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Governo disponibiliza minuta de Plano de Estadual de CT&I para consulta pública

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O Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci-MT), em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa de Mato Grosso (Fapemat), disponibilizou para consulta da sociedade a minuta do Plano Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso (PCTI-MT). O documento está disponível aqui (Clique) e aberto para avaliações e sugestões. O prazo para submissão de pareceres é de 19 a 23 de janeiro, via formulário online clique aqui.

Em conjunto também com Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), o PCTI-MT tem o objetivo estratégico de ser utilizado como instrumento que orientará políticas, investimentos e ações estruturantes para o fortalecimento da ciência, da tecnologia e da inovação no Estado.

“Esse plano foi construído de forma participativa e responsável, com base em evidências e alinhado às melhores práticas nacionais e internacionais. Realizamos oficinas regionais e promovemos uma escuta qualificada de diversos atores do ecossistema de Ciência, Tecnologia e Inovação, sempre respeitando o marco legal vigente. Essa consulta é uma etapa essencial para aprimorar o plano, garantindo transparência, legitimidade e, sobretudo, alinhamento com as reais demandas da sociedade”, destacou o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação , Allan Kardec.

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Para facilitar a sistematização e análise das manifestações da sociedade, o Plano Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso (PCTI-MT) foi dividido em eixos centrais, sendo eles: Eixo A: Ampliar o Fomento e o Financiamento à CT&I; Eixo B: Aprimorar a Governança e a Articulação com o Setor Privado; Eixo C: Formação e Retenção de Talentos para CT&I; Eixo D: Sustentabilidade, Economia Verde e Clima; Eixo E: Infraestrutura Estratégica, Conectividade e Desenvolvimento Regional; e Eixo F: Setores Estratégicos e Empreendedorismo.

De forma que as contribuições deverão ser apresentadas de acordo com os eixos estruturantes do PCTI-MT. Por isso, as sugestões, críticas e propostas devem ser objetivas, fundamentadas e indiquem claramente o aspecto do eixo ao qual se referem.

Elaboração do PCTI

A elaboração do plano ocorreu de forma participativa, com oficinas regionais em Cáceres, Sinop e Rondonópolis, Cuiabá e Barra do Garças. Após a conclusão das oficinas regionais, as diretrizes preliminares do PCTI/MT foram apresentadas durante a Conferência de Validação, em outubro de 2025, durante a 22ª Semana Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI), em Cuiabá.

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Durante os encontros, participaram representantes do ecossistema de inovação da Baixada Cuiabana, o Vale do Pacu, com integrantes de empresas, instituições de ensino, representantes da academia, gestores públicos e instituições do terceiro setor.

De acordo com o secretário adjunto de Desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação, Rodrigo Zanin, o plano é uma ferramenta importante de ampliação da tecnologia e inovação em Mato Grosso.

“Esse trabalho minucioso de escuta, elaboração e agora de consulta à sociedade, visa ampliar a competitividade, diversificar a base produtiva, reduzir desigualdades regionais, promover o desenvolvimento sustentável e gerar melhores oportunidades para a população mato-grossense. Por isso a importância do máximo de pessoas participem”, reforçou Zanin.

As contribuições recebidas serão sistematizadas e analisadas no processo de consolidação do PCTI-MT, fortalecendo sua efetividade como política de Estado. Após a etapa de consulta o Plano será enviado para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) como proposta de lei.

Fonte: Governo MT – MT

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Governo pagou R$ 206 milhões por obras do BRT até o momento; apenas venda do VLT rendeu R$ 915 milhões

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O Governo de Mato Grosso pagou até o momento, R$ 206 milhões referentes às obras de implantação do Sistema BRT em Mato Grosso. No total, já foram contratados R$ 533 milhões para as obras de infraestrutura, construção de estações e terminais.

Este valor é inferior ao que foi arrecadado pelo Governo com a venda de vagões e equipamentos do VLT, que totalizam R$ 915 milhões.

O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, explica que os valores são a soma de quatro contratos feitos até o momento. “Precisamos esclarecer o que eu acredito que não seja má fé, mas talvez um equívoco sobre os valores gastos pelo Governo nas obras do BRT”, explica.

O primeiro contrato assinado, com o Consórcio Construtor BRT, previa a implantação total da infraestrutura do sistema, mas foi rescindido devido a não execução das obras por parte das empresas responsáveis. Este contrato tinha o valor de R$ 468 milhões, mas o Governo pagou R$ 130 milhões, incluindo os valores de reajustes inflacionários.

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Esse recurso foi utilizado na implantação total da infraestrutura nas Avenidas da FEB e João Ponce de Arruda, em Várzea Grande, além de trechos da Avenida do CPA em Cuiabá.

Após a rescisão deste contrato, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) dividiu o restante da contratação em diversos lotes, como forma de acelerar o ritmo das obras. As licitações foram todas abertas à participação de empresas interessadas, incluindo disputa de propostas entre os participantes.

A segunda licitação, que está em andamento, foi feita para a implantar o restante da infraestrutura nas Avenidas do CPA e na Prainha, além do trecho entre o Aeroporto de Várzea Grande e o novo Terminal da cidade. Este contrato tem o valor de R$ 155 milhões, dos quais o Governo já pagou R$ 76 milhões.

A terceira licitação foi realizada para construir as estações, em um valor de R$ 120 milhões – ainda sem pagamentos, devido ao fato de a execução estar em seu início.

O secretário Marcelo explica que essa licitação inicialmente teve uma proposta de R$ 68 milhões, que foi rejeitada pelo fato de a empresa não ter apresentado documentos técnicos e financeiros.

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“A partir disso, nós incluímos no projeto a mudança do tipo de piso, a inclusão de portas automáticas, vidros com maior capacidade de reflexão de calor e a climatização das estações. Por isso, elas passaram para esse valor de R$ 120 milhões”, disse.

Por fim, foi realizada uma nova licitação para a contratação de uma empresa para construir os terminais, obras ainda não iniciadas, no valor de R$ 128 milhões.

“Então, foram pagos R$ 206 milhões. E eu quero dizer mais uma coisa. Com a venda dos vagões e mais alguns materiais elétricos, o Estado já arrecadou R$ 915 milhões. Então nós estamos com um superávit de quase R$ 400 milhões. A Sinfra é transparente e republicana”, concluiu o secretário.

Fonte: Governo MT – MT

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