MATO GROSSO
Bombeiros resgatam jupará que estava em estrutura de supermercado em Confresa
MATO GROSSO
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, nesta quinta-feira (22.1), o resgate de um jupará, também conhecido como macaco-da-meia-noite, que estava na estrutura metálica do telhado da garagem de um supermercado localizado no bairro Jardim do Éden, em Confresa (1.057 km de Cuiabá).
Ao chegar ao local, a equipe do 2º Núcleo Bombeiro Militar (2º NBM) constatou que o animal estava em um ponto de risco, devido à altura em que se encontrava.
Para realizar o resgate com segurança, os bombeiros utilizaram uma escada e aplicaram a técnica de contenção com cambão. Em seguida, o animal foi acomodado em um recipiente apropriado para transporte e encaminhado a uma clínica veterinária para avaliação especializada, com posterior soltura na natureza.
O Corpo de Bombeiros ressalta que, em casos envolvendo animais silvestres, o cidadão deve entrar em contato pelo 193 solicitando auxílio e, em nenhuma hipótese, deve tentar capturar o animal de forma indevida.
Jupará
É um animal de pequeno porte com cabeça e orelhas arredondadas, focinho curto, língua longa e estreita e corpo comprido, medindo de 40 a 76 cm. Esta espécie é raramente avistada por ter hábitos noturnos.
É essencialmente arborícola e bastante ágil nas árvores, por isso é conhecida popularmente como “macaco-da-meia-noite” em algumas regiões da Amazônia.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Deficiência invisível: psicóloga do TJMT relata vivência com visão monocular
Segundo ela, uma das maiores dificuldades enfrentadas por pessoas com visão monocular é justamente a falta de compreensão da sociedade sobre uma deficiência que nem sempre possui características físicas aparentes. “Se eu não falar que sou uma pessoa com deficiência, ninguém percebe. Muitas vezes, a dificuldade da visão monocular é exatamente essa, as pessoas não acreditarem que você realmente tem uma deficiência”, afirma.
Para a psicóloga, inclusão vai além de adaptações estruturais e envolve, principalmente, acolhimento e reconhecimento da individualidade de cada pessoa. “Inclusão não é só colocar uma rampa ou um adesivo na escada. É olhar para a pessoa e mostrar que ela é importante, que ela tem sentimentos e que merece ser acolhida”, ressalta.
Pesquisa sobre acessibilidadeAutor: Emily Magalhães
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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