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Ministro da Justiça recebe presidente da Comissão de Segurança Pública da Câmara

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Brasília, 05/02/2025 – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, recebeu, nessa quarta-feira (4), o novo presidente da Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados, deputado federal Coronel Meira. Também participaram do encontro o deputado federal Capitão Alden e e a deputada federal Delegada Ione, além do secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, e do secretário nacional de Políticas Penais, André Garcia.

Durante a reunião, foram discutidos temas relacionados à segurança pública, com destaque para o fortalecimento das políticas nacionais do setor e para a importância da atuação integrada entre os Poderes Executivo e Legislativo. A visita reforçou o diálogo institucional e a cooperação entre o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e o Congresso na construção de soluções conjuntas para o aprimoramento da segurança no país.

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados desempenha papel central no debate e na formulação de políticas públicas voltadas ao enfrentamento da criminalidade, à valorização dos profissionais da segurança e ao fortalecimento das instituições responsáveis pela ordem pública. O colegiado analisa projetos de lei, promove audiências públicas e acompanha a implementação de ações governamentais, funcionando como espaço estratégico e essencial de diálogo entre o Parlamento, o Executivo e a sociedade civil sobre temas sensíveis à segurança da população brasileira.

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A iniciativa reforça o compromisso do MJSP com a escuta ativa e a cooperação entre os Poderes, ouvindo e dialogando com deputados, que são fundamentais para a construção de políticas públicas mais eficazes e alinhadas às demandas do Parlamento e da sociedade na área da segurança pública.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino

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O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.  

Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade. 

O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.   

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As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.  

Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:  

Secretarias municipais 

2024 

2026 

Índices 

Brasil 

Brasil 

Geral 

26,6 

34,7 

Institucionalização 

38,7 

55,8 

Formação 

20,4 

28,7 

Gestão 

26,0 

27,0 

Material Didático 

31,1 

34,2 

Financiamento 

20,6 

39,9 

Avaliação e Monitoramento 

45,0 

60,2 

Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).  

Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.   

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As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.  

Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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