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Algodão fecha em alta em Nova York com suporte de commodities e dólar fraco

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O mercado internacional de algodão encerrou a segunda-feira (9) em alta, com os contratos futuros negociados em Nova York apresentando recuperação após o movimento de queda registrado na semana anterior. O avanço foi sustentado pelo bom desempenho das commodities no cenário global e pela desvalorização do dólar frente a outras moedas.

Cotação do algodão registra recuperação nos contratos futuros

Ao final do pregão, o algodão foi cotado a 61,61 centavos de dólar por libra-peso, representando valorização de 55 pontos em relação ao fechamento anterior, segundo dados de mercado. A elevação confirma o movimento de recuperação que se consolidou ao longo do dia, refletindo um ambiente externo mais favorável às commodities agrícolas.

Os contratos seguem em patamar levemente superior à média da semana anterior, com negociações oscilando entre 61,61 e 62,25 centavos por libra-peso, segundo informações do portal Investing.com.

Alta do petróleo reforça ganhos das commodities agrícolas

A valorização do algodão foi acompanhada por um movimento positivo no mercado internacional de petróleo. Durante o pregão, o barril chegou a registrar alta de US$ 1,28, sendo negociado a US$ 64,83 ao meio-dia.

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Esse avanço impulsionou outras commodities agrícolas, já que o petróleo influencia diretamente os custos de produção e transporte, além de impactar o preço de fibras sintéticas, concorrentes do algodão.

Dólar mais fraco estimula demanda e sustenta preços

Outro fator que contribuiu para o avanço do algodão foi o enfraquecimento da moeda norte-americana ao longo do dia. O dólar mais baixo tende a tornar os contratos futuros de commodities mais atrativos para compradores internacionais, favorecendo as exportações e ampliando a demanda global.

O movimento cambial positivo reforçou a sustentação dos preços, em um cenário de maior apetite por risco no mercado financeiro internacional.

Mercado interno mantém cautela com câmbio e futuros

No Brasil, os preços internos do algodão seguem acompanhando as oscilações externas com cautela. Produtores e compradores continuam avaliando o comportamento do câmbio e dos contratos futuros antes de fechar novos negócios.

A atenção redobrada reflete a influência direta das cotações internacionais sobre o mercado doméstico, especialmente em um período de maior volatilidade cambial.

Perspectivas para os próximos pregões

O mercado do algodão segue atento a fatores que devem continuar influenciando a formação dos preços nos próximos dias, entre eles:

  • Comportamento do dólar frente a outras moedas;
  • Oscilações no mercado de petróleo e em commodities correlacionadas;
  • Posição dos fundos de investimento;
  • Indicadores macroeconômicos globais.
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Esses elementos permanecem determinantes para o comportamento dos contratos futuros e para as estratégias comerciais no mercado físico brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Projeto que moderniza regras da aquicultura avança na Câmara e recebe apoio do setor

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Setor avalia como positivo avanço de projeto na Câmara

A Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR) avaliou como positiva a aprovação do Projeto de Lei 4.162/2024 pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados.

A proposta tem como objetivo atualizar a legislação da aquicultura no Brasil, promovendo mudanças consideradas estratégicas para o desenvolvimento do setor.

Projeto diferencia modelos de produção e amplia segurança jurídica

Um dos principais pontos do texto é a diferenciação entre a aquicultura realizada em ambientes naturais e aquela desenvolvida em estruturas artificiais dentro de propriedades privadas.

Segundo a entidade, essa distinção traz mais clareza regulatória e segurança jurídica para os produtores, reduzindo incertezas e facilitando a operação das atividades aquícolas no país.

Fim de registros e licenças é destaque da proposta

O projeto também prevê a extinção do Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) e da licença de aquicultor emitida pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA).

De acordo com a PEIXE BR, essas exigências são consideradas burocráticas e não geram ganhos efetivos para a produção, tornando o processo mais oneroso e complexo para os produtores.

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Entidade critica aumento de exigências recentes

A associação destaca que a proposta ganha ainda mais relevância diante da Portaria Interministerial MPA/MAPA nº 5/2026.

A norma passou a exigir, além da nota fiscal e da Guia de Trânsito Animal (GTA), a apresentação da licença de aquicultor emitida pelo MPA, documento adicional à licença ambiental já obrigatória.

Para a PEIXE BR, essa duplicidade de exigências eleva custos operacionais e reduz a competitividade da piscicultura brasileira no mercado.

Medida pode reduzir entraves e estimular o setor

Na avaliação da entidade, o Projeto de Lei corrige distorções regulatórias e reduz entraves que impactam diretamente o produtor.

A expectativa é que as mudanças contribuam para um ambiente mais eficiente, com menos burocracia e maior estímulo à produção aquícola no Brasil.

Modernização do marco legal avança no Congresso

Com a aprovação na CCJC, a proposta avança na tramitação no Congresso Nacional e é considerada um passo importante para a modernização do marco legal da aquicultura.

O setor produtivo vê o projeto como uma oportunidade de fortalecer a competitividade, ampliar investimentos e impulsionar o crescimento sustentável da piscicultura no país.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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