MATO GROSSO
Policiais militares de três estados iniciam 10º Curso de Operações da Rotam
MATO GROSSO
A Polícia Militar de Mato Grosso, por meio do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel, deu início ao 10º Curso de Operações Rotam (COR), na manhã desta quinta-feira (5.2), em Cuiabá. O curso é voltado para padronização de ações táticas e conta com a participação de 50 policiais militares de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Amazonas.
O curso tem duração prevista para três meses com carga horária de 800 horas/aula, consolidado como referência na capacitação tática especializada da Polícia Militar de Mato Grosso. Também tem como objetivo instruir os alunos para adquirirem conhecimento teórico e prático sobre as padronizações de ações de patrulhamento tático, apresentando instruções necessárias para o emprego eficiente das equipes policiais.
O comandante do Batalhão Rotam, tenente-coronel Fábio Alves Ribeiro, explicou que toda a capacitação ajuda os profissionais de segurança pública para atuarem no patrulhamento tático motorizado e em situações críticas de segurança pública, como o combate criminalidade, ao tráfico de drogas e a outros eventos de alta complexidade.
“Nessas ocorrências, faz-se necessário o emprego de técnicas, táticas e meios diferenciados para a resolução de crises e o restabelecimento da ordem pública, por meio de uma modalidade de policiamento especializado, caracterizada pela superioridade técnica e tática, pelo uso proporcional da força e pela aplicação de conhecimentos específicos de patrulhamento urbano, rural e do emprego de tecnologias menos letais”, enfatiza o tenente-coronel.
O curso possui matriz curricular própria, contemplando disciplinas essenciais à formação operacional, doutrinária, física e intelectual do policial militar, sendo as principais: Doutrina de Rotam, Educação Física Militar, Patrulhamento Urbano e Rural, Noções de Ações Táticas e de Choque, Armamento e Munições, Tiro Policial, Técnicas Menos Letais, Defesa Pessoal, Noções de Emergência Médica, Gerenciamento de Crises e Negociação de Primeiro Contato, Direitos Humanos, Legalidade da Ação Policial, além do Estágio Supervisionado.
O comandante-geral em exercício da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel André Willian Dorileo, destacou a importância do curso, que completa 20 anos de existência neste ano, e desejou boas vindas a todos os alunos que participam de todo o processo de capacitação.
“Temos 20 anos de história desse curso, que chega a sua 10ª edição com muita história e bons resultados, pois o Batalhão de Rotam é o responsável pelo combate diário às facções criminosas, combate à violência, ao reforço ao policiamento em áreas de maiores incidências criminais e ocorrências complexas, operações de choques e diversas outras missões. Vocês representarão e serão líderes que estarão atuando em momentos mais críticos e responsáveis pelo primeiro atendimento a essas ocorrências importantes. Todas essas técnicas serão usadas, principalmente, para a proteção do cidadão, mas também para os próprios senhores e reduzir os riscos aos operadores dessas ocorrências”, completou o coronel.
A aula inaugural contou com a palestra do coronel da reserva remunerada da PM, José Antônio Gomes Chaves, que falou sobre a história da Rotam.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
TJMT amplia Rede de Enfrentamento e fortalece proteção às mulheres em Campinápolis
A expansão da Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar em Mato Grosso segue avançando, consolidando o trabalho do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) na articulação de políticas públicas voltadas à proteção das mulheres. Nesta sexta-feira (24), uma nova unidade foi instalada no município de Campinápolis, por meio da atuação da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), coordenada pela desembargadora Maria Erotides Kneip.
A Rede tem como principal objetivo garantir uma resposta estatal integrada, superando a fragmentação histórica no atendimento às vítimas. Conforme explica a juíza da Comarca de Campinápolis, Michele Cristina Ribeiro de Oliveira, a proposta é assegurar que a mulher não precise mais percorrer, sozinha, diferentes instituições sem conexão entre si.
“O que se busca é uma atuação articulada e contínua, em que saúde, segurança pública, assistência social, educação e o sistema de justiça atuem de forma coordenada, garantindo prevenção, assistência, proteção e responsabilização, além da reeducação do agressor”, destacou a magistrada.
A iniciativa materializa, no âmbito local, o que já está previsto na Lei Maria da Penha: o enfrentamento à violência doméstica exige ação conjunta entre os entes federativos e suas estruturas. Com isso, o TJMT fortalece sua atuação como indutor de políticas públicas e garante maior efetividade na proteção das vítimas.
Além de integrar serviços, a Rede também atua como um canal institucional de escuta qualificada. Demandas que antes eram tratadas de forma isolada passam a revelar falhas estruturais, permitindo a construção de soluções concretas, como fluxos padronizados, protocolos conjuntos e capacitações intersetoriais.
Na prática, essa atuação integrada resulta em respostas mais rápidas e eficazes, reduzindo a revitimização, a demora no atendimento e a desarticulação entre os órgãos. “Nenhuma instituição sozinha consegue enxergar todo o ciclo da violência. A integração transforma a proteção em realidade concreta”, pontuou a juíza.
Também foi anunciada, durante a instalação da Rede, a implantação do Grupo Reflexivo para Homens Autores de Violência Doméstica e Familiar na comarca. A medida, prevista na Lei Maria da Penha, reforça a atuação do Judiciário não apenas na responsabilização, mas também na prevenção da reincidência.
Os grupos funcionam como espaços de diálogo e conscientização, promovendo a reconstrução de condutas. “Punir sem reeducar é, muitas vezes, devolver à sociedade o mesmo homem. O ciclo da violência só é interrompido quando o Estado atua também na transformação de quem agride”, ressaltou a magistrada.
Mato Grosso se destaca como estado pioneiro na implementação desses grupos, com iniciativas tomadas ainda em 2021, antes mesmo das diretrizes nacionais. A ação está alinhada à Recomendação nº 124/2022 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que orienta os tribunais a instituírem programas de reflexão e sensibilização de agressores.
Com a implantação da unidade em Campinápolis, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso reafirma seu compromisso com a proteção das mulheres e com a construção de uma Rede efetiva, capaz de transformar realidades e romper ciclos de violência em todo o estado.
Autor: Patrícia Neves
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT
Email: [email protected]
-
AGRONEGOCIOS3 anos atrás
Agrônomo mineiro recebe a Comenda do Mérito Agronômico, a mais alta distinção da categoria
-
MATO GROSSO3 anos atrás
Mar… ia
-
MATO GROSSO3 anos atrás
A solidão humana
-
Gourmet2 anos atrás
Molho Bolonhesa
-
Gourmet2 anos atrás
Brigadeiro
-
Gourmet2 anos atrás
Picolé detox
-
Gourmet2 anos atrás
Molho rosé
-
Gourmet2 anos atrás
Salpicão

