AGRONEGOCIOS
2ª Conbrasfran reúne líderes da cadeia avícola em Gramado de 23 a 25 de novembro
AGRONEGOCIOS
A 2ª Conbrasfran – Conferência Brasil Sul da Indústria e Produção de Carne de Frango – acontecerá entre os dias 23 e 25 de novembro de 2026, em Gramado (RS), durante o famoso Natal Luz da cidade. Em sua segunda edição, o evento se consolida como um dos encontros estratégicos mais importantes para o setor avícola, reunindo especialistas, lideranças, empresas e representantes de todos os elos da cadeia produtiva.
Novo local e infraestrutura ampliada
O evento terá uma novidade nesta edição: o Wish Serrano Resort & Convention será o novo local da conferência. Segundo José Eduardo dos Santos, presidente executivo da Asgav (Associação Gaúcha de Avicultura) e organizador do evento:
“Estamos de casa nova e teremos ainda mais novidades. Mantemos o elevado nível dos debates e dos debatedores, a união de todos os elos da cadeia produtiva e uma área maior para a central de negócios.”
Além disso, o período do Natal Luz de Gramado permitirá que os participantes, de forma opcional, aproveitem as atrações turísticas e o ambiente da cidade durante sua estadia.
Programação completa para todos os elos da cadeia avícola
A 2ª Conbrasfran contará com uma programação diversificada, incluindo:
- Debates e palestras técnicas sobre sanidade avícola, qualidade industrial, legislação e tributação;
- Mercado e logística, abordando tendências e desafios da produção;
- Suprimentos e inovações, com apresentação de produtos e soluções;
- Atividades sociais e networking com lideranças, empresas e órgãos governamentais.
Empresas expositoras confirmadas
Entre as empresas já confirmadas, destacam-se:
- Avioeste
- Bambozzi
- Cumberland Agromarau
- Dimel
- Mebrafe
- Plena Segurança em Alimentos
- Silveira Industrial
- Solufrigo
- Vaccinar
- Avimig
A central de negócios foi ampliada nesta edição, oferecendo um espaço estratégico para apresentação de soluções, tecnologias, produtos e serviços voltados à indústria avícola. Empresas interessadas podem adquirir cotas de patrocínio ou estandes para fortalecer sua marca no setor.
Inscrições e informações adicionais
As inscrições para a 2ª Conbrasfran serão abertas em abril de 2026, com data oficial divulgada posteriormente.
Mais informações podem ser obtidas através:
- Site: www.conbrasfran.com.br
- Instagram: @conbrasfran
- WhatsApp: (51) 9 8600.9684
- E-mail: [email protected]
O evento é promovido pela Asgav e reforça a importância da união de todos os elos da cadeia avícola para o desenvolvimento do setor no Brasil.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGOCIOS
Milho ganha força com demanda aquecida e exportações, mas clima segue no radar para a safra 2026/27
O mercado brasileiro de milho vive um momento de sustentação dos preços, impulsionado pela demanda doméstica aquecida, pelo ritmo das exportações e pelas incertezas climáticas que cercam a próxima safra. A avaliação faz parte do relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, que destaca um ambiente de maior atenção dos agentes do mercado diante dos desafios para o ciclo 2026/27.
Mesmo com o avanço da colheita da segunda safra, considerada uma das mais importantes para o abastecimento nacional, os preços seguem encontrando suporte na forte demanda dos setores de proteína animal, etanol de milho e exportação.
Segundo os analistas, a dinâmica do mercado indica que a disponibilidade do cereal deve aumentar nos próximos meses, mas fatores climáticos e logísticos continuarão influenciando a formação dos preços.
Demanda doméstica continua sendo principal sustentação
A indústria de carnes, especialmente os segmentos de aves e suínos, mantém elevado consumo de milho para ração. Além disso, o crescimento da produção de etanol de milho segue ampliando a participação do cereal na matriz energética brasileira.
Esse cenário contribui para absorver parte importante da oferta gerada pela safrinha, reduzindo a pressão de baixa sobre os preços mesmo em um período de maior entrada do produto no mercado.
As exportações também permanecem como um componente relevante para o equilíbrio entre oferta e demanda, favorecidas pela competitividade do milho brasileiro no mercado internacional.
El Niño aumenta preocupação com a próxima temporada
Embora o cenário atual seja relativamente confortável para o abastecimento, o mercado já começa a monitorar os impactos do fenômeno El Niño sobre a safra 2026/27.
De acordo com o Itaú BBA, a confirmação do fenômeno climático eleva os riscos para o calendário agrícola brasileiro, especialmente em regiões do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.
A preocupação está relacionada principalmente à possibilidade de irregularidade das chuvas e ao encurtamento da janela ideal de plantio da próxima safra, fatores que podem comprometer o potencial produtivo do cereal.
Além dos desafios climáticos, os produtores também enfrentam um ambiente de custos ainda elevados, exigindo maior planejamento e gestão de risco para a próxima temporada.
Oferta da safrinha deve ampliar disponibilidade do cereal
Com o avanço da colheita da segunda safra, a tendência é de aumento gradual da oferta física de milho no mercado interno durante os próximos meses.
Apesar desse movimento, a expectativa é de que a demanda consistente limite quedas mais acentuadas nas cotações, especialmente em regiões com forte presença da indústria de proteína animal e das usinas de etanol de milho.
Outro fator que segue no radar é o comportamento do dólar, que influencia diretamente a competitividade das exportações brasileiras e a formação dos preços domésticos.
Mercado deve seguir atento ao clima e ao cenário global
Além das condições climáticas no Brasil, os agentes acompanham o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, principal produtor mundial do cereal. Alterações no potencial produtivo norte-americano podem gerar reflexos diretos nos preços internacionais e, consequentemente, no mercado brasileiro.
Para o Itaú BBA, o milho entra no segundo semestre com fundamentos relativamente positivos, mas em um ambiente que exige atenção redobrada ao clima, à evolução da demanda e ao comportamento das exportações.
Diante desse cenário, a gestão comercial e o monitoramento dos riscos climáticos serão determinantes para produtores e investidores do setor ao longo dos próximos meses.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio

