MATO GROSSO
Polícia Militar prende dois faccionados com arma de fogo e drogas em Cáceres
MATO GROSSO
Equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e do 6º Batalhão de Cáceres prenderam um homem e uma mulher por porte ilegal de arma de fogo e tráfico ilícito de drogas, na noite desta terça-feira (3.2). Com a dupla de faccionados, foram apreendidas uma pistola e porções de entorpecentes.
Durante a execução da segunda fase da Operação Força Total – Território Livre, as equipes policiais receberam informações sobre a localização de um homem suspeito de cometer o crime de sequestro mediante extorsão, em janeiro deste ano, em Cáceres. Segundo as informações adquiridas, o homem estaria escondido no bairro Vila Irene.
Equipes do Bope e do 6º Batalhão da Polícia Militar deslocaram-se até o endereço indicado, onde localizaram o suspeito, que tentou fugir ao perceber a aproximação das viaturas. O homem foi seguido pelos policiais e rapidamente abordado, dentro de sua casa.
Com ele, foi encontrada uma pistola de calibre .9mm carregada com 10 munições. Ainda dentro da residência, os militares localizaram e apreenderam porções de substâncias análogas a maconha e cocaína, balanças de precisão e outros materiais utilizados no tráfico e a quantia de R$ 434,00 em dinheiro.
No imóvel, os policiais também localizaram uma mulher, identificada como integrante de uma facção criminosa. Ela afirmou ser prima do suspeito detido e disse que estava no local apenas para consumir bebidas alcoólicas e entorpecentes.
Diante da situação, os dois faccionados receberam voz de prisão e foram conduzidos até a delegacia de Cáceres, com todo o material apreendido para registro da ocorrência e demais providências.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos
Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.
Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.
Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.
Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.
Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.
Autor: Nadja Vasques
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]


