POLITÍCA NACIONAL
Câncer de pele: Senado avalia prevenção para pescadores e trabalhadores rurais
POLITÍCA NACIONAL
O Senado começa a analisar neste ano o projeto de lei que cria o Programa de Combate e Prevenção ao Câncer de Pele, voltado à orientação de pescadores e trabalhadores rurais de todo o país sobre os riscos da doença e as formas de prevenção. O PL 6.624/2025 tem origem no Projeto de Lei 1.264/2011, de autoria do deputado Cleber Verde (MDB-MA). O texto foi aprovado pelos deputados no final de 2025.
A proposta reconhece que esses profissionais estão entre os mais expostos à radiação solar, fator de risco diretamente associado ao desenvolvimento do câncer de pele. O programa prevê ações educativas permanentes, com campanhas informativas sobre o uso de equipamentos de proteção individual, como chapéus, roupas adequadas e protetor solar, além de orientações para a identificação precoce de sinais suspeitos na pele.
De acordo com o texto, o programa também deve abranger o apoio a pesquisas científicas e tecnológicas, por meio de parcerias com universidades, sindicatos, organizações não governamentais e entidades médicas.
Caberá ao governo federal, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), a regulamentação e a execução do programa, incluindo a definição das estratégias de implementação e articulação com estados, municípios e entidades parceiras.
A proposta deverá ser despachada para as comissões temáticas do Senado a partir de fevereiro.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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Comissão discute impactos do fim de licenciaturas totalmente a distância; participe
A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados discute, nesta quarta-feira (8), os impactos da extinção de cursos de licenciatura integralmente na modalidade de educação a distância (EaD).
O Decreto 12.456/25 e a Resolução CNE/CP 4/24 estabelecem um novo marco regulatório para a educação a distância. Com isso, os cursos de licenciatura devem ser oferecidos nas modalidades presencial ou semipresencial, com maior carga de atividades presenciais, estágios supervisionados e práticas pedagógicas.
O debate será interativo e vai ser realizado às 16 horas, no plenário 14.
A audiência atende a pedido da deputada Greyce Elias (PL-MG) e do deputado Diego Garcia (União-PR). Eles querem discutir os impactos das novas regras na formação de professores, especialmente em regiões onde a educação a distância tem ampliado o acesso ao ensino superior.
Greyce e Garcia alertam que as mudanças podem afetar:
- a oferta de vagas;
- os custos da formação docente;
- a interiorização do ensino superior; e
- o atendimento das demandas educacionais do país.
Os parlamentares afirmam ainda que a regulação da formação docente deve conciliar qualidade, acesso ao ensino superior, inclusão, diversidade regional, autonomia das instituições e segurança jurídica, com base em indicadores oficiais de qualidade.
Da Redação – ND
Fonte: Câmara dos Deputados


