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Tecnologia da Elicit Plant Aumenta em 9,4% a Produtividade do Milho no Brasil Sem Alterar o Manejo

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Tecnologia da Elicit Plant Impulsiona Produtividade do Milho

Estudos conduzidos pela Elicit Plant em quatro safras consecutivas de milho no Brasil revelaram um incremento médio de 9,4% na produtividade, o que representa mais de 10 sacos adicionais por hectare.

Os testes, realizados em condições reais de campo, demonstraram taxa de sucesso superior a 90% nas áreas avaliadas — resultado que comprova a eficiência e consistência da tecnologia, mesmo em diferentes regiões e tipos de manejo.

De acordo com a empresa, o desempenho reforça o papel da Elicit Plant como aliada na rentabilidade do produtor rural, especialmente diante dos desafios climáticos e operacionais enfrentados pelo setor.

Ganhos Econômicos Significativos Sem Aumentar Custos

O responsável pelas operações da Elicit Plant no Brasil, Felipe Sulzbach, destaca que o ganho médio obtido pelos agricultores tem impacto econômico direto.

“Um incremento de mais de 10 sacos por hectare pode representar cerca de R$ 600 a mais por hectare, dependendo da cotação do milho. Em propriedades maiores, isso se transforma em centenas de milhares de reais em lucro adicional, sem necessidade de alterar o manejo, aumentar o investimento ou assumir novos riscos”, explica o executivo.

Essa característica de retorno financeiro sem aumento de custo operacional é considerada um dos principais diferenciais da solução, que se adapta facilmente às práticas agrícolas já adotadas pelos produtores.

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Alta Previsibilidade e Consistência dos Resultados

Um dos pontos de destaque da tecnologia é a alta previsibilidade dos resultados. Nos ensaios realizados pela Elicit Plant, nove em cada dez áreas testadas apresentaram aumento de produtividade.

“Essa taxa de vitória superior a 90% oferece segurança e confiança ao agricultor, mesmo em um ambiente sujeito a grandes variações climáticas e produtivas”, ressalta Sulzbach.

A consistência da tecnologia em diferentes condições de solo e clima reforça seu potencial de uso amplo, independentemente da região produtora.

Resultados Positivos em Diferentes Ambientes Produtivos

A solução da Elicit Plant apresentou desempenho positivo tanto em áreas de alta produtividade quanto em ambientes intermediários ou mais restritivos.

Em lavouras de alto rendimento, o produto contribui para atingir o teto produtivo, mantendo a estabilidade fisiológica das plantas em momentos críticos.

Em regiões com maior estresse climático, os ganhos são ainda mais perceptíveis, devido à capacidade da tecnologia de mitigar perdas causadas por déficits ou excessos hídricos.

Essa amplitude de resposta está diretamente relacionada ao foco da Elicit Plant na fisiologia das plantas e no aumento da tolerância a estresses abióticos, um desafio recorrente em praticamente todas as regiões agrícolas do Brasil.

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Foco na Estabilidade Produtiva Frente às Mudanças Climáticas

A Elicit Plant reforça que sua estratégia está centrada em proteger o potencial produtivo das lavouras diante das mudanças climáticas e maximizar o aproveitamento genético dos híbridos já utilizados pelos produtores.

“Oferecer estabilidade e previsibilidade de produção, de forma simples, sem alterar o manejo e com excelente custo-benefício, é tão importante quanto buscar altos tetos produtivos”, afirma Sulzbach.

Com o clima cada vez mais imprevisível, tecnologias que promovem resiliência e eficiência produtiva tornam-se indispensáveis para garantir sustentabilidade e competitividade na produção de milho no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Dependência de fertilizantes importados expõe agro brasileiro a riscos geopolíticos e acelera debate sobre transição verde

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A instabilidade geopolítica em regiões estratégicas para a produção de insumos agrícolas voltou a acender um alerta no agronegócio brasileiro: a forte dependência de fertilizantes importados. Conflitos recentes no Oriente Médio, somados aos impactos ainda sentidos da guerra entre Rússia e Ucrânia, afetam diretamente a oferta global desses produtos e pressionam os custos de produção no campo.

Atualmente, o Brasil importa mais de 85% dos fertilizantes que consome, segundo dados da Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA). Esse percentual tem aumentado nos últimos anos, ampliando a exposição do país a riscos externos.

Brasil lidera importações globais de fertilizantes e amplia vulnerabilidade

Em 2025, o Oriente Médio respondeu por 16% dos fertilizantes nitrogenados importados pelo Brasil. Considerando também países em regiões sensíveis, como Rússia e Venezuela, esse volume chega a 32% das importações nacionais.

O Brasil é hoje o maior importador mundial de fertilizantes, com crescimento médio de 3,8% ao ano entre 2014 e 2023, enquanto a média global foi de 0,8%, segundo dados da International Fertilizer Association (IFA).

Para especialistas, a baixa produção doméstica torna o país especialmente vulnerável. Além disso, a demanda segue em expansão impulsionada pela conversão de pastagens degradadas em áreas agrícolas, pela expansão dos sistemas integrados e pelo avanço da segunda safra.

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Plano Nacional de Fertilizantes busca reduzir dependência até 2050

Diante desse cenário, o Plano Nacional de Fertilizantes (PNF), lançado em 2022, ganha relevância estratégica. O programa estabelece como meta reduzir a dependência externa para cerca de 50% até 2050.

Entre as diretrizes estão:

  • Incentivo à produção nacional de fertilizantes
  • Modernização da indústria do setor
  • Melhorias na infraestrutura logística
  • Estímulo à inovação tecnológica

Apesar das metas, o avanço do plano enfrenta desafios importantes, como o alto custo do gás natural, gargalos logísticos e a necessidade de maior coordenação entre órgãos públicos e privados.

Fertilizantes verdes surgem como alternativa para reduzir emissões

Os fertilizantes verdes são apontados como uma alternativa estratégica para o setor, tanto do ponto de vista econômico quanto ambiental. Produzidos a partir de hidrogênio verde — obtido por eletrólise da água com energia renovável —, esses insumos podem reduzir significativamente as emissões de gases de efeito estufa associadas à agricultura.

Segundo especialistas, além de diminuir a pegada de carbono, essa tecnologia pode aumentar a segurança no abastecimento ao reduzir a dependência de importações.

Tecnologia ainda enfrenta barreiras de custo e escala

Apesar do potencial, a escalabilidade dos fertilizantes verdes ainda enfrenta desafios relevantes. O principal deles é o custo de produção, que pode ser até oito vezes superior ao dos fertilizantes convencionais, baseados em combustíveis fósseis.

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A viabilização dessa tecnologia depende de políticas públicas de incentivo, contratos de longo prazo e mecanismos como o mercado de carbono.

Uso eficiente de fertilizantes pode reduzir emissões no campo

Além da substituição tecnológica, especialistas destacam que o uso mais eficiente dos fertilizantes no campo também é fundamental. O manejo adequado pode reduzir desperdícios e emissões de óxido nitroso (N₂O), um gás com potencial de aquecimento global 265 vezes superior ao CO₂.

No Brasil, esse gás representa cerca de 6% das emissões provenientes do setor agrícola.

Transição verde é vista como estratégica para o futuro do agro

Para especialistas do setor, a agenda de fertilizantes deve ser tratada como estratégica para o país. O Brasil possui matriz energética majoritariamente renovável e condições favoráveis para se tornar produtor global desses insumos.

No entanto, esse avanço depende de coordenação entre setores, investimentos consistentes e planejamento de longo prazo para reduzir a vulnerabilidade externa e fortalecer a competitividade do agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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