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Corregedoria alinha procedimentos para implementação de cadastros estaduais

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A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) realizou reunião virtual, nesta quarta-feira (11 de fevereiro), com todos os magistrados (as) com competência criminal no Estado. O objetivo foi alinhar os aspectos operacionais e técnicos necessários à implementação do Cadastro Estadual de Pedófilos do Estado de Mato Grosso e do Cadastro Estadual de Condenados por Crime de Violência contra a Mulher, em cumprimento às Leis Estaduais nº 10.315/2015 e nº 10.915/2019.
De acordo com a juíza auxiliar da Corregedoria, Anna Paula Gomes de Freitas, que coordena as ações, durante o encontro foram detalhadas as exigências legais relativas à implementação dos cadastros, bem como os critérios de inclusão e exclusão de dados, orientações para situações específicas, como casos envolvendo prescrição e cumprimento de pena, além da padronização de procedimentos.
“Trata-se de uma base de dados sensível, que exige extrema cautela, responsabilidade institucional e verificação criteriosa, para evitar qualquer tipo de equívoco”, destacou.
A juíza auxiliar explicou que, conforme manifestação técnica do Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (DAPI), atualmente não é possível extrair todos os dados de forma automática dos sistemas disponíveis, como o PJe. E, portanto, neste primeiro momento será necessário que cada unidade judiciária encaminhe uma lista de condenados com trânsito em julgado, o que impactará no tempo de levantamento e de encaminhamento das informações à Secretaria de Estado de Segurança Pública (SESP).
“Enquanto as áreas Tecnologia da Informação do Tribunal de Justiça e da Secretaria de Estado de Segurança Pública trabalham para viabilizar a automatização da extração e do envio das informações, cada unidade preencherá um formulário e encaminhará as condenações desde o início da vigência das leis até setembro de 2025 para serem acrescentados nos cadastros”, detalhou Anna Paula.
Na reunião foram enfatizados os critérios que devem ser observados pelas unidades judiciais na validação dos nomes a serem acrescentados nas listas: confirmação da tipificação penal, verificação da data do trânsito em julgado, análise da ocorrência dos fatos após o início de vigência das leis estaduais e, nos casos de crimes sexuais, a confirmação de que a vítima era criança ou adolescente à época dos fatos.
Servidores das unidades judiciais também participaram da reunião, assim como representantes das áreas administrativas e de tecnologia da informação do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso e o representante da SESP, delegado Valter Furtado Filho.

Autor: Larissa Klein

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Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Polícia Civil prende funcionários de concessionária de energia por exigir valores de empresário em Lucas do Rio Verde

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Dois funcionários de uma concessionária de energia foram presos em flagrante pela Polícia Civil de Mato Grosso, na tarde desta quinta-feira (16.4), em Lucas do Rio Verde, em ação realizada pelos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) do município. Os suspeitos estavam exigindo pagamento de valores ilícitos a um empresário da cidade.

Os suspeitos, de 26 e 29 anos, foram flagrados no momento em que tentavam realizar a negociação ilícita com a vítima e foram autuados em flagrante pelo crime de concussão.

As investigações se iniciaram depois que a vítima procurou a Polícia Civil para relatar que estava sendo alvo de extorsão por parte de funcionários da concessionária de energia. Segundo as informações, os fatos se iniciaram no dia 14 de abril, quando os suspeitos realizaram uma vistoria no estabelecimento da vítima.

No dia seguinte, os suspeitos retornaram ao local falando sobre uma suposta ligação clandestina e propuseram um “acordo financeiro”, exigindo a quantia de R$ 15 mil para não proceder com a autuação.

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Na tarde de quinta-feira (16), os funcionários retornaram à empresa com a intenção de concluir a transação ilícita, ocasião em que os policiais da Derf flagraram os suspeitos, uniformizados, no momento em que coagiam a vítima. A vítima alegou que adquiriu a empresa recentemente e que desconhecia qualquer ligação ilegal. No entanto, a cobrança de valor, para evitar a autuação, se configura como crime de concussão.

Diante das evidências, os policiais deram voz de prisão aos suspeitos, que foram conduzidos à delegacia. Após serem interrogados pela delegada Paula Moreira Barbosa, eles foram autuados em flagrante pelo crime de concussão e, posteriormente, colocados à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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