é um processo de identificação por meio das impressões digitais, coletadas e armazenadas pela Justiça Eleitoral. É pessoal e intransferível, garantindo que cada eleitor vote apenas uma vez e evitando que alguém se passe por outra pessoa no momento da votação.
Representa um avanço tecnológico que fortalece a segurança e a inclusão no processo de votação. Ela impede a duplicidade no cadastro, assegura a autenticidade do eleitor, garante agilidade na identificação, reduz filas, otimiza o tempo de votação, promove acessibilidade e aumenta a confiabilidade dos resultados das eleições.
Estagiária Natália Sarturi (supervisão do jornalista Anderson Pinho)
#ParaTodosVerem: A imagem mostra uma vista aérea de uma pequena cidade, com ruas largas e bem definidas, casas térreas distribuídas de forma organizada e abundante vegetação entre as construções. Ao fundo, é possível ver áreas rurais e extensas planícies que se estendem até a linha do horizonte, onde surgem serras ou morros ao longe. O cenário transmite tranquilidade e simplicidade típica de municípios do interior.
Fonte: TRE – MT
MATO GROSSO
Política de educação artística da Seduc se consolida na Rede Estadual e transforma rotina de alunos em MT
Mais de 53% das 630 escolas da Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso já desenvolvem ações do Projeto Educarte, da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). O avanço se reflete no tamanho da rede atendida. Em 2025, eram 200 unidades. Agora, são 335 escolas com atividades em andamento. A meta é alcançar 400 unidades ainda em 2026.
O crescimento dá dimensão a uma política adotada pela Seduc: manter investimento contínuo em um projeto que amplia o tempo, o repertório e a presença do estudante na escola.
Desde 2019, o Educarte vem abrindo espaço para oficinas e práticas no contraturno escolar, levando os alunos para além da rotina da sala de aula tradicional, com experiências ligadas à arte, à música, ao teatro, à dança, às artes visuais, à comunicação, às bandas e às fanfarras.
Na escola, esse movimento ganha forma, por exemplo, em um ensaio de fanfarra no fim da tarde, em uma roda de teatro montada depois da última aula, em um estudante que volta no contraturno para pintar, cantar, dançar ou aprender a falar em público. É nesse espaço, fora da grade comum, que o projeto foi se firmando como parte da política educacional da rede.
Oferecido como disciplina optativa, o Educarte organiza ações artístico-pedagógicas nas próprias unidades escolares. A proposta é interdisciplinar, mas o efeito evidencia-se no cotidiano: mais tempo de vínculo com a escola, mais circulação de linguagens, mais oportunidades para que o estudante descubra habilidades, encontre um lugar e siga aprendendo.
Um dos exemplos mais visíveis desse alcance foi o Festival Educarte – Conectando Talentos, realizado em 2024 e 2025. Na edição do ano passado, 56 projetos estudantis foram selecionados em cinco eixos — Música, Fanfarra, Dança, Teatro e Artes Visuais —, com premiação total de R$ 30 mil.
O festival ajudou a dar visibilidade ao que já vinha sendo construído nas escolas e mostrou que o projeto não se resume à atividade complementar: passou a ocupar espaço na vida escolar e na agenda da educação pública estadual.
Segundo a secretária de Estado de Educação, Flavia Emanuelle, a expansão do Educarte acompanha uma linha de trabalho que a Seduc vem sustentando desde a implantação da iniciativa, e os resultados têm sido percebidos ao longo da trajetória dos estudantes na Educação Básica.
“Temos verificado que os estudantes matriculados no Educarte têm apresentado bons resultados ao longo da trajetória na Educação Básica desde a implantação do projeto”, diz.
Para a secretária, o alcance do programa não está apenas na participação dos alunos nas oficinas, mas também no reflexo que esse percurso pode produzir na própria aprendizagem.
“Quando a escola oferece ao estudante outras possibilidades de aprendizado, ele apresenta melhor desempenho em sala de aula. O Educarte respeita a fase e a modalidade em que cada aluno está inserido, mas trabalha para que esse desenvolvimento seja concreto na proficiência e na trajetória escolar”, completa.
Flavia Emanuelle reforça que, ao ampliar o número de escolas atendidas, a Seduc reforça o Educarte como uma política que ganhou corpo na rede. “O projeto cresceu porque houve a decisão de mantê-lo vivo, ampliar o alcance e transformar o contraturno em tempo de formação. Hoje, esse investimento já chega a mais da metade das escolas estaduais de Mato Grosso”, pontua.
Fonte: Governo MT – MT
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